terça-feira, 23 de novembro de 2010

Lembrando os tempos dos Beatles...

Depois de 17 anos, Paul MacCartney volta ao Brasil parar lembrar os tempos dos Beatles e os tempos quando o Rock fazia história. Uma volta triunfante que vale a pena conferir.

Não é um dos meus musicos preferidos, mas sempre foi um cara que arrancou minhas admirações e meus aplausos, não é a toa que adorei seu show realizado no estádio Morumbi nesse domingo. O cara é foda !.
Esquecemos esse papo de que é sósia, cover, nem nada, é ele mesmo completando dois shows na capital Paulista. Paul arranhou o português para agradar os fãs, de fato eu não fui , mas vi seus melhores momentos na Televisão. Os clássicos de sua carreira solo e com os Wings foram bem representados, Live And Let Die, Dance Tonight, Jet entre outros foram executadas para não deixar os simpatizantes e os fãs só nos Beatles. Falando neles, Get Back, Yesterday, Blackbird não ficaram de fora. Podia se notar mais fãs da banda do que dele.

Bem apoiado pela sua ótima banda, Paul, sempre bem humorado fez uma ótima noite, assim como na segunda. Rusty Anderson ( guitarra ), Brian Ray ( guitarra ), Abe Laboriel Jr ( bateria ) e Paul "Wix" Wickens ( teclados ) também passaram com o Ex - Beatle em Porto Alegre, deixando os gaúchos muito felizes.
Nascido em Liverpool ( Inglaterra ) se juntou aos Beatles no começo de 1960. De uma simples amizade com John Lennon eles formaram a banda que abriu as portas para o Rock explodir no cenário mundial. Ganhando o sucesso com seu famoso baixo e sucessos que cairiam na boca do mundo, os Beatles acabam, deixando um legado de discos que marcam a história do Rock para sempre. Paul seguiu em frente, formou os Wings e entrou em carreira solo.

Mesmo saindo do Fab Four, quem nunca esqueceu seus triunfos ?. Hoje com quase 70 anos de idade Paul não para, está na correria para concluir sua turnê Up And Coming Tour que esta na metade, sempre da entrevistas e tem que lidar com a doce fama. Lidar com o sucesso é muito difícil, não é façil como muitos pensam, ainda mais com um ótimo musico e um nome consagrado do Rock.

" A imaginação cresce através do exercício, e ao contrário da crença comum, é mais poderosa dentro do mais velho que no jovem."

(Paul McCartney)

Uma sequência de shows únicos e ótimos, todos nós torceremos para que ele volte, cedo ou tarde.

Até mais.


terça-feira, 16 de novembro de 2010

"É a maior formação de todos os tempos"

Quando se fala desse papo medíocre de qual é a maior banda de todos os tempos ou qual é a maior formação, vem a tona uma irritação sobre mim. Não vejo o Rock como classificação de primeiro e último, e acho que ele não merece e nunca merecera isso.
Mas hoje não vim por a boca no trombone, e sim eu vim falar de uma banda que muitos críticos falaram que foi a melhor formação de todos os tempos, é tão chamativa quanto o titulo desse post, mas chega de papo furado, que formação é essa ?.

Como não aceito esse papo de a melhor banda, vamos esqueçer e vamos ao assunto que interessa. Hoje vou escrever um pouco de uma formação que sempre achei muito foda.
Tudo começou quando o talentoso David Lee Roth saiu do Van Halen para sair em sua carreira solo, e como um bom vocalista tem um bom gosto chamou para sua banda o "virtuose" Steve Vai, que aceitou de imediato. Depois de Steve Vai se juntaram o baixista Billy Sheehan ( Mr. Big ) e o baterista Gregg Bissonette, assim formando em 1985 a banda da carreira solo de David Lee Roth, concretando sua "volta" ao Hard Rock e ao sucesso comercial.

Um dos marcos dessa banda foi o auge de seus integrantes. Roth a dois anos tinha lançado um dos maiores discos da década de 80, 1984 com o Van Halen, ja Steve Vai tinha feito discos com Zappa e clássicos como Passion e Warfare e Alien Love Secrets , sem esquecer também das habilidades de Billy e Gregg.

Não contando com o disco Crazy From The Heat, disco no qual Roth estava produzindo quando estava no Van Halen, e que não continha a presença dos músicos, eles lançaram juntos dois discos chamados : Eat `Em And Smile e Skyscraper.
O primeiro álbum Eat `Em And Smile foi o primeiro e foi lançado em 86. O disco me lembrou os tempos do Van Halen, um disco sensacional e super divertido, indispensável para quem gosta de Hard Rock. Durante algumas musicas podemos notar que o uso de sintetizadores não ficou de fora, isso para mim deixou o som mais atraente, é o que diga o hit Goin` Crazy. Um álbum cheio de musicas legais que chamam a atenção, desnecessario destacar só uma ou duas musicas.

O último disco do super grupo se chamou Skyscraper, e foi lançado em 88. O disco marca a saída de Steve Vai para se juntar a Cobra Branca ( Whitesnake ) e também a saída de Billy para voltar ao doce lar do Mr. Big.

Skyscraper foi bem aceito pela critica, e foi o último álbum dessa bela formação que tirei o chapéu. O disco é sem duvidas inferior ao primeiro, mas é bom e vale a pena. O hit Just Like Paradise é o meu preferido, mostra o entrosamento que os caras tinham, um entrosamento que dava gosto de ver.

Essa rápida formação me surpreendeu, sempre fui fã de David Lee Roth, e depois que ela acabou cada um seguiu seu rumo. Se alguém tiver alguma formação que conquistou, me indique que estou pronto para recebe -la.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

5 discos que você deve ouvir do Iron Maiden

Fala pessoal, hoje vou trazer algo diferente aqui no Destroyer. A novidade é de um parceiro que se prontificou a ajudar a essa bagaça em um post, e claro, como som bonzinho acabei dando uma chance ao cara. Gabriel Albuquerque, fã incondicional do Maiden fez um ótimo post em que ele indicou 5 discos que vocês devem ouvir do Iron Maiden, e para quem está perdido entre muitos e muitos disco do Maiden esse post é uma ótima pedida.

Não esqueçam de visitar seu blog de coleções de discos Avenida 61 e seu fórum Metal Is The Law,  ambos parceiros do Destroyer.

Bom, comentem e espero que gostem. Quem sabe ele não pode voltar aqui mais tarde.

Agora é com você.



Uma das bandas mais tradicionais e populares do Heavy Metal britânico, e uma das percursoras da New Wave Of British Heavy Metal; que traz um estilo um pouco mais melódico e ‘’limpo’’, em relação as bandas matrizes do Metal: Blue Cheer, Sir Lord Baltimore, Black Sabbath, Mariani e Flower Travelin´ Band.

Nesse texto você verá discos que marcaram a história dessa grande banda. Aviso que pode (e provavelmente ocorrerá) alguns toques pessoais, tendo em vista que sou um grande fã da banda, mas isso é o interessante das listas: a polêmica e a discussão

• Iron Maiden (1980)

O primeiro disco da Donzela De Ferro conseguiu até um certo sucesso entre o público mais underground de Londres, isso devido ao compacto Soundhouse Tapes, com as músicas Iron Maiden, Invasion e Prowler. Na minha opinião, o melhor disco do Maiden sem Bruce Dinckinson nos vocais.

Vale destacar leves toques de Punk no disco, pois a EMI queria que a banda fizesse música comercial, que na época era o Punk.

• The Number Of The Beast (1982)

O vocalista da banda tinha problemas com drogas e de relacionamento com o chefe Steve Harris, e obviamente, foi posto para fora da banda. Para substituí-lo, foi chamado Bruce Dinckinson, vocalista da banda Samson.

Bruce entrou afirmando que não se submeteria ao estilo de Paul Di´anno, e que não cortaria o seu cabelo.

Bruce Dinckinson não apenas tinha uma voz mais melódica do que Di´anno, ele também tocava bateria, tanto que ele compôs o riff de The Prisioner.

A voz de Dinckinson caiu como uma luva para o Maiden, que fez sucesso com um disco com título polêmico e faixas com refrões mais fáceis, ainda que com arranjos mais complexos que os dois discos anteriores.



• Seventh Son Of A Seventh Son (1988)

Para representar a fase de teclados e sintetizadores do Maiden, muitos escolheriam o Somewhere In Time, mas do meu ponto de vista, o Seventh Son leva vantagem de seu antecessor por ser conceitual e mais complexo. O livro se baseia no livro de mesmo título do autor Orson Scott Card, quem quiser saber mais sobre o conceito do disco, acesse: http://rockmetalsempre.forumeiros.com/assuntos-gerais-f8/a-historia-narrada-seventh-son-of-a-seventh-son-t58.htm.

Destaque para a faixa título, com 10 minutos e com vocais operísticos. A atuação de Harris também é invejável nesse disco, atingindo seu ápice em The Clairvoyant.

• Virtual XI (1998)

Imagino o que a maioria das pessoas que estão lendo isso estão pensando que sou louco, ao botar aquilo que as pessoas dizem ser o pior disco do Iron Maiden, um dos piores discos da história. Porém, esse disco foi o primeiro que ouvi e comprei do Iron, e como disse no começo desse texto, aqui iriam ter aspectos pessoais.

Blaze Bayle foi o bode expiatório para uma banda que estava numa fase ruim. Considero o Virtual XI, um belo disco. Destaque para as faixas Futureal, The Educated Fool, Don´t Look To The Eyes Of Stranger, The Clasman e When Two Worlds Collide.

Vale parabenizar Dave Murray e o novo membro da banda Janick Gears, que agüentaram a barra e fizeram um ótimo trabalho nas guitarras. Sem dúvidas, a melhor performance de Janick.

• Brave New World (2000)

Cinco anos depois, Bruce Dinckinson retorna a banda e grava o melhor disco desde a década de 2000 da banda (sem desvalorizar Dance Of Death, A Matter Of Life & Death e The Final Frontier).

Brave New World a sede ‘’Bruciniana’’ de forma gloriosa. Destaque para as faixas Wicker Man (primeiro single do disco), Blood Brothers, que Harris fez pro seu pai que veio a falecer, Out Of The Silent Planet, The Nomad, Ghost Of Navigator e a faixa título.

Menção honrosa:

Piece Of Mind (1983) e Powerslave (1984)

Imagino que muitos os colocariam na lista, até eu mesmo, se a refizesse, acho que os colocaria; mas eu tentei abordar os principais momentos da banda com os principais e mais importantes discos; e como esses dois álbuns estão na mesma fase que o The Number Of The Beast, que é o disco mais popular da banda, eles acabaram ficando de fora, porém são essenciais, os meus preferidos da banda, provavelmente.

                                                 Up The Irons!




Gostou ?

Veja mais dele no seu blog.


sábado, 6 de novembro de 2010

The Best of Bob Dylan

                                   
Sempre admirei o grande Bob Dylan, um dos meus músicos preferidos tem que estar aqui no blog, e hoje separei dois volumes que ninguém pode perder desse grande gênio.

The Best of Bob Dylan Vol 1 e Vol 2 são imperdíveis para qualquer um, o nosso "Raul" do exterior fez grandes discos e clássicos, precisava de dois discos para poder guardar todos seus clássicos que são muitos, cada um chegando a quase 20 musicas.

Robert Allen Zimmerman nasceu com a musica em seu sangue, dentre os clássicos de sua carreira feita com tanta maestria eu destaco Like A Rolling Stones, Lay Lady Lay, Hurricane, Knockin' On Heaven's Door, Weird Al" Yankovic entre outros.

Dylan é sem palavras, nascido nos Estados Unido fez sucesso ainda jovem. Comprem, façam download, roubem, o que for, mas tenham em suas prateleiras esses volumes que foram lançados nos anos de 1997 e 2000.

"Um homem é um sucesso se pula da cama de manhã e vai dormir à noite e, nesse meio tempo, só faz o que gosta."

Bob Dylan
Todos artigos são publicados por Guilherme M, exceto onde os autores são citados