terça-feira, 26 de abril de 2011

5 discos que você deve ouvir do Deep Purple.


Em uma enquete realizada a um tempo, deu na liderança Deep Purple e Aerosmith, ambos sendo a preferência do pessoal. Então hoje vamos começar nossa lista ao som do Deep Purple.

O Deep Purple foi sem dúvidas um expoente do Hard Rock e do Rock N Roll. Além de incorporar em outros elementos, o Purple nasceu na Inglaterra e ao contrário do que muitos pensam, não teve seu ínicio com Ian Gillan e cia.

De uma tragetória de respeito que incluiu em sua bagagem nomes como David Coverdale e Glenn Hughes o Purple é o Rock Clássico em sua mais pura forma. Como um roxo profundo, o Deep Purple é fiel so seu nome e aprofunda a cada medida do nosso bom Rock.

Então vamos começar !.

Obs : Lembrando que a ordem dos discos estão de acordo com sua data de lançamento.


Shades Of Deep Purple - 1968

Álbum de estreia dos caras é Shades Of Deep Purple. Rod Evans segura bem os vocais, e ao contrário do que muitos pensam, o disco é atraente.
Naquele mesmo ano de 1968 junto com a banda, nascia Zeppelin e o Sabbath. Ia ficar feio a banda começar com um disco fraco, não é ? Mas é claro que essa não é a questão, o álbum conta com dois covers, Help dos Beatles e Hey Joe do maestro Jimi Hendrix, além do sucesso de Hush.

In Rock - 1970

O disco que fez a ruptura entre o Purple e Rock foi In Rock. Rod Evans e Nick Simper abandonaram o barco para uma substituição implacável que fazia o auge do conjunto. Ian Gillan entre para ferver na bela Child In Time, e Roger Glover para incendiar o single Black Night ao lado de Blackmore, sendo que o clássico não foi lançado no disco e sim como um Single. Uma pérola da banda que resultaria em Fireball.

Fireball - 1971

Parece que Blackmore atingiu seus objetivos tentanto fazer o Purple em uma Máquina de guerra, conseguiu e logo em seguida saiu Fireball, outro grande resgitro em que a banda detonava.

A faixa título é cantada e tocada com louvor e qualidade pela banda. Minha música preferida do Purple.

Machine Head - 1972

Machine Head é sem dúvidas o disco mais famoso da banda, pois quando se fala nele, vem a frente os dois maiores clássicos do Deep Purple, Smoke On The Water e Highway Star. Além de outras músicas de qualidade o álbum viria a calhar no sensacional Made In Japan, que foi registrado na turnê. Um disco indispensável que os amantes de Rock N Roll nunca esquecerão

Stormbringer - 1974

Que os fãs de Burn me desculpem mas Stormbringer merece encerrar com chave de ouro. Burn é um grande álbum, mas Stormbringer é mais maduro, com uma sonoridade mais conceitual e conta com a maestria de Coverdale e cia.

É um disco muito injustiçado, mas ótimo. Stormbringer, Holy Man, The Gypsy e entre outras mostram e marcam outra bela fase do grupo.

Menção Honrosa :

Agora sim, Burn aparece. Uma das coisas que temos que entender é que não devemos fazer uma lista só por seus melhores discos, temos que entender cada fase da banda. Burn é recomendável para ver os passos que resultariam no primeiro disco com Coverdale e Glenn Hughes. Mas, mesmo assim, indispensável.

Tem muitos outros discos do Purple que podemos ressalvar, mas como manda o figurino temos que reduzir.  Vamos destacar  Slaves And Masters, o único disco do vocalista Lynn Turner na banda, e apesar de ser muito pouco reconhecido, vale a pena ouvir.

Discografia :

Shades of Deep Purple,
The Book of Taliesyn
Deep Purple
In Rock
Fireball
Machine Head
Who Do We Think We Are
Burn
Stormbringer
Come Taste the Band
Perfect Strangers
The House of Blue Light
Slaves and Masters
The Battle Rages On
Purpendicular
Abandon
Bananas
Rapture of the Deep

O Deep Purple foi muito importante para a história do Rock. Vale a pena ver todos seus discos porque a banda tem muita história a contar.



É isso pessoal, mais uma lista indo e fiquem atentos porque logo logo será o sorteio do DVD do Led Zeppelin. Quem não participou, tem a chance ainda.

Na próxima lista : Aerosmith.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

O nosso poeta Punk Rock.


15 de abril de 2001 os primeiros jornais já anunciavam a morte de Jeffrey Ross Hyman, o Punk Rocker mais querido do Rock N Roll.

Mais conhecido como Joey Ramone, fundou o Ramones em 1974 junto com Dee Dee Ramone e Johnny Ramone. Assim em 1976 o Ramones lançava seu primeiro disco e acaba se tornando uma banda expoente do Punk Rock e a cena Underground do mundo.

Joey nasceu nos Estados Unidos e sempre foi conhecido como um grande poeta. Suas letras emblemáticas sempre fizeram parte da História do Rock. Pet Sematary, um dos clássicos do Ramones tem uma letra enigmática que leva em sua letra a temática de morte, afinal, ninguém quer ser enterrado em um cemitério de animais. E como uma pessoa carismática que esbanja simpatia, o seu famoso refrão Let´s Go ficou na cabeça de qualquer Rockeiro, quer dizer, não é preciso nem gostar de Rock para canta – la. Judy is a Punk, Poison Heart, I Wanna be Sedated e entre outras, são refrões, versos que nunca seriam o mesmos sem ele, isso ninguém dúvida.


Uma vez contei a este escritor uma história sobre como encontrei os caras num elevador e descobri que tínhamos o mesmo sobrenome, daí decidimos formar uma banda”

Com seus mais de dois metros de altura, uma timidez e dono de um grande timbre Joey Ramone era considerado esquisíto e solitário. Uma pessoa incomum ? Sim, e em todos sentidos. A longa cabeleira era uma forma de refúgio, o Rock N Roll era seu refúgio.

Em 1996 o Ramones encerra sua tragetória e como um grande músico Joey lançou seu disco solo. Don't Worry About Me é um álbum póstumo e lançado um ano depois de sua morte. O disco contêm dois covers, uma caiu na boca do povo e ressuscitou os tempos de Louis Armstrong com a linda What a Wonderful World e a outra mostrando o Punk do Stooges.

Joey Ramone foi um representante do Punk Rock, o Punk em sua mais pura e melhor forma foi com esse cara. Há 10 anos atrás perdíamos uma figura querida.

Vítima de um Linfoma, Mr. Joey Ramone nos deixa.

"Eu não quero viver minha vida novamente"

sábado, 16 de abril de 2011

Hard no ritmo do Rock - Parte 7


Depois de um longo tempo sem Hard no ritmo do Rock, hoje vocês poderão ver a continuação de nossa grande série.

Come On !

No final da década de 80 o Hard Rock era uma coisa muito comum. Com várias bandas que brilharam e formaram sua carreira durante a década, muitas tentaram seguir a sorte e sobreviver ao longo dos anos 90. Será que deu certo ?.

Para as bandas que surgiram a maioria recebeu a resposta não, mas para as bandas clássicas, eles brilhavam mais do que nunca.  No começo da década de 90 o cenário do Hard Rock estava caindo na mídia, e assim surgiu na cidade de Seatlle o Grunge, estrelado por Nirvana, Pearl Jam e Alice In Chains.

O Grunge era a nova moda, mas não queria dizer que o Hard estava fraco por ai. E como o Grunge não é assunto do post, não vamos dar detalhes.

" O Grunge surgiu no começo da década de 90 e balançou muita gente por ai. Um grande triunfo do Rock N Roll "

No nosso último post terminamos com o Guns N Roses, uma das bandas mais famosas de todos os tempos. E nela sempre teve uma característica muito usada e abusada por outras grandes bandas, as baladas.

As baladas são músicas lentas, ou até aceleradas que inclui em sua temática amor, tristeza, saudades entre outras. As baladas no mundo do Rock foram muitas, e qualidade não faltou.

Uma das mais famosas é do Skid Row, uma boa banda que fez bastante sucesso com a balada I Remember You. Outras que podemos destacar é da ótima banda Mr. Big de Paul Gilbert, To Be With You é um HIT tocado até os dias de hoje. O Scorpions sempre foram mestres na arte de se fazer baladas, Still Loving You encanta qualquer um, assim como as baladas do Aerosmith, do Queen, do Guns N Roses, do Whitesnake, Stones, The Who e de outras grandes bandas.

O termo se generalizou, e se expandiu não só no Hard e sim em outros gêneros do Rock N Roll. Uma das coisas que mais me chama atenção no termo " Balada Rock " são os seus solos, calmos e belos. Assim a balada acabou virando moda em uma banda de Hard Rock.



Uma das bandas de qualidade que surgiram nos anos 90 foram os Black Crowes, uma ótima banda que fazia lembrar muito o Hard Rock dos anos 70. Fez grandes discos como os ótimos The Southern Harmony and Musical Companion e Shake Your Money Maker.

Liderados pelo vocalista Chris Robinson hoje a banda continua com seu sucesso. Vale a pena curtir uma grande banda, não é ?.

Mesmo o Hard Rock perdendo na mídia estava mais forte do que nunca. Poucos ficam até o final, poucos ficam até os dias de hoje com sua banda e mandando ver no Rock N Roll. Não perca o próximo post que será muito bom e não esqueçam de participar de nossa promoção valendo um DVD do Led Zeppelin.


Encerramos nosso post com Quiet Riot, uma clássica banda do Hard Rock oitentista.


Até Guys !!!

sábado, 9 de abril de 2011

Promoção Led Zeppelin.

Promoção.
Eai pessoal. Hoje trarei a vocês uma promoção que ira premiar alguém com um grande DVD. Estou falando de Led Zeppelin - Wembley Stadium ( Antology ), um DVD que contêm inúmeros clássicos da turma de Jimmy Page.

Mas antes disso, veja o regulamento e leia atentamente :

- Para poder participar terá que ser um seguidor público do Blog. E para nos seguir terá que ter uma conta no Google ou no Twitter. Após nos seguir por um desses meios deixe um comentário com seu Nome e o link da divulgação nesse post.

- Após nos seguir você terá que fazer uma pequena contribuição e divulgar nossa promoção. Dependendo da divulgação você terá mais chances de ganhar. Se for um post em seu blog, um banner, um Retweet ou apenas um link. Como depende da divulgação, quem fazer uma boa, terá uma grande vantagem em nosso sorteio.

Resumindo : Terá que ser um dos nossos seguidores via Google ou Twitter, divulgar nossa promoção e confirmar sua participação nos comentários desse post.

É isso ai e fique ao critério de cada um. Não percam essa oportunidade e o sorteio será realizado daqui um mês, e só contaremos aqueles que confirmarem sua participação nos comentários conforme o regulamento.

Até Guys !!!

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Ozzy Osbourne - São Paulo ( 2011 )

" Era mais do que um show, ou um espetáculo !
Era Ozzy Osbourne "

Enquanto esperava um tal de Ozzy Osbourne na fila da Arena Anhembi eu já ouvia os primeiros ritos. Eu só precisava passar de um cara para ver um dos melhores shows que já vi.

Quando passei dele, o som rolava de Sympathy Devil do Stones, chegou a arrepiar, mas não como o show. Enquanto todos aguardavam o mestre Ozzy, a chuva caia sem dó. Me protegi uma vez, duas vezes, e já na terceira eu desencanei e me juntei a cerca de 30 mil pessoas e me deixei molhar por inteiro e curtir ele. Era eu e 30 mil pessoas esperando Ozzy Osbourne, Gus G, Tommy Clufetos e Rob "Blasko" Nicholson concluindo mais um show da turnê Scream.

As 8:00 o Sepultura pisou no palco para abrir o show. Nunca gostei da banda, e eu queria mesmo era ver Andreas Kisser, um ótimo guitarrista, que além dele o baterista Jean Dollabela mostrou serviço em uma bateria furiosa e precisa. O Sepultura arrancou bastantes aplausos e foi muito bem recebido, mas todos estava gritando mesmo por " Olê Ozzy ".
As 9:30 em pontos, Ozzy levava ao todos delírio com a sensacional Bark At The Moon. Era Ozzy começando seu espetáculo. E logo em seguida, a ótima música Let Me Hear Scream do disco Scream deu as caras e me arrepiou por inteiro, pois com ela, é muito dificil ficar parado, ainda mais com a clássica Mr. Crowley que teve a intro tocada pelo ótimo Adam Wakeman. Naquela altura Ozzy já tinha recebido a bandeira do Brasil e enrolado em suas costas, como faz em todo show que passa.

I Don´t Know, Fire Wear Boots, a clássica Suicide Solution e Road To Nowhere vieram em seguidas. Já com a emblemática War Pigs o momento foi inesquecível. Era uma chuva que caia sem dó, mas mesmo assim ninguém se abateu e a chuva virou parte do show e ficou ainda mais inesquecível. Os Riffs poderosos da guitarra de Gus. G se juntou com o coro que pairava sobre o ar.

Vi um Ozzy muito carismático, alegre e correndo de um lado para o outro. É fato que não é nem sombra do que era a vinte anos atrás, mas mesmo assim o cara deitou. Continuou o mesmo brincalhão de sempre, até quando mordeu um morcego de mentira e fez graça com a galera.

"I Can not hear you, Baby"

O grego Gus. G mostrou que é um excelente guitarrista a altura de Zakk Wylde. Em vários minutos fez solos ótimos e até brincou tocando Brasileirinho. Achei bem legal, pois é mais do que uma prova de que eles preparam um verdadeiro show, presenteando cada fã.

A cada batida do baterista Tommy Clufetos todos já gritavam Iron Man. Foram dois alarmes falsos, mas quando Ozzy pronunciava “ I Am Iron Man” todos já estavam a loucura. I Don't Want To Change The World empolgou, mas não como Crazy Train, que foi o momento que cada um sentiu que tudo estava perfeito.

Não tinha acabado, os 30 mil fãs gritavam sobre a linda Mama I'm Coming Home, chegando a empolgar o grande Ozzy. Eu estava sentindo falta de uma só música, era No More Tears que infelizmente não foi tocada. Mas mesmo assim, todos gritavam sob o embalo de “ One More Song”, e no meio disso surgiu Paranoid, o contagiante clássico do Sabbath que fechou o repertóro com chave de ouro.

A chuva não atrapalhou em nada. Foi um show arrebatador que nunca vou esquecer. Sobre centenas de Chifrinhos, sobre baldes de águas e chuveiradas de mangueiras. Ninguém era esquecer o dia em que Sr. Ozzy Osbourne pisou em terra paulista, ou seja, em terra brasileira.

Todos artigos são publicados por Guilherme M, exceto onde os autores são citados