terça-feira, 31 de janeiro de 2012

5 discos que você deve ouvir de Ronnie James Dio



Até então, não tínhamos feito nenhuma homenagem ao Dio, e nada melhor comemorar com uma lista especial do músico. Começando pelo tímido ELF, passando pela pauleira do Rainbow, desafiando o heavy metal com o Sabbath, cantando Holy Diver durante mais de uma década e terminando nos braços do raro Heaven And Hell, vamos conhecer os cinco discos que melhor representa sua carreira excelente que foi corrompida em 2010.

Elf - Elf ( 1972 )



Quando ainda era Ronald Padavona o ELF foi uma ótima banda dos ouros anos da década de 70. Eu poderia muito bem escolher Carolina County Ball e Trying to Burn The Sun, mas o primeiro disco apesar da capa bisonha que ele tem é excelente. A voz do músico e guitarra começariam a partir daquele dia um namoro duradouro. Para quem gosta do bom Blues - Rock de antigamente, vale muito a pena.

Rainbow - Long Live Rock N Roll ( 1978 )


Para mim esse disco já é uma pérola em todos sentidos. É o último álbum do Dio no Rainbow e terminou como começou, no bom e velho rock n roll. Foi bom ver como a dupla com Ritchie Blackmore foi produtiva. A cereja do bolo estava formada e nisso deu em clássicos como " Rainbow Eyes " e " Lady Of the Lake " além de conter o hino " Long Live Rock N Roll " . Era um Deep Purple com um tal de Ronnie James Dio.

Black Sabbath - Heaven And Hell ( 1980 )


Em 1979 o improvável tinha acontecido : Ozzy Osbourne saíu do Black Sabbath. Era um poço sem fundo para os dois e precisavam de um toque para mudar tudo. Ozzy ganhou o seu e o Sabbath também, ganhou Dio que depois de se reunir com Tony Iommi, Geezer e Bill Ward pois o nome da banda nas paradas novamente. Heaven And Hell superava qualquer trabalho do cara até então e é  indispensável no mundo do som pesado. Ele é arrasador do começo ao fim, de " Neon Knights " a " Lonely Is the Word ".

" Die Young " mostra porque é maravilhoso.

Dio - Holy Diver ( 1983 )


Depois de Heaven And Hell e Mob Rules no Sabbath, entrou em carreira solo. E como esqueceria a sua primeira obra - prima longe de Blackmore e Tony Iommi ? Holy Diver logo de cara entrou nas paradas mundial com a faixa titulo e " Rainbow In The Dark " . A temática de dragões, donzelas, calabouços e castelos estava longe de ser deixada por sua voz rasgante .

Heaven And Hell -  Neon Nights  : 30 Years of Heaven And Hell ( 2010 )


Heaven And Hell, o primeiro álbum do Sabbath com a era Dio é tão bom que virou uma banda. Se realizou nos últimos suspiros do vocalista, só que em vez do grande Bill Ward, o ótimo Vinny Appice que sempre acompanhou o músico em sua carreira solo assume a bateria da banda. The Devil You Know foi o único  trabalho deixado pelo grupo, mas não é um que faz jus a esse encerramanto e por isso, como não é de costume abro uma exceção. 30 Years Of Heaven And Hell é um grande compacto ao vivo , realizado no festival Wacken Open Air na Alemanha, reúne tudo de bom que Dio e sua era nos deu.

Menção Honrosa :

Dio - The Last in Line ( 1984 )

Sucessor de Holy Diver, Last In Line foi muito bem aceito pelos fãs e principalmente pela crítica. O Dio estava impossível e sua banda também, Vivian Campbell é um ótimo guitarrista e para quem é fã sabe que esse não é qualquer titulo.

É impossivel você não sair da cadeira e não fazer aquele famoso " chifrinho " com o clássico abaixo...


Até a próxima


quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Área Rock N Roll

Fala pessoal.

Hoje não é nenhum post sério, e sim só para anunciar a Área Rock N Roll, que é um blog divulgador especialmente para blogs de Rock. O projeto foi idealizado por mim e já está bastante tempo na cena, por isso, vejam e apoiem nossa ideia.


Até a próxima e aguardem novas novidades como nossa próxima lista e um novo templante


sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Entrevista com a banda Perverse



Hoje escreverei de mais uma banda. Na verdade não viveu nos anos 70 e 80, não tem nenhum álbum no topo das paradas,  e também uma legião de fãs enorme. Mas enfim, o Perverse é um grupo que lançou seu primeiro álbum no ano passado. Too Much is Never Enough  traz Piau ( Vocal ), Silver ( Guitarra ), Mestre ( Guitarra ), Murilo 240 ( Baixo ) e Demir Luzzi ( Bateria ). O álbum trilha muito no Heavy Metal, lembrando muito bandas como Accept, Saxon, não soando tão pesado quanto porque tem um “ que “ de Hard Rock, já no ritmo do UFO.

Com 7 faixas no disco, percebemos uma banda entrosada. A cozinha é super bem feita, as guitarras são bem elaboradas e o vocal é fiel. Eles tem a fórmula do Heavy Metal atual, e não deixa de lembrar grupos de 20 anos atrás.

As peças que mais me chamaram a atenção foi a pegada de “ Mean Machine “ e “ Anne “, que são ótimas. É esse espírito que precisamos do nosso rock nacional, pena que o Peverse segue os passos de seu ídolos mas espero ver bandas cantando em português.

O Peverse é uma ótima pedida, se você é um amante do Metal, não deixe de ouvir. Agora fiquem com sua entrevista :

Quais são as principais influências da banda ?

Silver: Nós consideramos "influências" apenas como influências. Não queremos parecer com as bandas que nos inspiraram. Mas, entre nossas influências, estão bandas como Mötley Crüe, Kiss, W.A.S.P., Motörhead, Skid Row, AC/DC, Black Sabbath, Metallica, entre outras.

Murilo 240: O Silver disse umas das pricipais, mas com o passar do tempo outras influências vão aparecendo e formando um novo som. Nós 5 temos gostos diferentes que podem se tornar influência no futuro. Tirando as coisas gays tipo Poison, Pretty Boy Floyd e derivados. Esses sons só vão se tornar influência apartir do momento que começarmos a fazer orgias gays.

Mestre: Falar das influências da banda é um pouco complicado, pois cada integrante possui uma influência diferente, porém cada um coloca sua influência na banda da forma que cabe. Também possuímos influências em comum como AC/DC, Kiss, Led Zeppelin, Alice Cooper, Motörhead, entre outras do gênero.

Tem alguma banda desse atual cenário que vocês podem indicar além de vocês ?

Mestre: Sim, Perverse. Um dia eles dominarão o mundo.

Silver: Há uma banda muito boa, com uns caras massa pra caralho, chamada Perverse. Eles tocam um Rock doido. Se não conhecem, acessem: www.perverserock.com

Murilo 240: Perverse é massa, o Rock deles é maneiríssimo, mas não é pra meros mortais. É só pra quem é Rock n' Roll mesmo. Ey poderia apontar o dedo pra uma banda também, mas aí eles achariam que é pra fio terra e a coisa não ia ficar boa.

Vocês têm grandes influências e uma visão bem ampla do Rock, já pensaram em fazer um disco cover? E cite alguns clássicos que estariam nele.

Murilo 240: Já conversamos sobre isso uma vez e chegamos à conclusão que faríamos cover de nós mesmos. Gravaríamos álbuns fazendo covers de nós mesmos também, só que cheio de músicas inéditas.
Silver: O nosso próximo plano é regravar o álbum "Too Much Is Never Enough", mas com outras músicas e letras.
Mestre: Sim, depois iremos regravar "Too Much Is Never Enough", porém será uma gravação ao vivo, e também cada integrante estará tocando um instrumento diferent. Até agora o que foi combinado seria eu na bateria, o Piau no baixo o Silver no vocal, e o Murilo e o Demir nas guitarras.

Na minha opinião, Too Much Is Never Enough seria bem aceito no movimento NWOBHM no inicio dos anos 80. Se vocês tivessem que escolher, gostariam de ser uma banda brasileira nos anos 80 ou uma americana nos dias de hoje?

Murilo 240: Não sei. Não é porque é dos EUA que é bom, nem porque é do Brasil que é ruim. No Brasil tem muita banda boa, acredito que elas batam de frente com as dos EUA. O
problema aqui é que não tem muito espaço quanto nos EUA quando o assunto é Rock n' Roll. Mas por outro lado é bonito ver uma banda Brasileira representando lá fora.
Silver: Hoje em dia, nos EUA, teríamos mais oportunidades. O cenário brasileiro na década de 1980 tinha muita coisa boa, mas era cascudo pras bandas que se arriscavam a fazer sucesso. No passado, tudo era mais difícil, não só no Brasil.
Mestre: Os dois cenários são complicados, porém seria menos ruim ser uma banda norte americana nos dias atuais, porque o espaço lá para este estilo de musica sempre foi um pouco mais aberto, e também. Apesar de que o Rock estava no auge também no Brasil nos anos 80, os meios de comunicação neste período eram complicados, o que dificultaria mais o trabalho.

Porque Too Much Is Never Enough (Demais nunca é suficiente)? Quer dizer que estarão fazendo discos e mais discos para os próximos anos?

Silver: Eu não consigo pensar em um nome melhor pra definir o nosso trabalho agora. Eu acredito que o título de uma obra deve definir a obra. E nós estamos sempre querendo mais, procurando por mais, desejando mais e fazendo o possível pra ter mais. Uma banda, principalmente aquela que quer atingir o sucesso, nunca deve achar que algo é suficiente.

Murilo 240: Na verdade é pra tudo isso. Nada pra gente é suficiente agora porque estamos procurando por mais e mais. Estamos procurando por mais criatividade, mais experiências, mais conhecimento, mais farra, mais show, mais motivos pra gargalharmos, mais motivos pra zuarmos os outros, mais amigos, mais aventuras, mais músicas, mais peso, mais atitude e mais mulher gostosa pra mostrar os peitos em nossos videoclipes.

Mestre: O título deste CD na verdade é o que move a vida. Se um dia você achar que o que tem ja é o suficiente, você para de sonhar e de lutar por novas conquistas, logo nada será o suficiente para nenhum de nós, NUNCA.

Naquela época a MTV apostava muito no Rock, e muitas bandas começaram a fazer sucesso por causa dela. O Guns N' Roses por exemplo teve dois singles de Appettite For Destruction e foi um estouro. Você acha que ela pode a voltar as origens e fazer o pé de meia de outras bandas, como o Peverse? Ou vocês querem se divertir e não se importar com o sucesso?

Silver: Um músico que não procura sucesso com seu trabalho deve manter suas composições guardadas. Há um grande conjunto de fatores que movem um artista e o sucesso deve estar no meio deles.

Murilo 240: Na verdade toda banda, por mais tr00 que seja, espera fazer sucesso um dia, tocar em grandes festivais e viver disso. O sucesso faz parte da diversão, saca? A MTV ainda passa bandas de rock (alguns vão falar que o que passa lá não é rock, mas vocês entenderam) e acho que sempre vai passar, o estilo é que vai mudando. Mas quando estivermos dominando o mundo eu tenho certeza que a MTV vai passar a gente até mandar parar.

Mestre: A MTV já deixou a algum tempo de "propor" o que fará sucesso ou o que não terá repercursão na mídia. Hoje a MTV corre atrá das coisas que são destaque na internet. Um artista que quer fazer sucesso hoje deve ter um bom plano de mídia social, que é onde realmente a coisa funciona, e é onde o Perverse trilha seu caminho.

Creio que vocês sempre apoiam festival independente. Falta mais divulgação, participação e aposta sobre eles? Para que possam ter um público maior?

Murilo 240: Falta ter o Perverse em todos os festivais. Isso sim leva muita gente pros festivais e garante o sucesso.

Silver: Nem precisaria de divulgação.

Mestre: Apoiamos sim os festivais independentes, porém acho que deveria ter menos picaretagem por parte dos organizadores que pegam toda a grana do festival, não fazem nenhuma divulgação, não repassam nenhuma grana para a banda e não cumprem 90% das promessas feitas para a banda, chegando ao cúmulo de não ter os equipamentos necessários para realizar o evento e ter que pedir equipamento emprestado para a banda.

Vocês têm a caracteristica de serem das antigas e apresentarem LPs e discos ou preferem a internet ou CD como fonte para música?

Murilo 240: Eu baixo música na internet, depois compro o cd se eu curti. Também tenho alguns vinis que curto escutar.

Silver: Internet é boa pra conhecer as bandas. Depois, comprar o material é a lei. O vinil tem mais qualidade de som, mas o CD é mais prático.

Mestre: Em todos os parâmetros eu particularmente prefiro músicas de cds, eles tem uma boa qualidade de áudio e duram muito mais que um LP, sem considerar a chiadeira que fica se você não possuir um bom player.

Pensam em fazer algo mais fora do Heavy Metal e Hard Rock, como um Blues, Punk, Progressivo ?

Murilo 240: O Perverse na verdade é um Hard Rock que soa como Metal mas parece punk sujo de garagem.

Silver: Estamos trabalhando em versões Techno de algumas de nossas músicas, enquanto outras estão sendo compostas em versão de canção de ninar. Temos que dominar as raves e as crianças também.

Mestre: Na verdade, se você prestar bastante atenção no CD, vai perceber que as influências fora do Hard/Heavy estão bastante presentes no CD do Perverse, por exemplo o flerte com o blues em Dare You To Know Me, a pegada mais suja de Perverse e a passagem por um solo com progressão dentre outras influências fora do Hard/Heavy.

E por fim, expectativas para esse ano e o nome do segundo disco? 

Silver: Os planos do Perverse para o ano de 2012 já estão traçados. Faremos um mega show previsto pelos Maias no dia 21/12/2012. O Murilo 240 e o Mestre vão contar do evento.

Murilo 240: Em 2012 vai acontecer um mega show nosso patrocinado pelo cramulhão do pé redondo. Pra quem não sabe, o nosso baterista, Demir Luzzi, é filho dele, e foi o próprio que fechou esse show. Os evangélicos/católicos esperavam pela volta do Anti-Cristo e com ele o juízo final, mas o que eles não sabem é que NÓS que vamos trazer o juízo final e condenar todos ao inferno com o nosso último show que vai ser visto por 7 bilhões de pessoas no dia 21/12/2012. Nesse dia vai ter as caixas de som mais potentes que ninguém nunca viu, vindas diretamente do inferno. O som vai ecoar pelos 7 mares enlouquecendo todas as criaturas do mundo com nosso peso. Telões imensos com nossa logo irão aparecer no céu para transmitir nosso show na íntegra. Quando o show acabar, o mundo como conhecemos não será mais o mesmo, os 7 pecados irão reinar e irá surgir uma nova era baseada em uma nova bíblia. Essa bíblia será nosso CD, que será lançado logo depois do juízo final, e se chamará "Perverse putting in world's asses".

Mestre: Isso que o Murilo240 acontecerá a fio, e o que devemos deixar claro é que a banda foi formada justamente com esse intuito. Se você pesquisar sobre a história da formação da banda no site www.perverserock.com você verá uma história um tanto quanto diferente. O que será revelado agora, exclusivamente para este blog, é que, no momento em que o pai do Demir Luzzi (o "tranca-rua") ficou sabendo que o Demir tinha sido convidado a fazer parte da banda, o próprio Belzebu incentivou a sua entrada para o grupo, assim nós teríamos a missão de trazer o Apocalipse conosco. E logo o Safadão já tratou de colocar o Piau e a mim no caminho da banda para que assim fosse possível montar a melhor banda do mundo e a única com culhões para tocar para uma platéia de 7 bilhões de pessoas e com som tão potente para arruinar todo o mundo.


domingo, 15 de janeiro de 2012

Scary Monsters, tímido mas impressionante



Depois da famosa trilogia de Berlim, David Bowie entrou em seu mais novo projeto : Scary Monsters (and Super Creeps). A trilogia tinha sido marcado por Bowie largar seu personagem Zigg Stardust e entrar de vez em sua verdadeira carreira solo. Stadurst tinha virado lenda, agora o lema era Heroe.

Scary Monsters foi lançado em 1980 e apresenta o mesmo ritmo da trilogia. O Rock eletrônico foi preservado como sempre, o New Wave foi apresentado e o Pop Rock também, não os de hoje em dia, mas sim daqueles no estilo dos suecos  ABBA. A primeira parte de “Its No Game “ abre o disco, a segunda fica pelo final, na primeira Bowie solta a voz e mostra seu timbre.  Mas o que chama atenção na abertura de Scary é sem dúvidas “ Up The Hill Backwards “, para mim é um dos clássicos escondidos do Rock, que gruda da cabeça e demora para sair. A faixa titulo vem logo em seguida, mas é ofuscada pelo brilho de “ Ashes to Ashes “ que por surpresa a conheci  através de Mr. Ozzy Osbourne, que disse em uma de suas entrevistas que é uma de suas músicas preferidas.


'' Fashion “ encerra o lado 1 do álbum e a ótima “ Teenage Wildlife “ começa o lado 2, traz novamente a guitarra de Robert Fripp, que fez um trabalho maravilhoso em Heroes.  Fripp que fora guitarrista do King Crimson, faz belas passagens de guitarra na faixa, mostrando uma de minhas preferidas e dos fãs. “ Scream Like a Baby “ não surpreende porque Bowie causa a mesma sensação em cada álbum, a sensação de estranheza. A idéia de regravar uma música também foi feita, “ Kingdom Come “  foi escrita e tocada por Tom Verlaine, e Bowie fez uma ótima interpretação.

Scary Monsters encerra com interessante “ Because Your Wrong “  e por fim a segunda parte de”  It´s No Game “, nessa mais calma e relaxada do que a primeira. Depois do compacto, Let´s Dance é lançado e se volta mais para a fase 100 % pop do músico. Para muitos críticos e fãs Scary Monster é o último álbum lançado, e que depois o bom gosto foi perdido.

É legal ver como Bowie faz mudanças em sua discografia, analizando ao todo, temos sua fase Rock Teatral com o grande Zigg Stardust and The Spiders From Mars (50 discos que você deve ouvir antes de morrer ), fazendo uma mistura ainda de piscodelismo com folk, que só o cara conseguiu. Também levando o Funk ( antigo e dos bons ) nas costas, um exemplo de suas  pérolas insdicutíveis é Diamond Dogs.

O fato do artista ter se tornado músico de discoteca não impede de você aprecia – lo. Sua carreira é extensa e devemos conhece – lo melhor, pois como Scary Monster, não é o seu disco em que todos se referem. É um álbum ótimo, pórem, tímido. Para mim é um registro excelente para relaxar e curtir uma boa música. Ele não podia lançar um sucessor de sua trilogia abaixo da média, fez o barulho e levantou os monstros.

" Eu queria provar o poder de sustentação da música "



Até a próxima e aproveitem o novo visual

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Van Halen ressurgindo


O Van Halen já tinha anunciado seu novo disco. Sem nome e muito mesmo sem data ( pelo que eu saiba ) a banda lança o seu single, Tattoo. Com a volta de David Lee Roth o músico se mostra bem carismático no clipe, assim como Eddie Van Halen, lembrando muito a década de 80. A música é bem simpática, mas esta longe de ser uma obra - prima. Não vamos levar isso de fato, vamos analizar que é muito bom ver o Van Halen reunido novamente, mesmo sem Michael Antonhy, que se apresenta com o Chickenfoot.

Antes de apreciar o novo single do grupo, pire com esse clássico maravilhoso




domingo, 8 de janeiro de 2012

700 pérolas do Thin Lizzy achadas




Nesses dias recebi uma notícia de um amigo. Gabriel Albuquerque, um dos editores do grande Metropolis Music me mandou uma noticia postada por ele no blog sobre o Thin Lizzy.  Grande Lizzy que foi uma das bandas mais importante da década de 70. Com seu Rock cru e seco, direto ao ponto, reluzindo a própia década, a banda foi muito importante.

Mas vamos ao que interessa e saber sobre a notícia. Foram achadas 700 músicas do grupo não divulgadas, nem  a declaração de James Hetfield do Metallica que segundo o músico, eles tem mais de 1000 riffs de guitarra escritos, ganha dessa. Pare para pensar, já pensou se sai mais um clássico do Box que a produtora está pensando em fazer ?

Pena que não podemos ver Phil Lynott, Scott Gorham, John Sykes e até o mestre Gary Moore juntos. O conjunto teve uma formação não provisória em sua carreira, e por isso teve a oportunidade de mostrar ao  todo uma quantidade muito grande de músicos excelentes. Direto de Dublin, o Rock Irlandês nunca foi o mesmo no ano de 1969.

Os garotos voltaram....



Post também encontrado na Comissão do Rock
Todos artigos são publicados por Guilherme M, exceto onde os autores são citados