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quinta-feira, 20 de março de 2014

Screaming Trees


Quando pensei em escrever esse texto, lembrei de um post que havia postado a um bom tempo. É como cuspir em estranho falava de minha crise de não ouvir novos sons e tentar orientar aqueles que estão entrando nessa " depressão " musical. Estava perdendo aquela ânsia de procurar coisas novas, e mesmo sendo um período passageiro, não é bom para qualquer fã de música e principalmente de Rock. Para quem não sabe, não consigo ouvir as mesmas bandas que ouvia antigamente. Sou fã declarado de Led Zeppelin, mas faz muito tempo que não ouço a banda. Não consigo mais engolir, e assim, vivo dependendo de músicas novas. Deixando bem claro que sempre gostarei de Led Zeppelin. Mas o meu auge com a banda, realmente se foi. E fico ainda mais tranquilo que Robert Plant depois de algum tempo não conseguia mais cantar em seus shows " Stairway To Heaven , que apesar de ser linda e um clássico, já deu o que tinha que dar.

E ai que entra o Screaming Trees, uma banda norte - americana formada em 1985. Ela faz parte do cenário alternativo do final da década de 80, tendo seu auge nos anos 90, perdurando até o começo dos anos 2000. Descobri eles recentemente, e ultimamente tenho ouvido bastante os caras. Mark Lanegan ( vocalista ), Gary Lee Conner ( guitarrista ), Van Conner ( baixista ) e Mark Pickerel ( baterista ) deixaram um excelente rastro na história do Rock. São três ótimos álbuns recomendadíssimos. O primeiro é Sweet Oblivion de 1991, o meu preferido, que conta com os destaques de " Nearly Lost You " e a balada " Dollar Bill ". Uncle Anesthesia também de 91 tem a presença da ótima pedreira de " Bed Of Roses ". Já Dust de 1996, " Sworn And Broken " é a melhor pérola.

O Screaming Trees terminou em 2000 e nem por isso deixou de ser marcante. Mark Lanegan é um grande vocalista, que deixou uma inconfundível marca. Recomendo a todos embarcarem na onda do Screaming Trees, onde certamente servirá de inspiração para procurar coisas novas ou velhas, mas que sejam extremamente boas.



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Minha falta de tempo vem me atrapalhando para deixar o blog atualizado. Mas dessa vez, conto com a colaboração de Pedro Sodré, que deixou sua marca nos três últimos posts do blog.

Aproveitem !

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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Mixtape : R.E.M


O R.E.M é uma das poucas bandas que deixam saudades nos dias de hoje. Após 30 anos de carreira, merecem mais do que nunca o reconhecimento de uma grande banda de Rock N´Roll. O Destroyer elegeu 5 pérolas para você começar a ouvir esse incrível grupo norte - americano.

Radio Song - Out Of Time ( 1991 )

Radio Song da inicio a um dos grandes álbuns da banda, Out Of Time de 1991. A letra e a melodia marcantes e bem produzidas marcam um dos belos refrões do disco e da carreira do grupo. Michael Stipe na época gostava muito de um rapper chamado KRS - One, e acabou o chamando para fazer o backing vocal da pérola.

Shiny Happy People -  Out Of Time ( 1991 )

Shiny Happy People também é de Out Of Time e sem dúvidas é uma das músicas mais conhecidas do REM. Cheio de palavras alegres e doces, Shiny Happy People, como o título já diz, é uma canção feliz, feita com uma única proposta : Levantar as pessoas para cima. Com participação da cantora Kate Pierson se tornou um clássico em pouco tempo.

Everybody Hurts - Automatic For The People ( 1992 )

Se um ano antes eles fizeram uma das músicas mais alegres dos últimos tempos, Automatic For The People marca uma das canções mais tristes. Everybody Hurts chocou muita gente por sua intensidade. O riff choroso da guitarra de Peter Buck se casa com a linda voz de Michael Stipe, formando um coro maravilhoso. Indispensável.


" A banda em 1980. Da esq. para dir. O guitarrista Peter Buck, o cabeludo Michael Stipe, o nerd Mick Mills, e por fim, o baterista Bill Berry "

Bad Day -  The Best of R.E.M. 1988–2003 ( 2003 )

Bad Day já estava a muito tempo composta pela banda, mas só foi lançada oficialmente no ano de 2003 em uma das compilações do grupo. No caso foi The Best Of R.E.M. 1988 - 2003, onde reunía grandes faixas do conjunto de 1988 até 2003. Cheio de duplos sentidos, Bad Day é um Rock dançante bem legal com um refrão um tanto grudento. Serviu de inspiração para o clássico abaixo.

It's The End Of The World As We Know It - Document ( 1987 )

Eis aqui  um dos maiores clássicos do Rock indiscutivelmente. It´s The End Of The World marcou toda uma geração por sua letra melancólica, triste, empolgante, bonita, esquizofrênica. A muito se pergunta dos famosos nomes presentes na letra como o general Leonid Brezhnev, o comediante Lenny Bruce e o crítico Lester Bangs. Segundo o vocalista Michael Stipe, estava sonhando uma festa aonde as pessoas presentes tinham em suas camisetas as iniciais L.B. Ao certo não sabemos de nada, mas o menino do clipe já diz tudo. Se o mundo acabar, temos que nos sentir bem.

Stipe e o baixista Mick Mills se superaram.



Bis : Losing My Religion - Out Of Time ( 1991)

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terça-feira, 30 de agosto de 2011

Entrando no mundo de Sufer Rosa



Em 1988 o Pixies estava no seu segundo álbum, que seria mais uma grande pérola do Rock. Sufer Rosa chega e de cara mostra que os Pixies é uma grande banda, e bota grande nisso.

Quando lançado não foi um grande sucesso, mas é amado por muitos e foi super bem critícado, ganhando listas e listas. Kurt Cobain, Billy Corgan e outros artistas afirmavam que o disco sempre foi uma grande fonte de inspiração. Depois do bom e primeiro álbum da banda " Come On Pilgrim " decidiram fazer um trabalho de longa escala, e para isso, contrataram  Steve Albini, que fez uma baita de uma produção, bem típico de bandas ao estilo. Black Francis, Kim Deal, Joey Santiago e David Lovering arrebentaram e trouxeram uma das muitas e ótimas obras do Rock Alternativo.

Começando com a quebradeira de " Bone Machine " que trazia um entrosamento gigante da cozinha da musa Kim Deal e David Lovering, e sem esqueçer  da voz de Black Francis. Ainda na quebradeira, a banda vem com "Break My Body  ", " Something Against You " e " Broken Face ".

Depois dessas  Kim Deal vem a brilhar em sua composição que conquista, " Gigantic " é uma das minhas músicas preferidas do conjunto. A musa em uma voz brilhante detona junto com seu baixo nessa grande música. E não demora para mais um clássico aparecer, depois de " River Euphrates " ( eles sempre costumavam a por em seus álbuns canções com nomes latinos ) a contagiante " Where Is My Mind " chega com tudo, tendo a grande presença e voz de Black Francis. " Cactus " vem logo em seguida e chama atenção pelo seu ritmo pulsante.


" A gata e musa Kim Deal "

" Thony´s Theme " volta a pancadaria relembrando bem um Judas Priest devido a semelhança da voz entre Francis e Rob Halford. Já " Oh My Golly " é mais rápida do que Thoys´s Theme e " Vamos " vem ainda para lembrar a banda com seu jeito latino.  " I'm Amazed " e " Brick Is Head " terminam o compacto, esta última com uma guitarra bem detalhada e ótima de Joey Santiago.

Recomendo todos a ouvirem esse álbum. Quem gosta de uma quebradeira vai adorar, porque ´foi bem produzido e tocado pelo auge do grupo e do bom Rock Alternativo que todos nós conhecemos. O disco seguinte " Doolittle " é tão fiel a esse que vão gostar também.

Sua capa causou bastante polêmica. Uma mulher com os seios mostrados, mas o Pixies sempre foi aquela banda de chamar atenção, indiferente de muitas. A imagem de abertura do post esta censurado por alguns motivos, devido a prêmios e parceiros, mas no Google você terá melhores.

Algumas curiosidades do disco podem ser vistas, na época a distribuição dos Estados Unidos foi feito por uma empresa que errou. Sufer Rosa falhou e o único single a ser posto foi " Gigantic, e "I'm Amazed " começa com uma conversa entre Black Francis e Kim Deal que foi pega durante as gravações.


" Cadê minha mente ? "

Uma boa já citada é que Kurt Cobain tirou inspiração para a jornada do clássico de Nevermind, e não é a toa que contratou o grande produtor Steve Albini para In Utero. Billy Corgan já foi mais adiante e além de pegar o som da bateria para estudar e treinar no estúdio elementos técnicos. Como ele diz : " É Rock sem falhas, me faz mover ".

Sempre gostei dos Pixies, é uma das grandes bandas do bom e famoso Rock Alternativo. Sempre que puder venho aqui e falo mais dessa banda, inclusive um grande especial. O show do grupo no grande festival SWU realizado no ano passao foi brilhante. O peso e a qualidade deles em palco é muito grande, estou sempre disposto a ouvir a banda ao vivo do que sua forma em estúdio.

Até o próximo post e esperem por muitas novidades.


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Todos artigos são publicados por Guilherme M, exceto onde os autores são citados
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