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segunda-feira, 4 de novembro de 2013

5 discos que você deve ouvir do AC/DC


O AC/DC de longe sempre foi uma das bandas mais amadas do Rock N´ Roll. Chega a ser unanimidade o legado que os australianos deixaram para o mundo. Começado a carreira nos meados dos anos 70, não demorou muito para que os irmãos Young e cia chegassem ao sucesso mundial.

High Voltage - 1976


Para vocês entenderem bem, existem dois High Voltage. O primeiro foi o álbum de estréia, lançado em 1975 apenas na Austrália. O High Voltage de nossa lista é de 1976, o terceiro trabalho da banda e o lançamento internacional do AC/DC, completamente diferente que o primeiro. O disco é praticamente igual ao TNT ( 1975 ), só que com uma música exclusiva, Little Lover, e a aparição de She's Got Balls, que seria a primeira faixa do AC/DC em sua história. 
Representando o começo e a melhor forma do Hard Rock setentista, senhoras e senhores, High Voltage é muito bem representado por It's a Long Way to the Top (If You Wanna Rock 'n' Roll) e TNT ; dois grandes clássicos dos australianos.

Obs :  Primeira capa com o nosso protagonista e querido guitarrista Angus Young. 

Dirty Deeds Done Dirt Cheap - 1976


Dirty Deeds Done Dirt Cheap foi lançado primeiramente na Austrália em 1976, e mais tarde, relançado nos EUA. O disco marcou juntamente com TNT ( 1975 ) a conquista de milhares de fãs sobre a primeira turnê mundial da banda. O disco é excelente do começo ao fim, da faixa - titulo, passando pelos braços da calorosa Ride On e terminando na majestosa Jailbreak. 

Obs :  Uma das capas mais estranhas que eu já vi. 

Highway to Hell - 1979


Highway To Hell de certa forma marcou o auge de Bon Scott no AC/DC, e pode se dizer também, da banda. O clássico começa com um dos verdadeiros hinos do Rock N´ Roll, que para muitos é a melhor música dos caras. Na verdade, só ela já vale o posto nessa lista. 

Obs : O último álbum de Bon Scott, que no mesmo ano veio a falecer.

Back in Black - 1980


Depois da morte do mestre Bon Scott, o AC/DC encerraria suas atividades em pouco tempo. Talvez os irmãos Young não aguentariam seguir em frente até que o desejo de Scott foi realizado : Brian Johnson nos vocais e a banda lançando um álbum. Não pense que é apenas um disco, é o disco. 
O que falar de Back In Black ? Simplesmente nada, pois sua história já diz tudo. Hells Bells, Back in Black e a fantástica You Shook Me All Night Long fazem dele um dos maiores discos da história do Rock.

Inclusive, está presente na nossa lista especial, 50 discos que você deve ouvir antes de morrer.

Obs :  Luto por Bon Scott. A capa está toda em preto para homenagear o eterno vocalista do AC/DC.

Black Ice - 2008


Depois de anos e anos sem lançar nenhum álbum, Black Ice revigorou o AC/DC de uma forma inimaginável, culminando assim, em uma enorme e excelente turnê pelo mundo. Quem disse que o auge passou, estava muito enganado. Black Ice é um ótimo disco com os destaques de  Rock 'n' Roll Train, Skies on Fire e Anything Goes. 

Depois dessa, o AC/DC já poderia terminar a carreira feliz da vida.


Menção Honrosa :  

TNT - 1975
Who Made Who - 1986
Let There Be Rock - 1977
The Razors Edge - 1990

Espero que tenham gostado. Voltem sempre e AC/DC sempre : )

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domingo, 17 de março de 2013

Deep Purple - Olha o que vem por ai !



E não é que a ideia do Deep Purple parar está longe da cabeça dos integrantes ? A banda anunciou para o fim de abril o disco Now What ?! pela gravadora EarMusic. O último trabalho dos  britânicos foi o ótimo Rapture Of The Deep ( 2005 ) que terá a mesma formação em Now What ?! : Ian Gillan, Steve Morse, Roger Glover, Ian Paice e Don Airey, ou seja, o bom e o velho Purple se revigorando. As 11 músicas do álbum já estão selecionadas, inclusive alguns bons petiscos já foram divulgados, como você vê abaixo.

Vamos aguardar.





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domingo, 25 de novembro de 2012

Kiss - Monster


O Kiss sempre dispensou comentários de qualquer fã de Rock, até porque a gente tem uma relação profunda com a banda, sendo que o nome do blog foi inspirado no maior clássico do grupo, Destroyer ( 1975 ). Sua discografia grande e ótima marcou gerações, deixando clássicos indiscutíveis da década de 70 e 80. É certo que a banda nunca andou as mil maravilhas. Lançaram alguns discos bem tranqueiras durante esses anos, mas não tem como negar que desses álbuns, duas ou três músicas você acaba adorando. O único erro que o grupo cometeu em sua carreira foi tirar as famosas máscaras na metade da década de 1980.

Isso é o de menos, perto de sua qualidade, os fãs aos poucos foram se acostumando até que o conjunto se tocou da cagada que vinha fazendo e resolveu voltar com elas. Além dos integrantes serem bem feios ( Paul Stanley é o que diga ) não era exatamente o Kiss nos palcos. Estava tudo ali, efeitos pirotécnicos, fumaças, fogo e muito sangue por parte de Gene Simmons, mas não era o verdadeiro Kiss que conhecemos. A essência estava se perdendo.

Águas passadas, certo ? Depois de três anos do bom Sonic Boom, aqui estamos mais uma vez ouvindo o que os norte - americanos estão aprontando. Monster foi lançado recentemente e já guarda uma ótima aceitação de seus fãs, que é o que realmente importa. 

Monster é um disco completamente Hard Rock original. Aqui não se manifesta nenhuma balada, diferente de Music From Another Dimension ( também lançado recentemente ) do Aerosmith. Já ficou até meio chato repetir sempre as mesmas frases, mas fazer o que ? Monster é Rock N ´Roll puro, sem erros.


O show começa com " Hell Or Hallelujah ", contando com um riff poderoso vindo da guitarra de Tommy Thayter.  Assim você já resume o novo álbum da banda. É o Kiss que conhecemos, aquele mesmo, dando um ar de nostalgia e talento, porque fazer um álbum novo com mais de 30 anos de carreira, é para poucos. " Wall Of Sound " e " Freak " são um tanto grudentas, " Back To The Stone Age " , " Shout Mercy " continuam no ritmo e " Long Way Down " e " Eat Your Heart Out " são minhas preferidas, essa última lembrando muito os clássicos " Lick It Up " e " Heaven´s On Fire ", com a voz única de Gene Simmons, misturado aos solos fantásticos de Tommy Thayter, sem esquecer do refrão marcante regado a voz de Paul Stanley e da bateria maravilhosa de Eric Singer.

" The Devil Is Me " e " Outta This World " chegam logo em seguida, abrindo as portas para o novo clássico do Kiss, a elegante " All For The Love Rock N´Roll " onde o grupo não perde a chance de admitir sua paixão pelo Rock. " Take Me Down Below " e " Last Chance " encerram mais uma bolacha do conjunto.

Monster também segue sobre aquele lema. Está longe de ser uma obra - prima, como foi Destroyer ( 1975 ) Love Gun ( 1977 ) e Creatures Of The Night ( 1981 ) mas ainda sim é uma ótima pedida para os fãs e também para aqueles que gostam de um bom Hard Rock. Quem sabe daqui uns 20 anos, ele não vira um clássico ? Tudo pode acontecer. Sem medo de errar, Monster é um belo disco e sem dúvidas vai proporcionar grandes registros ao vivos feitos pela banda.

Para não ficar tão perdido assim, há bastante tempo já tinha uma lista do grupo andando por ai : 5 discos que você deve ouvir do Kiss. Como a lista foi feita a muito tempo, não liguem para os erros de português e sua estrutura, creio que conseguiram curtir o post numa boa.

Abraços !

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quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Aerosmith - Music From Another Dimension



Oito anos depois  de Honkin ´ On Bobo de 2004, o Aerosmith resolve lançar um novo álbum. Music From Another Dimension chegou recentemente e já divide uma boa recepção de seus fãs.

O que falar quando uma grande banda como o Aerosmith resolve lançar um disco ? Mais um de sua carreira consagrada que já passa dos 30 anos de atividade. A resposta é óbvia. Music From Another Dimension não conta com aquele velho Aerosmith, mas a energia, empolgação e atitude de todos esses anos junto, felizmente continua de mãos dadas. O álbum é divertido,  apesar de algumas tranqueiras é Rock N ´Roll como vocês conhecem, por isso, não tem erro.

Quando " Legendary Child " foi lançada antes do disco, eu já tinha uma noção do que o registro seria. A música é excelente, é dos restos ( apenas restos ) do bom Get a Grip de 1993. E quando uma banda dessas resolve resgatar uma faixa de seus anos dourados, a festa fica melhor ainda. Um exemplo disso foi o Van Halen com A Different Kind of Truth, está longe de ser uma obra - prima, mas ta valendo.

O álbum começa freneticamente com " Luv XXX " e " Oh Yeah ". É bom saber que existem músicas totalmente dispensáveis por aqui. Os maiores exemplos são as chatas " Beautiful ",  " What Could Have Been Love " e " Can´t Stop Lovin You " baladas em que a banda insiste em resgatar o público mulherio dos anos 90. Nada contra, até gosto de algumas baladas do grupo, mas a maioria eu não consigo engolir. A única que até que me simpatizei foi " Tell Me ". O compacto termina como começou, em pauladas certeiras como " Freedom Fighter ", " Closer " e" Something ", que certamente os amantes vão gostar.

O que devemos levar de lição é que o Aerosmith já escreveu sua história. O que certamente move o grupo a fazer discos é a paixão pelo Rock. E se tem paixão vindo deles, vale a pena, para os fãs mais revoltados da década de 70 aos mais apaixonados pelos anos 90.

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sábado, 3 de novembro de 2012

Slash - Rio de Janeiro ( 2012 )


Dentro os fãs do Guns N ´Roses, Slash sempre foi o mais querido e o preferido da turma. Seu carisma, figura e seu talento, fazem um homem artisticamente abençoado por deus. É um ícone da guitarra, fez parte de uma das bandas que mais marcaram o Rock, e ainda consegue levar o Brasil ao delírio com um espetáculo que sempre buscou oferecer. 

O objetivo de lançar um disco solo era planejado desde os tempos do Guns N ´Roses, porém, o guitarrista conseguiu esse feito só em 2010, com Slash e Friends. Contendo a participação especial de grandes artistas, incluindo o madman Ozzy Osbourne, o disco foi muito bem aceito, tanto pela crítica quanto pelos fãs. Em 2011 saiu Apocalyptic Love, mais uma prova que o guitarrista tem muita lenha para queimar. Um ótimo álbum,  recheado de Rock N ´Roll e solos frenéticos vindo de sua humilde Les Paul.

E já estamos aqui, no final de 2012. Slash, formando sua banda com Miles Kennedy ( Voz ), Todd Kerns ( Baixo ), Brent Fitz ( Bateria ) e um guitarrista base, se apresentaram na Fundição Progresso no Rio de Janeiro ( 2/11/12 ).

Abrindo o show com " Halo " de seu recente disco, começava ali para aqueles que estavam presentes uma noite que ficará difícil de esquecer. Logo em seguida, uma música bastante famosa de sua ex - banda ( Guns N Roses ), " Nightrain ". Depois de mais algumas de sua carreira solo, mais duas do Guns, " My Michelle " e " Rocket Queen ". A excelente " Not For Me " de Apocalyptic Love traz adiante uma ótima voz de Miles Kennedy, junto com  a ótima " Starlight ", que abriria portas para " Anastasia ", intercalando uma pequena passagem de Godfather ( Poderoso Chefão ).


O momento mais esperado sem dúvidas era " Sweet Child O Mine ", que quando o cabeludo andou para o meio do palco e as luzes apagaram, todos já estavam gritando. Então não preciso nem dizer quando ele começou a executa - la, os gritos entraram até em mim, que estava em casa assistindo pelo Multishow. Após o clássico, Slash, aproveitou para deixar uma do Velvet Revolver. " Slither " era a última do setlist.

O bis era óbvio. " Welcome The Jungle " cantada pelo baixista Todd Kerns, injetou mais uma dose de adrenalina nos presentes. E para finalizar a noite com chave de ouro, outro clássico. " Paradise City " deixou os fãs satisfeitos, com direito a uma ótima produção em seu final.

Não era o Guns N ´Roses. Era Slash que estava matando a saudade e promovendo seu bom estado musical. Vale cada centavo, cada esforço para ver esse gigante da seis cordas.

As únicas baixas do show foram a ausência da grande " By The Sword " de seu primeiro trabalho, e a bandeira do Flamengo que jogaram no palco e o músico pegou ( risos ).



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E saiu nossa mais nova lista especial :

50 discos ao vivo que você deve ouvir antes de morrer ( 2012 )

Veja também :

50 discos que você deve ouvir antes de morrer ( 2011 )

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quarta-feira, 20 de julho de 2011

Hard no ritmo do Rock - Final


Nossa querida série Hard no ritmo do Rock acabou e queria agradecer a todos que acompanharam de perto essa longa história sobre o Hard Rock ao longo dos anos.

Nem todas as bandas foram faladas e discutidas, mas pude transmitir grandes bandas que fizeram parte dessa história. Hard no ritmo do Rock teve mais de 1000 visualizações em todo seu conjunto.

Confira cada post no link abaixo :

Hard no ritmo do Rock

Fico feliz de quem tenha gostado. E agora fique com a nossa playlist especial.


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Até a nossa próxima série pessoal.

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sexta-feira, 15 de julho de 2011

Hard no ritmo do Rock - Parte 9


Eai ? Tranquilos ?

Hoje trarei Hard no ritmo do Rock - Parte 9, nosso penúltimo post da série. O post será especial, e vou falar de bandas de Hard Rock brasileiras, revigorando e divulgando nosso Rock Nacional aqui no blog.

Como falamos durante toda a série de bandas consagradas e internacionais, nada melhor que prestar uma homenagem a bandas do território brasileiro. A maioria não chegou ao seu estrelato, mas não significa que não podemos conhece - la, afinal, o Hard Rock e o Heavy Metal nunca foram o forte do Brasil durante as décadas.

A paixão do brasileiro pelo Rock sempre foi muito grande, guardamos uma legião gigantesca de fanatismo pelo Rock. Com a chegada do Rock In Rio em 1985 tudo aquilo ganhou mais peso, em especial nos anos 80, que também teve a presença de Legião Urbana, Cazuza, Barão Vermelho e entre outras.

Nos anos 70 foram os pioneiros, como Made In Brazil, Secos e Molhados, Os Mutantes, nosso poeta Raul Seixas e entre outros. O Rock Nacional foi forte nas décadas de 70 e 80, tivemos bandas que podemos classificar de " ROCK " e dos bons. Quem falar que o Brasil não fez Rock N Roll esta muito enganado !

Começamos com a banda "Platina". Formado no começo dos anos 80, a banda teve um reconhecimento mais precisamente na metade da década com o disco " Baratos e Afins ", na verdade mais como um EP. O Platina era a pura cara do Hard dos anos 80, só que na versão brasileira. O grupo pega o Hard Rock com bastante inflências de Whitesnake, Van Halen e outras pérolas.


Formado por Daril Parisi na guitarra, os irmãos Andria na voz e baixo, e o baterista Ivan Busic, a banda só foi completa quando Sérgio Semam completou o grupo, que passou de Prisma para Platina. O Hard Rock brasileiro nunca teve seu espaço no cenário do Rock Nacional, eu particularmente nunca gostei do Hard Nacional, a sonoridade pode ser boa, como o Platina faz, solos bem elaborados de guitarra, uma cozinha bem fiel, mas as letras são bem fracas. O Platina não passou daquele EP e teve vida curta. Cada um seguiu sua carreira, uns se juntaram ao " Ultraje a Rigor ", ao Wander Taffo e entre outros. O Hard Rock vai ser grande um dia no Brasil ? Espero.

A postura era uma das coisas que chamava atenção. Seguiam sempre os caminhos de seus ídolos. O " INOX " surgiu em 83 por Paulinho ‘Heavy’ Toledo na voz, Fernando Costa na guitarra, Sergis Capuano no baixo e um baterista que não deixou nome para aparecer em matérias. Depois foi substituído por Rolando Castelo Junior.

O INOX foi quase o mesmo caso do Platina, acabou cedo e morreu com um EP em suas mãos. Como uma banda de Hard dos anos 80, a banda gostava também de começar suas músicas com teclados como " Nuclear Attack ". Estava se preparando para uma grande turnê, mas morreu no caminho.

Diferente do INOX o " Golpe de Estado ", por enquanto, das citadas é a que mais fez sucesso das três, lançou inúmeros discos e ganhou o posto como a maior banda de Hard Rock Nacional. Como disse não sou fã do Hard Nacional e num gostei muito de seu som, mas presto minha homenagem.


Agora venho falar de um ótimo guitarrista chamado "Wander Taffo". Quando eu fazia aulas de guitarra, meu professor teve aulas com Wander Taffo, e ele me fez conhecer o guitarrista, que é muito competente. Wander Taffo é aquele termo " virtuose " brasileiro. Não sei exatamente suas influências, mas o som dele se assemelha bastante a nomes como Joe Satriani,  Yngwie Malmsteen e até Steve Vai. Depois de discos solos ele criou a " A banda Taffo " que é mais voltada ao Hard Rock.

Também vale conhecer " Rosa Tattoada ", conjunto representante do Rio Grande do Sul e " X - Rated ", banda carioca, ambos levando seu trabalho no começo da década de 90.

Bom, quem quiser conhecer bandas Hard Nacionais aqui esta meu acervo. Para escrever meu post e minha série fui inspirado pela série " Aqueles que ficaram para trás " escrito por  Ben Ami Scopinho que fez um post falando de bandas de Hard Nacionais. Veja aqui e confira um post mais completo porque o cara estudou mesmo e entende do assunto mais do que eu sobre essas bandas nacionais.

Um abraço a todos e até o próximo post.

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segunda-feira, 6 de junho de 2011

Hard no ritmo do Rock – Parte 8


Depois de nossa grande lista, hoje eu volto com nossa série Hard no ritmo do Rock. Mas não é um post tradicional como os outros em que falo de bandas, curiosidades, vídeos entre outros. Hoje o post é especial e se chama Perdidos pelo espaço !

Perdidos pelo espaço vai relatar bandas que ficaram para trás, ou seja, bandas que não fizeram o sucesso merecido ao longo de sua carreira. E a pergunta mais escutada é porque elas ficaram perdidas ? Apesar de terem feito sucesso em sua época, só são lembradas pelos guru, amantes e jornalistas do assunto.

Essa pergunta não é difícil e quando se começa uma banda e alcançar o sucesso tem que ter garra, talento e sorte. Faltou garra? Talvez, faltou talento? E muito, e se faltou sorte? Sim, é o que mais faltou. Alguns se perderam através de brigas, falta de talento, sorte, garra, problemas com gravadoras, hora errada e assim vai.

São inúmeras bandas que se perderam, então é impossível mostrar todas nesse post. Mas mesmo assim nossa intenção é das melhores, e por isso vou tentar relatar algumas delas.



Começamos la pelos anos 60 e 70. Como sabemos o Hard Rock era pouco motivado, e sua definição era Atitude de mais e menos frescura. O Humble Pie era uma ótima banda que ao longo sua carreira uniu o Rock com a qualidade.

Mesmo o grupo tendo uma formação cheia de controversas, já rolou nomes como Peter Frampton e Steve Marriot. Seus clássicos fazem ainda a cabeça daqueles guru do Rock. Tin Soldier, Shine On, 30 Days In The Hole, For Your Love, Hot Nasty, enfim, o Pie tem uma grande discografia mas é pouco lembrada hoje na influência do Rock.

No começo dos anos 70 o estilo já vinha se fortificando, e o lado B mais ainda. O Dust é uma das bandas mais injustiçadas da década, e do Hard. Afinal, creio que a maioria que vai ler esse post não a conhece.

Formado por Richie Wise, o baixista Kenny Aaronson e o baterista Marc Bell ( futuro Marky Ramone do Ramones ) o Dust só lançou dois discos, uma vida curta que foi ótima. O segundo pronunciado como Hard Attack é muito bom e é considerado uma pérola do Hard setentista. O Purple deve ter ficado com inveja...

Um outro caso bastante injustiçado é o April Wine, grande banda que merecia muito mais do que teve. Assim como o Dust ficou para trás, mesmo tendo uma discografia excelente e grande. Recomendo muito essa ótima banda canadense.



Ainda nos anos 60 e 70 o Lucifer's Friend, o The Guess Who e o Sweet faziam Rock N Roll de qualidade e ambos foram boas bandas. O Lucifer´s era mais sujo e direto, diferente do Guess Who que levava o Rock na pegada em um Hard Rock mais americanizado. Já o Sweet ditava as regras do Glam Metal, uma excelente banda.

Alguem ja deve ter ouvido falar do Foghat ! Quem jogou Guitar Hero sabe do que estou falando. Slow Ride fez bastante sucesso, mas a banda foi sendo pouco importante na influência do Rock. O conjunto foi muito importante e deve ser bem escutado.

O Bugdie também fazia Hard puro, assim como Triumph, ótimas bandas. O Triumph puxava mais para o Heavy Metal, e o Budgie era mais direto e grosso no estilo do Thin Lizzy.  E você já deve conhecer o Whitesnake, a banda não esta aqui por ser uma banda consagrada, mas um guitarrista que passou por la chamado Adrian Vanderberg merece. Ele e sua banda Vanderberg mereciam muito mais nos anos 70.

E para representar uma banda de uma música só ? Sem dúvidas o Survivor é o melhor para fazer isso. Eye of the Tiger é o clássico que fez o brilho da banda. A música estorou porque os produtores resolveram fazer – la de tema para o filme Rocky. E vale lembrar que a banda tem qualidade e vale pena ouvir outras de suas músicas.

" O power trio Bugdie por volta do começo dos anos 70 "

Já nos anos 80 era outra coisa, o Hard estava mais popular e talvez para muitos nem melhor, mas muitas bandas foram injustiçadas. O ICON é uma banda por exemplo do Lado B dos anos 80, assim como o Autograph, ja citados em uma das edições, e com o Steelheart também não foi diferente. Eram três bandas puro ointentistas. O Brighton Rock era por vez o Glam Metal, e o Giant era uma força do AOR, mais mélodico e mais sensivel em relação ao Journey.

Ainda nos anos 80 tivemos o White Lion, uma ótima banda fez a cara desde do começo da década, e durante ela o YET, Black N Blue, Kix, Blue Muder, Warrant, TREAT e entre outras balançavam a rapaziada.

O final dos anos 80 era também forte no mundo do Hard Rock, o ótimo conjunto dos começo dos anos 90, Hardline mostra em seu som um Hard mais popular e adaptado ao começo da nova era do Rock. Talvez a ideia não tenha sido entendida, e acabou levando o grupo ao esquecimento.

Outra raridade é o Badlands, que foi composto pelo ex – guitarrista do Ozzy, Jake E Lee. Em uma banda de qualidade e pegada, infelizmente a turma do guitarrista se perdeu no espaço.

Enquanto isso, nas mulheres....

Quem acompanha o blog sabe que já falei dessa musa do Rock. Apesar de ser musa, de certa maneira não "emplacou" durante sua carreira solo. É muito interessante avaliar o desempenho da ex - Runaway em sua carreira solo. Mesmo assim Lita não deve ser desperdiçada no mundo do Rock.


" A musa Lita Ford exibindo o seu poder em um ensaio "

O Hard Rock é um mundo a ser desbravado. Pesquisem, procurem e descubram o lado B desse gênero.

Vejam essa lista feita pelo site Wikipedia para conhecer mais bandas infelizmente não citadas, lembrando que nem todas podem ser denominadas de Hard Rock. E aproveitando também, não esqueçam de perder o especial feito no Site Whiplash, no qual o autor fez com dedicação e carinho.

Infelizmente nossa série esta acabando, mais duas edições e Bye Bye. Fiquem atentos e quando citar esse post, não esqueça de nos deixar nosso devido crédito, pois plagio é crime e estamos de olho. Abraços e não esqueça de votar no blog mais quente para o Prêmio Top Blog.

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segunda-feira, 2 de maio de 2011

Free, o gigante do Hard Rock.

Mesmo sendo um dia triste para todos os palmeirenses, eu faço esse post com gosto.

Se me perguntarem qual foi a melhor década da história do Rock, eu sem dúvidas falo que foi os anos 70. Foi la em que o gênero se consagrou levando ao cenário da música mundial grandes nomes. Com o Hard Rock não foi diferente, era muita atitude e frescura de menos, e esse sempre foi o lema das bandas daquela época, e de certamente um expoente e uma raridade do Rock N Roll que é o Free.

O Free foi formado em 1968 por Paul Kossoff , Paul Rodgers, Simon Kirke e Andy Fraser. É com imenso prazer de que venho falar dessa grande banda que uniu o Blues com Rock tão perfeitamente.

Tudo começou com o Black Cat Bones, onde o guitarrista Paul Kossoff tinha se reunido com o baterista Simon Kirke, e logo imediatamente viram uma voz surpreendente envolvendo os bares ingleses, era nada mais nada menos do que Paul Rodgers, uma voz sensacional que só vi se assemelhar com David Coverdale.

" Paul Rodgers e o Free pondo Rock N Roll em uma de suas apresentações " 

O baixista Andy Fraser chega a banda e junto com ela lança Tons Of Sobs, um ótimo disco para quem gosta de um bom Blues. Nesse disco o Free foi reconhecido por ser uma banda de qualidade. A guitarra furiosa de Kossoff entrelaçada com a voz de Rodgers traz belas passagens. Altamente recomendável.

O segundo disco tem o mesmo nome e tem a mesma risca do primeiro, porém podemos perceber alguns detalhes que fazem a diferença. Uma que podemos relatar é que a voz de Rodgers esta mais madura e forte.

Entre Zeppelin e Purple o Free também era mencionado, mas sem Fire And Water isso nunca teria acontecido. O álbum que consagrou o grupo é excelente e traz a frente o Hard setentista em sua forma mais pura e bela.

Começamos com a faixa título que traz a frente Kossoff em sua melhor fase, a batida do Blues sempre prevalece, mas a diferença, notamos que o Free não fica cansativo e chato. Faixas marcantes fazem esse clássico como Remember e a emblemática All Right Now, o eterno clássico do Rock.

Após a grande apresentação no festival de Isle Whigt a banda lança Highway, outro disco bom, mas que não faz bico para Fire And Water. E como o sucesso mundial vem, as brigas também. Rodgers se estranha com Andy Fraser que causa um clima ao menos tenso.

" Fire And Water chega e leva o grupo a outro patamar "

Highway chega e não empolga muito. Com problemas internos e externos a banda prefere não lançar um disco de estúdio e sim um Ao Vivo, e assim Free Live sai para o mundo inteiro.

Free At Last chega a empolgar muito mais do que Highway, um disco que mostra que o Free ainda mostra um bom Rock N Roll. Gosto bastante da faixa Little Bit of Love.

Mergulhados nas drogas, principalmente Paul Kossoff, o Free lança seu último disco, chamado Heartbreaker. O segundo melhor disco do conjunto na minha opinião é ótimo e começa já com outro clássico da banda, Wishing Well.

Foi uma grande despedida e logo depois Rodgers, vendo que não via muito futuro no grupo, decidiu junto com Simon Kirke abandonar o barco e formar outro expoente e pérola do Rock, o Bad Company. Andy Fraser montou uma banda assim como o talentoso Kossoff.

Infelizmente em 1975, Kossoff nos deixa, vitima de drogas. Foi o fim de uma grande carreira, assim como o Free que mesmo se reunindo em algumas ocasiões, terminou em 1973.




Discografia :

• Tons of Sobs (1968)

• Free (1969)

• Fire and Water (1970)

• Highway (1970)

• Free Live! (1971) (ao vivo)

• Free at Last (1972)

• Heartbreaker (1973)

O Free foi muito importante para o Rock N Roll, por além de fazer talentos, fez um estilo. Suas apresentações eram de tirar o chapéu, é o que diga o festival de Isle Wight e vários de seus shows. Um gigante do Hard Rock que nunca esquecerei.

All Right Guys ?.

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sábado, 16 de abril de 2011

Hard no ritmo do Rock - Parte 7


Depois de um longo tempo sem Hard no ritmo do Rock, hoje vocês poderão ver a continuação de nossa grande série.

Come On !

No final da década de 80 o Hard Rock era uma coisa muito comum. Com várias bandas que brilharam e formaram sua carreira durante a década, muitas tentaram seguir a sorte e sobreviver ao longo dos anos 90. Será que deu certo ?.

Para as bandas que surgiram a maioria recebeu a resposta não, mas para as bandas clássicas, eles brilhavam mais do que nunca.  No começo da década de 90 o cenário do Hard Rock estava caindo na mídia, e assim surgiu na cidade de Seatlle o Grunge, estrelado por Nirvana, Pearl Jam e Alice In Chains.

O Grunge era a nova moda, mas não queria dizer que o Hard estava fraco por ai. E como o Grunge não é assunto do post, não vamos dar detalhes.

" O Grunge surgiu no começo da década de 90 e balançou muita gente por ai. Um grande triunfo do Rock N Roll "

No nosso último post terminamos com o Guns N Roses, uma das bandas mais famosas de todos os tempos. E nela sempre teve uma característica muito usada e abusada por outras grandes bandas, as baladas.

As baladas são músicas lentas, ou até aceleradas que inclui em sua temática amor, tristeza, saudades entre outras. As baladas no mundo do Rock foram muitas, e qualidade não faltou.

Uma das mais famosas é do Skid Row, uma boa banda que fez bastante sucesso com a balada I Remember You. Outras que podemos destacar é da ótima banda Mr. Big de Paul Gilbert, To Be With You é um HIT tocado até os dias de hoje. O Scorpions sempre foram mestres na arte de se fazer baladas, Still Loving You encanta qualquer um, assim como as baladas do Aerosmith, do Queen, do Guns N Roses, do Whitesnake, Stones, The Who e de outras grandes bandas.

O termo se generalizou, e se expandiu não só no Hard e sim em outros gêneros do Rock N Roll. Uma das coisas que mais me chama atenção no termo " Balada Rock " são os seus solos, calmos e belos. Assim a balada acabou virando moda em uma banda de Hard Rock.



Uma das bandas de qualidade que surgiram nos anos 90 foram os Black Crowes, uma ótima banda que fazia lembrar muito o Hard Rock dos anos 70. Fez grandes discos como os ótimos The Southern Harmony and Musical Companion e Shake Your Money Maker.

Liderados pelo vocalista Chris Robinson hoje a banda continua com seu sucesso. Vale a pena curtir uma grande banda, não é ?.

Mesmo o Hard Rock perdendo na mídia estava mais forte do que nunca. Poucos ficam até o final, poucos ficam até os dias de hoje com sua banda e mandando ver no Rock N Roll. Não perca o próximo post que será muito bom e não esqueçam de participar de nossa promoção valendo um DVD do Led Zeppelin.


Encerramos nosso post com Quiet Riot, uma clássica banda do Hard Rock oitentista.


Até Guys !!!

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domingo, 13 de março de 2011

Whitesnake - Forevermore

Para mim um dos discos mais esperados do ano saiu a pouco tempo. Estou falando de Forevermore, o mais recente disco da Cobra Branca.

Para quem esta acustumado a ver o Whitesnake de 87 e de Slip Of The Tongue esta bem enganado. Naquela época Coverdale estava no auge de sua carreira, e é fato que a discografia da banda é sensacional desde os tempos de Ian Paice e Jon Lord. E como toda banda clássica que lança um disco atualmente eu só quero saber de uma coisa, só quero saber se resgata os tempos de ouros.

É bem difícil chegar ao brilhantismo que fez décadas atrás, mas não que seja impossível. Já vi muitas que já conseguiram esse feito. Forevermore é um disco bem pesado, e o Hard Rock fica evidente em quase todas as faixas. Riffs, solos e refrões fazem parte do mundo do Whitesnake.


Em relação ao final da década de 80 o disco é mais pesado, e em relação ao seus primórdios pode se assemelhar -se em alguns aspectos. Posso sentir que é um Rock mais moderno em relação ao antigo, mas não superior.

O destaque fica com a faixa Love Will Set You Free que vira o single do disco. As baladas que como de costume não faltaram e ficaram presentes. Easier Said Than Done e One Of These Days tentam resgatar o que antes era This Is Love.  Já a bela faixa titulo traz belas passagens de violão e depois fica pesada com o tempo, e assim acaba combinando com solos caprichosos. E como disse que o Hard fica evidente, a faixa I Need You faz lembrar aquele tempo em que o grupo era de arrepiar.

O disco é bom, sem sombra de dúvidas, mas chega uma hora que você tem a sensação da base de cada faixa se repetir, para mim deixou o disco meio cansativo. Mas o que posso perceber é que Coverdale e a banda continua sendo fiel, mas não é nem sombra quando Slide It In, Saints e Sinners e entre outros chegavam as lojas. E já que Coverdale e cia é fiel, o álbum também faz jus a história do conjunto.

Vale a pena ouvir um Whitesnake atualmente ?.
Sim, vale a pena ouvir Forevermore assim como seu último disco Good To Be Bad .Vale a pena ouvir a fórmula de se fazer Rock N Roll.

Abraços.

01. Steal Your Heart Away (05:18)
02. All Out Of Luck (05:28)
03. Love Will Set You Free (03:52)
04. Easier Said Than Done (05:12)
05. Tell Me How (04:41)
06. I Need You (Shine A Light) (03:49)
07. One Of These Days (04:53)
08. Love And Treat Me Right (04:14)
09. Dogs In The Street (03:48)
10. Fare Thee Well (05:18)
11. Whipping Boy Blues (05:01)
12. My Evil Ways (04:33)
13. Forevermore (07:22)
14. Whipping Boy Blues (Swamp Mix) (05:59)

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quarta-feira, 2 de março de 2011

Hard no ritmo do Rock - Parte 6


Fala pessoal. Depois de uma semana sem post, eu arranjei uma brecha para poder por o Blog em continuação. Então hoje teremos Hard no ritmo do Rock.

Quando se fala de uma banda, todos querem conhecer suas melhores músicas. Para aquela época o famoso termo “HIT” era tudo para uma banda de Hard Rock. Quem não queria dar um grande passo e alcançar a famosa parada na Billboard ?

Certamene eram todas as bandas. Existem bandas de uma música só, que no Hard Rock era normal, e existem aquela banda sem aquele famoso Hit mas com ótimas músicas. Mas para a consagração de uma banda, o “clássico” não pode faltar.


" Clássico do Hard Rock. Autograph foi uma banda pouco conhecida mas que deixou Turn Up The Radio balancar muitos jovens naquela época. Um banda sensacional que mereceu muito mais, em breve falarei mais dela "

Os frutos do Hard .....

Um dos frutos do Hard foi sem dúvidas o Glam Metal, ou aquele Metal Farora traduzindo para o português.O lema do Glam é visual demais e Rock de menos, ou até não, mas eu particulamente não gosto de bandas Glam, com exceções de algumas. Tem aquelas que usam uma postura e visual Glam e aquelas que usam no Rock, na postura e no visual.

Podemos dizer que o lance vem dos anos 70, que quem ficou famoso com aquilo foi o Twisted Sister, já citados nos posts anteriores. O seu vocalista Dee Snider se entupia de maquiagem, deixando a banda mais chamativa do que era. Outros caras que influênciaram e que são mestres quando se trata na arte do Rock foram o David Bowie, Alice Cooper e o Queen, e claro, outros se destacaram.

Na década de 80 o Glam foi ganhando público e mais público. O Poison misturou Country Rock com muito Rock N Roll e Hard Rock, e assim, chegou a empolgar muito pelo mundo. New York Dolls pois Punk, mas também pois Hard com um visual e uma postura a lá Glam Metal, mas nada que seja farofa. M

Muitas outras bandas também deixaram sua marca, e o gênero varía bastante do Heavy Metal, deixando o som mais pesado. Quem ouvir Ratt, uma boa banda que varía bastante do Heavy Metal saberá do que estou falando.

Uma das bandas que eram consideradas Glam, o Motley Crue chegou ao sucesso comercial na metade da década de 80, mas eles chegaram mesmo no final da década. Uma boa banda de Califórnia que merece ser citado aqui. Nikki Sixx, Tommy Lee, Mick Mars e Vince Neil venderam mais de 80 milhões de cópias em todo mundo.

O Motley Crue dividia Drogas, Groupies e Rock N Roll. Tenho alguns discos do Grupo como os famosos e recomendáveis Girls, Girls, Girls, o clássico Shout At The Devil e Dr. Feelgood, ambos ótimos discos.

Outro grande fruto foi o AOR, um tipo de som bem legal e mais calmo em relação ao Rock. É aquele bom e famoso Rock Melódico que conquistou fãs e fãs pelo mundo.

É difícil falar especificamente uma banda de AOR, pois são tantas, e como você menos espera a banda que você mais gosta já fez um bom Rock Melódico. Um dos caras que fazem muito bem é o Journey, outro que me vem a cabeça é a banda Giant que não é tão famosa assim. O AOR merece sua atenção porque ele é mais do que um conceito.

Mas agora, o que seria desse post sem o Guns N Roses ?

Uma das bandas mais famosas de Rock de todos os tempos sempre passou por sérios problemas desde sua chegada.
O Guns N Roses foi uma das bandas mais influêntes da história. Mesmo depois demais de 20 anos de sua existência continuou a mostrar o melhor caminho aos jovens para o mundo do Rock. Axl Rose, Slash, Izzy Stradlin, Duff Mckagan e Steven Adler fizeram a formação clássica da banda. E em 1987 já chegava nas lojas Appetite For Destruction, um disco que qualquer Rockeiro e fã de Hard deve ouvir.

E não é só Appetite. Guns Lies e os duplos Use Your Illusion mostra que a banda não só de um disco.Mostra que é puro talento.

O Guns acabou por brigas, mas hoje, todos esperam que eles venham a se juntar novamente e fazer que nem nos velhos tempos. Ainda a banda tem a pendência de se resolver. Uma novela que parece que não tem fim, mas tenho certeza que um dia eles se juntarão, daqui a trinta anos ou não.



Até a próxima.

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sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Enquete - E o povo pede

COME ON AC/DC !


Essa semana a enquete que fiz sobre o Rock In Rio acabou, e fiquei bem satisfeito com ela, pois queria agradecer os 142 votos que recebemos. A enquete incluiu diversas bandas, e queria pedir desculpas se faltou alguma outra, mas enfim, reuniu desde Sabbath ao Pearl Jam. Só teve a nata do Rock.

Poucas bandas não foram votadas, e a maioria teve seus representantes. O vencedor foi nada mais nada menos que o AC/DC. Já era de se esperar, e sinto que a maioria dos amantes do Rock N ´ Roll querem ver a banda lá. E não é a toa que em outras enquetes de outros blogs e sites deram os australianos. Já em segundo lugar ficou o Kiss e em terceiro o Guns N Roses, e para te falar verdade eu queria ver todas as bandas, haha.

É isso ai pessoal. Daqui para frente terá bastante enquetes, e esperamos que todos encontram sua estrada para o inferno em Outubro. Equanto isso,  fiquem na expectativa....


Valeu e não esqueça de comentar !

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terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Hard no ritmo do Rock - Parte 5


Eai pessoal. Hoje vim fazer Hard no Ritmo do Rock, e como disse no post anterior os anos 80 foi a explosão do Hard Rock, bandas que vinham apagadas nos anos 70 se destacaram naquele tempo. Grupos como o Boston, o Status Quo liderando as paradas, o Montrose de Sammy Hagar e entre outras, tem também bandas apagadas da década que só chegaram ao sucesso comercial em 90, como o ótimo conjunto The Black Crowes, mas podemos falar que foi muito diferente com a famosa Cobra Branca.

O Whitesnake foi fundado pelo grande vocalista David Coverdale, e logo no ínício da banda teve os ex – purples Jon Lord e Ian Paice, dois reforços de peso que viriam a calhar em grandes discos no ínício da carreira do conjunto, fazendo um som mais pesado. O sucesso era, mas não era tão, só veio com o sensacional Slide In It de 84, embalando com seus hits.

Depois a banda ficou parada alguns anos e voltou em 87 com força total. Com o disco auto – intulado o Whitesnake retoma as paradas do mundo, e em 89 a banda continua, mas dessa vez com a parceria de Coverdale/Vanderberg/ Steve Vai bem sucessida.

Adoro a cobra branca, um Rock do caralho.


Em 1980 o movimento do Heavy Metal chegava ao topo, e uma das bandas que fizeram o Hard crescer foi o Def Leppard. O seu primeiro disco tinha um "que" de Heavy Metal, assim como seu segundo. Não é de esconder que seus primeiro discos são ótimos, mas Pyromania mostrou o que a banda realmente era. Pyromania era um disco no momento certo na banda certa, aquela era a hora de fazer, o grupo em sua forma mais rebelde, no seu auge.

O quarto disco Hysteria também é bom, mas um pouco mais pop em relação a Pyromania, e também não chega a resgatar a essência do anterior pois contém a morte do ótimo Steven Clark e a tragédia de Rick Allen, ou seja, Pyromania é um disco "único" do grupo.

Era a banda que enganava a si mesmo.



Várias bandas merecem destaque e vou citando o nome delas aos poucos, como ando fazendo.

O Europe, banda que brilhou nos anos de 85, 86 e 87 com os cássicos "The Final Countdown" , " Rock Night"  e entre outros deixou sua história, nem que seja um pouquinho dela, assim como o Bon Jovi banda e fui perdendo o gosto ao longo do tempo. O seu começo foi excelente, mas conforme o tempo vai passando a
banda deixa aquele essência de Rock N Roll para algo mais " adocicado ". Infelizmente grandes bandas chegaram a perder sua essência.

Essas e quase todas as bandas que citamos são consideradas bandas de Arena, que fazem um show encima de outro nos palcos. Assim como eles, músicos chegariam a se destacar, um grande exemplo é o Ozzy, que não é só Heavy Metal e Black Sabbath, Blizzard Of The Ozz já diz tudo. Journey, Frampton e entre outros faziam também arenas lotarem.

Enquanto isso na mulheres.....

Heart foi uma banda de mulheres de Hard Rock formada em 76. Fez um sucesso na década mas se consagrou mesmo na década de 80. Ann e Nancy Wilson segundo relatos venderam mais de 25 milhões em todo mundo.

Vale a pena dar uma conferida no som das garotas.


Naquela época o Hard Rock crescia muito, bandas como o pesado Ratt, a pesada Cinderella, o Hard do Cheap Trick, Hanai Rocks, o Boston vinha a fazer um disco em 86, o Nazareth sempre na luta, o Tyketto no final dos anos 80, o Glam Metal vinha se consolidando, o AOR ganhando seu espaço, ou seja, foi uma década pura para o Hard.

É pessoal, vou indo embora, e na próxima vez vou fazer um especial do Glam e AOR e falar mais de algumas bandas que brilharam naquele tempo. E não podia deixar de lembrar que vou fazer posts especiais.

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