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quarta-feira, 2 de maio de 2012

Blackmore, sem palavras

Opa

Enquanto a folga ainda não vem, deixo para vocês uma apresentação antológica do grande Ritchie Blackmore, que em uma apresentação com o Deep Purple no Carlifonia Jam de 1974 mostrou que é um monstro das seis cordas.

Fantástico...

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sábado, 12 de novembro de 2011

Solos, a viturde da guitarra


A maior virtude da guitarra é sem dúvidas o solo. Para a maioria dos guitarristas, é a melhor parte, aquela em que você explora sua técnica, habilidades e claro, seus sentimentos. Solos podem salvar uma música, emocionar e até fazer você pirar.

Nesse terceiro post do mês especial sobre o mundo guitarra, falarei dos melhores solos que eu já ouvi em minha vida, por enquanto, porque quero ver muito, mas muito mais.

Ao menos, eu não lembro qual foi o meu primeiro solo a ser escutado, mas lembro que o primeiro a ser tocado por mim foi " Smoke On The Water " do grande Ritchie Blackmore, é um puta solo do eterno clássico. Mas se não bastasse o Purple e o Blackmore, Jimmy Page entra em ação, só que em outro hino. " Whole Lotta Love " do Zeppelin é sensacional em todos os sentidos, desde o riff até a passagem piscodélica no meio da música, mas o que eu mais gosto é o solo que Page executa depois do piscodelismo. Esse é para pirar, assim como " Stairway to Heaven ", um dos solos mais belos.

Passando de Purple para Led, chegamos agora no Pink Floyd. Todos fãs da banda sabem que David Gilmour é uma baita de um músico e de quebra, um guitarrista. O disco todos conhecem, The Dark Side Of The Moon e a música também, " Time ". Quem não lembra do solo de " Time " corra para ouvir porque é surreal, é uma fantasia, como o álbum.

Dos anos 70 para o 80, Ozzy Osbourne sempre teve ao seu lado guitarristas muito fodas. Randy Rhoads era um menino de puro talento e que brilhou no primeiro disco solo do Madman, Blizard Of The Oz. Da música mais enlouquecida ao um dos solos mais eternos do Rock. " Crazy Train " e o trem louco de Ozzy e Rhoads.



É muito improvável um interessado, estudioso e dedicado virar um guitarrista como foi. Esse tiozão é Brian May, que toca muito e acabou brilhando no Queen. O clássico em que mostra seu dom é " Bohemian Raphsody ", em um solo contagiante e improvável, como o próprio.
Agora vamos as origens do Metal, digo, ao Black Sabbath. Gosto muito do Tony Iommi, e ele me deixou extasiado na música " War Pigs " do segundo álbum da banda. O solos são ótimos, assim como " Paranoid " que até hoje me faz pirar.

Como o Sabbath era pesado, esse é uma erupção de peso. Eddie Van Halen chegou ao alto patamar do mundo da guitarra com o solo " Eruption " que causou um impacto tão grande na época, que muitos diziam que Hendrix tinha encarnado. Eddie sempre foi um dos meus guitarristas preferido e brilhou durante toda sua carreira. Popularizou um novo jeito de tocar guitarra.

E como deixaria Slash de fora, o cara sempre foi mestre na arte de se fazer um bom solo. É difícil eu destacar um só, mas " November Rain " é muito bom, " Sweet Child O Mine ", " Estranged " e muitos outros. Mas agora, cadê Jimi Hendrix ? Não ia deixar o cara de fora e acho " All Along The Watchtower " um clássico da guitarra. Seus solos são inconfúdiveis, são geniais.
Existem muitos solos brilhantes espalhados pelo mundo, mas são esses que veio a minha cabeça. Peço desculpa se deixei um mestre de fora, mas todos sabem que Angus Young, Eric Clapton, Jeff Beck, Keith Richards, John Frusciante, Santana e muitos outros mestres. Mas diz ai ? Qual são seus solos preferidos.

Antes de me despedir você ao menos deve conhecer o Allman Brother Bands, uma grande banda do Southern Rock. Duane Allman sempre foi reconhecido pelo seu jeito de tocar e criar, mas é impressionante ver esse solo feito pelo guitarrista Dickey Betts que sempre foi um grande fã do original Duane, um dos percussores do slide, que Dickey usa nessa pérola. Tem tudo o que um solo de guitarra pede :  Técnica, Intensidade, Originalidade e Criatividade. É como contar uma história, e deixar o melhor para o final.

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terça-feira, 26 de abril de 2011

5 discos que você deve ouvir do Deep Purple.


Em uma enquete realizada a um tempo, deu na liderança Deep Purple e Aerosmith, ambos sendo a preferência do pessoal. Então hoje vamos começar nossa lista ao som do Deep Purple.

O Deep Purple foi sem dúvidas um expoente do Hard Rock e do Rock N Roll. Além de incorporar em outros elementos, o Purple nasceu na Inglaterra e ao contrário do que muitos pensam, não teve seu ínicio com Ian Gillan e cia.

De uma tragetória de respeito que incluiu em sua bagagem nomes como David Coverdale e Glenn Hughes o Purple é o Rock Clássico em sua mais pura forma. Como um roxo profundo, o Deep Purple é fiel so seu nome e aprofunda a cada medida do nosso bom Rock.

Então vamos começar !.

Obs : Lembrando que a ordem dos discos estão de acordo com sua data de lançamento.


Shades Of Deep Purple - 1968

Álbum de estreia dos caras é Shades Of Deep Purple. Rod Evans segura bem os vocais, e ao contrário do que muitos pensam, o disco é atraente.
Naquele mesmo ano de 1968 junto com a banda, nascia Zeppelin e o Sabbath. Ia ficar feio a banda começar com um disco fraco, não é ? Mas é claro que essa não é a questão, o álbum conta com dois covers, Help dos Beatles e Hey Joe do maestro Jimi Hendrix, além do sucesso de Hush.

In Rock - 1970

O disco que fez a ruptura entre o Purple e Rock foi In Rock. Rod Evans e Nick Simper abandonaram o barco para uma substituição implacável que fazia o auge do conjunto. Ian Gillan entre para ferver na bela Child In Time, e Roger Glover para incendiar o single Black Night ao lado de Blackmore, sendo que o clássico não foi lançado no disco e sim como um Single. Uma pérola da banda que resultaria em Fireball.

Fireball - 1971

Parece que Blackmore atingiu seus objetivos tentanto fazer o Purple em uma Máquina de guerra, conseguiu e logo em seguida saiu Fireball, outro grande resgitro em que a banda detonava.

A faixa título é cantada e tocada com louvor e qualidade pela banda. Minha música preferida do Purple.

Machine Head - 1972

Machine Head é sem dúvidas o disco mais famoso da banda, pois quando se fala nele, vem a frente os dois maiores clássicos do Deep Purple, Smoke On The Water e Highway Star. Além de outras músicas de qualidade o álbum viria a calhar no sensacional Made In Japan, que foi registrado na turnê. Um disco indispensável que os amantes de Rock N Roll nunca esquecerão

Stormbringer - 1974

Que os fãs de Burn me desculpem mas Stormbringer merece encerrar com chave de ouro. Burn é um grande álbum, mas Stormbringer é mais maduro, com uma sonoridade mais conceitual e conta com a maestria de Coverdale e cia.

É um disco muito injustiçado, mas ótimo. Stormbringer, Holy Man, The Gypsy e entre outras mostram e marcam outra bela fase do grupo.

Menção Honrosa :

Agora sim, Burn aparece. Uma das coisas que temos que entender é que não devemos fazer uma lista só por seus melhores discos, temos que entender cada fase da banda. Burn é recomendável para ver os passos que resultariam no primeiro disco com Coverdale e Glenn Hughes. Mas, mesmo assim, indispensável.

Tem muitos outros discos do Purple que podemos ressalvar, mas como manda o figurino temos que reduzir.  Vamos destacar  Slaves And Masters, o único disco do vocalista Lynn Turner na banda, e apesar de ser muito pouco reconhecido, vale a pena ouvir.

Discografia :

Shades of Deep Purple,
The Book of Taliesyn
Deep Purple
In Rock
Fireball
Machine Head
Who Do We Think We Are
Burn
Stormbringer
Come Taste the Band
Perfect Strangers
The House of Blue Light
Slaves and Masters
The Battle Rages On
Purpendicular
Abandon
Bananas
Rapture of the Deep

O Deep Purple foi muito importante para a história do Rock. Vale a pena ver todos seus discos porque a banda tem muita história a contar.



É isso pessoal, mais uma lista indo e fiquem atentos porque logo logo será o sorteio do DVD do Led Zeppelin. Quem não participou, tem a chance ainda.

Na próxima lista : Aerosmith.

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quarta-feira, 30 de março de 2011

Riffs, uma arma poderosa.


Afinal, qual é o verdadeiro poder de um Riff ?.

Para quem não sabe um bom Riff é um grande caminho para uma ótima música. Eu sempre adorei ouvir diversos deles, e uma das coisas que mais me agrada em um guitarrista é certamente um Riff.

Para quem não sabe e vai aprender agora, Riff é uma progressão de acordes, intervalos ou notas musicais, que são repetidas no contexto de uma música, formando a base ou acompanhamento. Riffs geralmente formam a base harmônica de músicas de Jazz, Blues e Rock.

Um grande Riff tem que entrar por dentro e te fazer sentir emoção, adrenalina, tristeza e outros sentimentos. Nesse post citarei meus preferidos, mas antes disso entraremos um pouco em sua história.

Podemos dizer que um verdadeiro Riff começa quando o Blues chega ao nosso cenário. Seus primeiros passos são tímidos, mas muitos guitarristas vejam que repetir frases na guitarra pode ser muito melhor do que um solo. Passando de escala em escala um dos primeiros a se consagrar com um Riff foi sem dúvidas Hendrix que inovou e arrebentou com a emblemática Voodo Child. Um Riff com uma pegada única, com uma pegada de Jimi Hendrix.


É certo que muitos outros também criaram grandes Riffs depois ou até mesmo antes de Jimi, mas um dos nomes mais idolatrados do Rock quando se fala de um Riff é Jimmy Page, o lendário guitarrista que brilhou no Zeppelin.

Page foi dono de Riffs desafiadores como Rock N Roll do quarto disco do Led, na ótima Black Dog, nas lindas passagens de Stairway To Heaven e até grandes momentos em um clássico perdido do Led, que é Over The Hills And Far Away. Mas um Riff que se destaca nas mãos de Page é Whole Lotta Love. Pesada em um ritmo quente, no ritmo do Led Zeppelin.

O cara era fera, e do seu lado também nascia Rtichie Blackmore que sabe como ninguém fazer um Riff de Rock N Roll. É o que diga a inesquecível Smoke On The Water que é tocada por qualquer menininho que tem uma guitarra. Mas para mim Smoke On The Water não é essa bolacha toda, e muitos Riffs conseguem atrair muito mais com a banda ajudando, que para mim é o caso de Smoke On The Water. Não sei se seria o mesmo sem Ian Paice e Roger Glover, mas com Burn a história é outra.

Mas um dos pontos que queria ressalvar é que nem todos os Riffs de guitarras para ser bons precisam ser coisas mirabolantes como Eddie Van Halen. Não é o caso de Eddie que cria coisas geniais, mas basta três notas e você já tem em mãos um clássico do Rock N Roll. Ou seja, as vezes a simplicidade é tudo, como de exemplo Satisfaction tocado por Keith Richards, outro Mestre do mundo dos Riffs. E por isso levamos desse clássico dos Stones que as vezes as coisas mais simples, podem ser as coisas mais perfeitas.

Satisfaction é simples, criativo, dançante e elegante. É aquele que mexe com qualquer um.


A pergunta de nosso post é Afinal, qual é o poder de um verdadeiro Riff ?.

A resposta é bem difícil, mas eles tem poderes imensos. E para mim um guitarrista completo é aquele que além de acompanhar a banda e fazer solos geniais, sabe mostrar seus objetivos em grandes Riffs. Esse Universo é muito grande ainda para ser finalizado. Os acordes por exemplo são ferramentas que dão grandes Riffs. Angus Young e Tony Iommi, duas lendas vivas do Rock sabem do que estou falando.

Highway To Hell é uma prova viva que um simples acorde pode virar um Riff eletrizante e contagiante como o clássico é. Já do outro lado, Iron Man passa de acorde em acorde pelas mãos do grande Tony e vira mais um clássico da seis cordas. E não é só Iron Man, sabe aquele começo viciante de uma música chamada Paranoid ? .

É dele, assim como Heaven And Hell, War Pigs e outros grandes momentos para o Heavy Metal.


Muitos guitarristas tem sua caracteristica de tocar e fazer um Riff. A muitos Riffs excelentes por ai que será impossível citar todos.

Eu particularmente gosto de muitos. O primeiro a me tocar foi sem dúvidas Sweet Child O Mine do Slash, que além da balada, o guitarrista leva na bagagem outros grandes Riffs consagrados como Paradise City, Welcome The Jungles e entre outros. Whole Lotta Love já citado, é um que sempre gostei muito, assim como Sunshine Your Love do Cream, tocado por Eric Clapton. E falando no nele, ele foi dono de grandes Riffs e solos, mas o insuperável ficou com Sunshine, sensacional.

Não é com um clássico do Cream que a gente termina. All Right Now tocado por Paul Kossoff é um dos mais fodas que já vi. Ele não pode ser essa bolacha toda para muitos, mas o Riff entra em sua cabeça e demora para sair. E como All Right Now nunca sai de minha cabeça, não é diferente com Photograph do Leppard, tocado pelo ótimo guitarrista Steve Clark.

Kossoff executa com maestria suas frases, deixando eles crus e secos. Muitos adotam esse estilo, na pose de Hardão dos anos 70. Já falando em cru, o Thin Lizzy mostra Riffs como ninguém.

São inúmeros Riffs de diversas bandas que adoro. A grandes nomes como : Randy Rhoads destruindo a guitarra com Crazy Train, o entrosamento de James Hetfield e Kirk Hammet na clássica Enter Sandman, na pegada de Mark Knopfler em Money For Nothing, na adrenalina de Panama de Eddie Van Halen, na histórica Came As You Are do perdido e talentoso Kurt Cobain, no grandioso mundo de Seven Nation Army do White Stripes, e até aonde o Rock não esta. Beat It do astro Pop Michael Jackson traz um Riff bem legal e interessante.

Um Riff representa muito a um guitarrista, ou até a um músico que não precisa ter uma guitarra em seu colo para se fazer um grande Riff. Mas que seja, de uma forma ou de outra, muitos estão ai para mostrar o que sabem de fazer de melhor. Mas o que sabemos mesmo, é que cada palavra é de ouro. Ousar mais, e ter criatividade é tudo para um guitarrista, e certamente para um Riff de ROCK N ROLL isso não é diferente. Cada um tem sua razão, inesquecível ou não.

Abraços.

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