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domingo, 14 de abril de 2013

Quando elas inspiram... - Parte 1

Primeiramente, gostaria de pedir desculpas pela falta de postagens durante esse tempo, já que estávamos resolvendo problemas ligado a internet.

 

Hoje está começando o novo quadro do blog. " Quando elas inspiram... " trará músicas, obras primas e histórias que foram inspiradas no universo feminino. 

Vamos começar com o triangulo amoroso mais famoso da história do Rock e da música. Quando estava nos Beatles, George Harrison conheceu a gata e modelo Pattie Boyd durante as filmagens do filme " A Hard Day´s Night ". Os dois se apaixonaram e se casaram em janeiro de 1966.

Três anos depois, os Beatles lançaram o grande " Abbey Road ". A segunda faixa do clássico era uma tal de " Something ", composta por Harrison. Em pouco tempo se tornou uma das músicas mais amadas dos Beatles, pela delicadeza e leveza das palavras que vinha do músico. " Something " para Pattie Boyd era uma declaração de amor de seu marido. Calma, existem contradições. Em uma entrevista realizada em 1996, George Harrison disse : " Não foi para ela. Eu simplesmente a compus, e então alguém montou um vídeo que usava algumas cenas minhas e de Pattie, de Paul e Linda, de Ringo e Maureen e de John e Yoko. Na verdade, quando a escrevi, estava pensando em Ray Charles ". 

Será ?

O casal da moda : " Something in the way she moves "
Pattie Boyd ou Ray Charles ? Tanto faz. O que importa é que " Something " embalou muitos casais durante os anos em todo o mundo. George Harrison usou para convencer sua amada e usou para pensar em Ray Charles ( ? ).  

Detalhe : Os dois se separaram em 1973.

E você pensa que a história de nossa modelinho, loirinha e bonitinha se encerrou por aqui ? Você está enganado. Anos depois da separação entre os dois, Pattie Boyd acabou se casando com outra fera. Sim, ele mesmo. Eric Clapton.

O triangulo já era mais antigo do que vocês imaginam. Harrison e Clapton são amigos de longa data, amigos de bebedeira, drogas e claro, de muita música. A relação entre os dois era tão próxima que Pattie Boyd acabou entrando no meio. Clapton não escondeu dela que era apaixonado, mas também que não queria furar os olhos de seu melhor amigo. Enquanto isso, Pattie Boyd  se mostrou fiel ao seu marido, que por sua vez se mostrou mais do que fiel a cultura indiana. Moral da história : Pattie Boyd se cansou de Harrison, e vice versa, foi dar uma mãozinha ao deprimido e largado Eric Clapton, que estava cada vez mais afundado na heroína.

Uma pausa para a foto : " Deixa eu fumar meu cigarro em paz  "
Pattie Boyd salvou um talento da morte e serviu de inspiração ( agora concreta ) para o seu maior sucesso. " Layla " é uma explosão de sentimentos e guitarra em homenagem de Clapton para Boyd. Mas não só foi " Layla ", inúmeras canções transmitiram os sentimentos de um guitarrista apaixonado para uma modelo disputada.

Detalhe ( 2 ) :  Os dois se separaram em 1988.

A dupla churrasco com talento : " Depois você me empresta ela, ok ? "
O triangulo amoroso se dissolveu na década de 70. Mas acabou mesmo em 2001, quando George Harrison nos deixou. Clapton e Boyd foram ao enterro se despedir de seu amigo, e puderam ali, matar a saudade de um tempo que nunca mais irá voltar.

Pattie Boyd - 69 anos 
Eric Clapton - 68 anos
George Harrison - Completaria 70 anos

Ouça :

Beatles - Something  e Eric Clapton - Layla 

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quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Camaradagem da guitarra

Hoje trago a vocês algumas das muitas caramadagens da guitarra. Guitarristas que já fizeram algo junto ou que apenas se divertiram ao lado.

Começamos com a " Santíssima Trindade " relembrando os tempos do Yardbirds. Jimmy Page, Eric Clapton e Jeff Beck tocam em um concerto de 1983 cheio de clássicos, como " Stairway To Heaven "  do Zeppelin e " Layla " de Clapton no vídeo abaixo. 


Agora Slash e Zakk Wylde se encontrando e fazendo Rock N Roll. Esse encontro foi demais.



Chuck Berry ensinando o grande Keith Richards a pegar no tranco e fazer todos dançarem com Oh Carol



Steve Vai, Joe Satriani ( ainda com cabelo ) e Brian May



O G3 em ação



Um raro encontro entre David Gilmour e Pete Townshend



E por fim o ótimo Mark Knoplfler junto com Clapton com o clássico " Sultans Of Swing "



Sabe alguma camaradagem da guitarra ?

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quinta-feira, 3 de novembro de 2011

A arte de se fazer Blues



O Blues segundo a história é o pai que originou grandes estilos músicais, dentre eles o nosso Rock N Roll. Seria impossível eu não falar do gênero na abertura de nosso mês especial, sobre o mundo da guitarra.

Poucas notas podem valer muito mais que um simples acorde. O gênero surgiu na África, mas teve sua consagração no sul dos Estados Unidos no século XIX. Sempre costumo dizer que Blues é carregado de emoções, pois os negros, como se popularizou sempre tiveram um timbre inesquecível e expressivo. Um grande exemplo é o guitarrista Muddy Waters.

Não tem o que falar do Blues, o que se tem a fazer é mostrar. É impressionante como o estilo ainda é ótimo e empolgante de se ouvir e ver. O Blues veio para ficar, inovar e revolucionar, uma maneira de pensar, de criar e de sentir a música, isso com mais de um século de existência.

Vamos ver 10 grandes mestres bluseiros que recomendo muito.

Muddy Waters

O Muddy Waters passou mais de três décadas fazendo blues, isso porque tem uma discografia totalmente extensa. Muddy é aqueles cara que tem uma grande voz e que abriu as portas para a guitarra elétrica.

Willie Dixon

Willie Dixon nasceu em Mississippi e logo de cara descobriu o Blues. O cara influênciou muitas bandas lendárias e assim como Waters, tem um timbre inconfundível. Recomendo muito pois o cara é bom, e bota bom nisso.

BB. King

Talvez seja o nome mais conhecido do Blues. BB. King merece ser reconhecido, pois os sentimentos que ele bota em suas músicas é brilhante. Um gordão, com sua Lucille toca muito, é muito bom notar o timbre de sua guitarra, original e alta como deve ser para se fazer Blues. Um timbre de King só vi nas mãos de Rory Gallagher.

Buddy Guy

Buddy Guy é mais um bluseiro original, só que dessa vez da Louisiana. É tão bom quanto Dixon, Muddy Waters e BB. King. Guy é ousado e sempre quis ir muito além com suas guitarras. Grita e toca como ninguém.



" Robert Johnson é o bluseiro mais misterioso. Sempre foi uma grande referência com seu blues, mas sua morte é uma história muito mal contada "

Chuck Berry

Quebrou todas as barreiras, pois além de fazer blues, pode se dizer que criou o ritmo do Rock. Era bem mais rápido do que Waters, Dixon, King e entre outros. Chuck é muito bom e é impressionante que o riff de " Johnny Be. Good "  é um dos mais tocados.

Jimi Hendrix

Hendrix para muitos é o melhor guitarristas de todos os tempos, mas vamos deixar isso de lado. A verdade que Jimi era um bluseiro acima de tudo. O que Buddy Guy fez com maestria, Hendrix foi muito mais além e aumentou a distorção e criou um novo modo de ver a guitarra

Jeff Beck

Jeff Beck fez o blues virar Rock N Roll. É um guitarrista único na história, pois nem percebemos quando ele toca sem palheta. Mas não é por isso, é porque o cara é sensacional. Sem palavras.

Eric Clapton

Eric Clapton é apelidado de DEUS, brilhou bastante no Cream e em sua carreira solo. Fez grandes músicas e clássicos, e merece mais do que nunca ser um músico talentoso como sempre foi.

Jimmy Page

Assim como Page, o Led Zeppelin era uma banda bluseira. Isso é inegável e Jimmy Page fez Rock N Rol com sua banda inesquecívelmente. Tinha uma pegada genial, e sempre foi um de meus guitarristas favoritos.

Stevie Ray Vaughan

Stevie Ray Vaughan ficou marcado pelo seu blues acelerado, e assim como Clapton pois o gênero de volta aos holofotes nos anos 80, período em que o Hard Rock e o Heavy Metal reinava. Morreu tragicamente em um acidente de Helicóptero.

Rory Gallagher

Por fim o Irlandês Rory Gallagher que também toca muito. Assim como Clapton, Ray Vaughan e entre outros guitarristas, inovaram o Blues durante as décadas. Gallagher teve uma voz e um timbre fantástico que o torna mais grande do que foi.

São 10 guitarristas que você deve ouvir, falaremos muito deles durante esse mês, porque cai entre nós ? O blues também é Rock N Roll....

" Tocar blues é fácil, difícil é sentir "

Jimi Hendrix

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sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Agenda de Shows



Voltando aos bons costumes, nossa boa e velha Agenda de Shows.

Começamos com os lendários do Deep Purple.

A banda vai aproveitar muito do Brasil e passará por bastantes estados e cidades, desde Fortaleza a São Paulo, e com uma surpresa para os paulistas. Campinas, uma cidade do interior recebendo uma lenda do Rock não é para poucos.

Ainda da tempo para garantir seus ingressos, e o setlist vai estar lotado de paulada. Começando com " Highway Star" e terminado com "Black Night".

07/10 -Fortaleza - CE

08/10- Campinas - SP

10/10- São Paulo - SP

11/10-Belo Horizonte - MG


Diferente do Purple, o Aerosmith vem em uma passagem tímida, só se apresentando em São Paulo no dia 30.



Outro grande clássico do Rock dar o ar de sua graça. O Pearl Jam finalmente vai fazer São Paulo, Rio, Curitiba e Porto Alegre balançar com seus clássicos.

03/11- São Paulo - SP
04/11- São Paulo - SP
06/11-Rio de Janeiro - RJ
09/11- Curitiba - PR
11/11-Porto Alegre - RS


Agora vou falar um pouco de um mestre da seis cordas.


É uma honra ter Sir. Eric Clapton aqui no Brasil. Rio de Janeiro no dia 9/10 e São Paulo em 12/10 vão conhecer de perto mais de seus solos e riffs no Cream e em sua carreira solo. Imperdível.



Agora recomendo muito outro músico, não é um guitarrista, e sim um baterista.

Ringo Starr vem ao Brasil e vai explorar muito bem o nosso pais. Fez parte do quarteto de Liverpool e hoje comemora uma carreira vitoriosa. Apesar de estar atrás dos bumbos e a preferência ser de Paul e John Lennon ele nunca se intimidou e pois a cara a bater.

"With a Little Help from My Friends ", uma das mais belas músicas dos Beatles nunca seria a mesma sem ele.


10/11- Porto Alegre - RS
12/11- São Paulo - SP
13/11- São Paulo - SP
15/11- Rio de Janeiro - RJ
16/11-Belo Horizonte - MG
18/11- Brasília - DF
20/11- Recife - PE



O Rock In Rio acabou e foi um bom festival. Dentro do Rock que foi apresentado eu posso dizer que gostei, o Metallica fazendo um grande show, assim como o Red Hot. O Guns abaixo da média novamente e surpresas de shows bons como o Capital Inicial, Skank e Coldplay. O Rock In Rio se foi, mas não quer dizer que festivais parou no Brasil. O SWU volta com tudo depois de um ótimo ano.

Com nomes de peso o evento já fica mais interessante. Megadeth, Faith No More, Alice In Chains, Peter Gabriel e os sobreviventes do Southern Rock, Lynyrd Skynyrd subiram ao palco nos dias 12,13 e 14 de Novembro na cidade de Paulinia - SP.

Ótimo.

Quem estará por vim :


Outros : Bad Religion, Nazareth, Machine Head, Paul Di Anno, Sonic Youth ( SWU ) e Saxon.

Obs :

Consultem antes de comprarem seus ingressos o site oficial. Informações podem ser mudadas e canceladas.

AVISO IMPORTANTE :

É isso ai, faltam 4 dias para o término de nossa promoção valendo um DVD do Metallica e mais um bônus cedido pela loja Alquimia Rock Shop.

E queria pedir desculpas por não fazer uma análise do Rock In Rio, mas fiquem tranquilos que ele ira vir no próximo post, passando pela história do festival. Outro coisa que quero avisar é que nosso twitter esta com problemas e também nos comentários. Não consigo responder os comentários de vocês, mas peço paciência até que os problemas se resolvem, usarei a chat para responder os comentários.

Até a próxima.


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sexta-feira, 10 de junho de 2011

Agenda de Shows.


Aqui mais um campeão de audiência. Vamos agora saber quais são os principais shows que irão fazer a terra dourada ferver daqui para frente.

Eric Clapton

Nada melhor que começar com o grande mestre do Blues, Eric Clapton. O guitarrista chegará em Outubro e ira fazer parar as cidades de Porto Alegre, São Paulo e Rio.

Sensacional.

Mr. Big


O Mr. Big confirmou sua presença aqui no Brasil. Embalado pelos anos 80 e seus sucessos o grupo confirmou datas em São Paulo, dia 9/7 e Porto Alegre, no dia 10/7.

Judas Priest e Whitesnake


Dia 10/9 começará um evento, não é o Rock In Rio e sim duas grandes lendas do nosso Rock. De um lado representando o Heavy Metal, o Judas Priest se despede do Brasil em sua última turnê. Do outro, fazendo a cara do Hard Rock, o Whitesnake tem a frente David Coverdale.

Os dois subiram no palco, e São Paulo, Rio, BH e Brasília receberam essa mistura incrível de dois grandes desse tal de Rock N Roll.


Aerosmith

O Aerosmith confirmou apenas uma data, e o sortudo foi São Paulo. 30 de Outubro, a Arena Anhembi ira lotar para ver os clássicos de Steven Tyler, Joe Perry e Cia. Mas é bem provável que novas datas em outras cidades irão ser abertas.

Rumores de quem estará por vir :


Foo Fighters

Outras bandas e artistas :

Black Label Society, Blind Guardian, Danzig, Iron Maidens, Symphony X, Slayer, Virgin Steele.

Obs : Antes de comprar seu ingresso, pesquise os locais e confirme no site oficial da banda ou de venda de ingressos, se alguma das datas de sua banda mudou.

Bom divertimento Rockeiros.

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quarta-feira, 30 de março de 2011

Riffs, uma arma poderosa.


Afinal, qual é o verdadeiro poder de um Riff ?.

Para quem não sabe um bom Riff é um grande caminho para uma ótima música. Eu sempre adorei ouvir diversos deles, e uma das coisas que mais me agrada em um guitarrista é certamente um Riff.

Para quem não sabe e vai aprender agora, Riff é uma progressão de acordes, intervalos ou notas musicais, que são repetidas no contexto de uma música, formando a base ou acompanhamento. Riffs geralmente formam a base harmônica de músicas de Jazz, Blues e Rock.

Um grande Riff tem que entrar por dentro e te fazer sentir emoção, adrenalina, tristeza e outros sentimentos. Nesse post citarei meus preferidos, mas antes disso entraremos um pouco em sua história.

Podemos dizer que um verdadeiro Riff começa quando o Blues chega ao nosso cenário. Seus primeiros passos são tímidos, mas muitos guitarristas vejam que repetir frases na guitarra pode ser muito melhor do que um solo. Passando de escala em escala um dos primeiros a se consagrar com um Riff foi sem dúvidas Hendrix que inovou e arrebentou com a emblemática Voodo Child. Um Riff com uma pegada única, com uma pegada de Jimi Hendrix.


É certo que muitos outros também criaram grandes Riffs depois ou até mesmo antes de Jimi, mas um dos nomes mais idolatrados do Rock quando se fala de um Riff é Jimmy Page, o lendário guitarrista que brilhou no Zeppelin.

Page foi dono de Riffs desafiadores como Rock N Roll do quarto disco do Led, na ótima Black Dog, nas lindas passagens de Stairway To Heaven e até grandes momentos em um clássico perdido do Led, que é Over The Hills And Far Away. Mas um Riff que se destaca nas mãos de Page é Whole Lotta Love. Pesada em um ritmo quente, no ritmo do Led Zeppelin.

O cara era fera, e do seu lado também nascia Rtichie Blackmore que sabe como ninguém fazer um Riff de Rock N Roll. É o que diga a inesquecível Smoke On The Water que é tocada por qualquer menininho que tem uma guitarra. Mas para mim Smoke On The Water não é essa bolacha toda, e muitos Riffs conseguem atrair muito mais com a banda ajudando, que para mim é o caso de Smoke On The Water. Não sei se seria o mesmo sem Ian Paice e Roger Glover, mas com Burn a história é outra.

Mas um dos pontos que queria ressalvar é que nem todos os Riffs de guitarras para ser bons precisam ser coisas mirabolantes como Eddie Van Halen. Não é o caso de Eddie que cria coisas geniais, mas basta três notas e você já tem em mãos um clássico do Rock N Roll. Ou seja, as vezes a simplicidade é tudo, como de exemplo Satisfaction tocado por Keith Richards, outro Mestre do mundo dos Riffs. E por isso levamos desse clássico dos Stones que as vezes as coisas mais simples, podem ser as coisas mais perfeitas.

Satisfaction é simples, criativo, dançante e elegante. É aquele que mexe com qualquer um.


A pergunta de nosso post é Afinal, qual é o poder de um verdadeiro Riff ?.

A resposta é bem difícil, mas eles tem poderes imensos. E para mim um guitarrista completo é aquele que além de acompanhar a banda e fazer solos geniais, sabe mostrar seus objetivos em grandes Riffs. Esse Universo é muito grande ainda para ser finalizado. Os acordes por exemplo são ferramentas que dão grandes Riffs. Angus Young e Tony Iommi, duas lendas vivas do Rock sabem do que estou falando.

Highway To Hell é uma prova viva que um simples acorde pode virar um Riff eletrizante e contagiante como o clássico é. Já do outro lado, Iron Man passa de acorde em acorde pelas mãos do grande Tony e vira mais um clássico da seis cordas. E não é só Iron Man, sabe aquele começo viciante de uma música chamada Paranoid ? .

É dele, assim como Heaven And Hell, War Pigs e outros grandes momentos para o Heavy Metal.


Muitos guitarristas tem sua caracteristica de tocar e fazer um Riff. A muitos Riffs excelentes por ai que será impossível citar todos.

Eu particularmente gosto de muitos. O primeiro a me tocar foi sem dúvidas Sweet Child O Mine do Slash, que além da balada, o guitarrista leva na bagagem outros grandes Riffs consagrados como Paradise City, Welcome The Jungles e entre outros. Whole Lotta Love já citado, é um que sempre gostei muito, assim como Sunshine Your Love do Cream, tocado por Eric Clapton. E falando no nele, ele foi dono de grandes Riffs e solos, mas o insuperável ficou com Sunshine, sensacional.

Não é com um clássico do Cream que a gente termina. All Right Now tocado por Paul Kossoff é um dos mais fodas que já vi. Ele não pode ser essa bolacha toda para muitos, mas o Riff entra em sua cabeça e demora para sair. E como All Right Now nunca sai de minha cabeça, não é diferente com Photograph do Leppard, tocado pelo ótimo guitarrista Steve Clark.

Kossoff executa com maestria suas frases, deixando eles crus e secos. Muitos adotam esse estilo, na pose de Hardão dos anos 70. Já falando em cru, o Thin Lizzy mostra Riffs como ninguém.

São inúmeros Riffs de diversas bandas que adoro. A grandes nomes como : Randy Rhoads destruindo a guitarra com Crazy Train, o entrosamento de James Hetfield e Kirk Hammet na clássica Enter Sandman, na pegada de Mark Knopfler em Money For Nothing, na adrenalina de Panama de Eddie Van Halen, na histórica Came As You Are do perdido e talentoso Kurt Cobain, no grandioso mundo de Seven Nation Army do White Stripes, e até aonde o Rock não esta. Beat It do astro Pop Michael Jackson traz um Riff bem legal e interessante.

Um Riff representa muito a um guitarrista, ou até a um músico que não precisa ter uma guitarra em seu colo para se fazer um grande Riff. Mas que seja, de uma forma ou de outra, muitos estão ai para mostrar o que sabem de fazer de melhor. Mas o que sabemos mesmo, é que cada palavra é de ouro. Ousar mais, e ter criatividade é tudo para um guitarrista, e certamente para um Riff de ROCK N ROLL isso não é diferente. Cada um tem sua razão, inesquecível ou não.

Abraços.

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sábado, 19 de junho de 2010

Clapton,a força do Blues

Eric Clapton nasceu na Inglaterra no dia 30 de Março de 1945,é cantor,compositor e um grande guitarrista.A força do blues ganha um post especial.

Começou sua carreira nos Yardbirds junto com Jimmy Page e Jeff Beck,que baita de uma banda hein ?.Depois que saiu do grupo o guitarrista foi parar no John Mayall e the Bluesbreakers,mas não durou muito e saiu.Impulsionado pela descrição de "Clapton Is God" em um muro ( " tem até um cachorro fazendo xixi no muro pixado,que respeito é esse ?,rs") ele criou a banda Cream,a qual consagrou pela sua técnica e criatividade,ele e a banda criaram grandes clássicos com os álbuns Disraeli Gears,Flesh Cream e Wheels Of Fire,tanto quanto nos álbuns quanto nas musicas,Clapton toca clássicos como Sunshine Your Love,Crossroads,White Room e Spoonful até hoje.A banda teve vida curta e depois da separação entre o baixista Jack Bruce,o baterista Ginger Backer e Eric o Cream acabou.
Depois de três bandas,o grande entrou em carreira solo,e lançou mais de 20 álbuns,para variar fez também grande clássicos como as musicas Layla,Wonderful Tonight,Cocaine,a balada Tears In Heaven e a regravação de I Shot the Sheriff do Reggae de Bob Marley.

Vivendo no mundo das drogas e do álcool,Clapton fez grandes parcerias no Rock N Roll,tocou com os gênio Mark Knopfler,Jimmy Page,Jeff Beck,Phil Collins,The Who entre outros.Lançou grandes coletâneas e álbuns ao vivos,seus shows sempre foram um grande show de Rock e Blues,sempre quando pisa no famoso Madison Square Garden de Nova York ele bota o lugar para pegar fogo.Clapton até já participou de grande filmes,um deles é a opera rock mais famosa,Tommy de 75.Apesar de variar seu gênero ao longo de sua carreira,Clapton foi inovador,e fez o Blues crescer a cada ano com sua musica e seus solos.Clapton foi condecorado com o título de Comandante da Ordem do Império Britânico (CBE) em 2004.A força do blues também é a força da guitara.

Veja a discografia completa no link : Eric Clapton

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quarta-feira, 24 de março de 2010

Last Man Standing e seus parceiros

Last Man Standing é um álbum lançado em 2006 pelo grande pianista Jerry Lee Lewis. O álbum é composto por parcerias e dentro delas se destacam Jimmy Page, Eric Clapton, Ringo Starr, John Fogerty, Mick Jagger, BB King entre muitos outros artistas. Não deu para perceber que o último homem durável sabe bem escolher seus parceiros ?.

Se você quiser saber da onde vem esse nome, ele se deriva da geração de 1950, entre artistas de estúdios de gravação, como Johnny Cash, Roy Orbison, Rich Charlie, Carl Perkins e Elvis Presley, todos pioneiros e influentes rockeiros até os dias de hoje, eles morreram, deixando Lewis o "último homem".

Veja o tracklist :

"Rock And Roll" (Jimmy Page)
"Before the Night Is Over" (BB King)
"Pink Cadillac" (Bruce Springsteen)
"Evening Gown" (Mick Jagger)
"You Don't Have to Go" (Neil Young)
"Twilight" (Robbie Robertson)
"Travelin' Band" (John Fogerty)
"That Kind of Fool" (Keith Richards)
"Sweet Little 16" (Ringo Starr)
"Just a Bummin' Around" (Merle Haggard)
"Honky Tonk Woman" (Kid Rock)
"What's Made Milwaukee Famous Has Made a Loser Out of Me "(Rod Stewart)
"Don't Be Ashamed of Your Age" (George Jones)
"A Couple More Years" (Willie Nelson)
"Old Glory" (Toby Keith)
"Trouble in Mind" (Eric Clapton)
"I Saw Her Standing There" (Little Richard)
"Lost Highway" (Delaney Bramlett)
"Hadacohl Boogie" (Buddy Guy)
"What Makes the Irish Heart Beat" (Don Henley)
"The Pilgrim Ch. 33" (Kris Kristofferson)

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