quarta-feira, 10 de novembro de 2010

5 discos que você deve ouvir do Iron Maiden

Fala pessoal, hoje vou trazer algo diferente aqui no Destroyer. A novidade é de um parceiro que se prontificou a ajudar a essa bagaça em um post, e claro, como som bonzinho acabei dando uma chance ao cara. Gabriel Albuquerque, fã incondicional do Maiden fez um ótimo post em que ele indicou 5 discos que vocês devem ouvir do Iron Maiden, e para quem está perdido entre muitos e muitos disco do Maiden esse post é uma ótima pedida.

Não esqueçam de visitar seu blog de coleções de discos Avenida 61 e seu fórum Metal Is The Law,  ambos parceiros do Destroyer.

Bom, comentem e espero que gostem. Quem sabe ele não pode voltar aqui mais tarde.

Agora é com você.



Uma das bandas mais tradicionais e populares do Heavy Metal britânico, e uma das percursoras da New Wave Of British Heavy Metal; que traz um estilo um pouco mais melódico e ‘’limpo’’, em relação as bandas matrizes do Metal: Blue Cheer, Sir Lord Baltimore, Black Sabbath, Mariani e Flower Travelin´ Band.

Nesse texto você verá discos que marcaram a história dessa grande banda. Aviso que pode (e provavelmente ocorrerá) alguns toques pessoais, tendo em vista que sou um grande fã da banda, mas isso é o interessante das listas: a polêmica e a discussão

• Iron Maiden (1980)

O primeiro disco da Donzela De Ferro conseguiu até um certo sucesso entre o público mais underground de Londres, isso devido ao compacto Soundhouse Tapes, com as músicas Iron Maiden, Invasion e Prowler. Na minha opinião, o melhor disco do Maiden sem Bruce Dinckinson nos vocais.

Vale destacar leves toques de Punk no disco, pois a EMI queria que a banda fizesse música comercial, que na época era o Punk.

• The Number Of The Beast (1982)

O vocalista da banda tinha problemas com drogas e de relacionamento com o chefe Steve Harris, e obviamente, foi posto para fora da banda. Para substituí-lo, foi chamado Bruce Dinckinson, vocalista da banda Samson.

Bruce entrou afirmando que não se submeteria ao estilo de Paul Di´anno, e que não cortaria o seu cabelo.

Bruce Dinckinson não apenas tinha uma voz mais melódica do que Di´anno, ele também tocava bateria, tanto que ele compôs o riff de The Prisioner.

A voz de Dinckinson caiu como uma luva para o Maiden, que fez sucesso com um disco com título polêmico e faixas com refrões mais fáceis, ainda que com arranjos mais complexos que os dois discos anteriores.



• Seventh Son Of A Seventh Son (1988)

Para representar a fase de teclados e sintetizadores do Maiden, muitos escolheriam o Somewhere In Time, mas do meu ponto de vista, o Seventh Son leva vantagem de seu antecessor por ser conceitual e mais complexo. O livro se baseia no livro de mesmo título do autor Orson Scott Card, quem quiser saber mais sobre o conceito do disco, acesse: http://rockmetalsempre.forumeiros.com/assuntos-gerais-f8/a-historia-narrada-seventh-son-of-a-seventh-son-t58.htm.

Destaque para a faixa título, com 10 minutos e com vocais operísticos. A atuação de Harris também é invejável nesse disco, atingindo seu ápice em The Clairvoyant.

• Virtual XI (1998)

Imagino o que a maioria das pessoas que estão lendo isso estão pensando que sou louco, ao botar aquilo que as pessoas dizem ser o pior disco do Iron Maiden, um dos piores discos da história. Porém, esse disco foi o primeiro que ouvi e comprei do Iron, e como disse no começo desse texto, aqui iriam ter aspectos pessoais.

Blaze Bayle foi o bode expiatório para uma banda que estava numa fase ruim. Considero o Virtual XI, um belo disco. Destaque para as faixas Futureal, The Educated Fool, Don´t Look To The Eyes Of Stranger, The Clasman e When Two Worlds Collide.

Vale parabenizar Dave Murray e o novo membro da banda Janick Gears, que agüentaram a barra e fizeram um ótimo trabalho nas guitarras. Sem dúvidas, a melhor performance de Janick.

• Brave New World (2000)

Cinco anos depois, Bruce Dinckinson retorna a banda e grava o melhor disco desde a década de 2000 da banda (sem desvalorizar Dance Of Death, A Matter Of Life & Death e The Final Frontier).

Brave New World a sede ‘’Bruciniana’’ de forma gloriosa. Destaque para as faixas Wicker Man (primeiro single do disco), Blood Brothers, que Harris fez pro seu pai que veio a falecer, Out Of The Silent Planet, The Nomad, Ghost Of Navigator e a faixa título.

Menção honrosa:

Piece Of Mind (1983) e Powerslave (1984)

Imagino que muitos os colocariam na lista, até eu mesmo, se a refizesse, acho que os colocaria; mas eu tentei abordar os principais momentos da banda com os principais e mais importantes discos; e como esses dois álbuns estão na mesma fase que o The Number Of The Beast, que é o disco mais popular da banda, eles acabaram ficando de fora, porém são essenciais, os meus preferidos da banda, provavelmente.

                                                 Up The Irons!




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