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segunda-feira, 8 de julho de 2013

Lou Reed - Transformer


Se muitos acharam que a carreira de Lou Reed acabou quando o Velvet Underground ( uma das bandas mais expressivas da década de 60 ) encerrou suas atividades, está muito enganado. Ele começou sua carreira solo em 1971 com um disco auto - intitulado, mas só foi um ano depois que o músico lançou sua mais importante obra, depois de Velvet Underground and Nico, claro. 

Transformer não está muito distante do V.U, apenas pense em Lou Reed e somente no Lou Reed ! Acho que ficou claro. Com a produção de nada mais nada menos do que David Bowie, e alguns backing vocals, foi eleito em diversas revistas especializadas como um disco essencial, a menor de todos o feitos. Lou Reed assumiu a voz, o piano, a guitarra, o Rock e sem esforço " Vicious " se tornou uma pegada inconfundível de Rock N´Roll, " Andy´s Chest " já pegou carona da onda undergound que bem conhecemos, assim como a aclamada " Perfect Day ".


" Hangin´Round " volta com aquele Rock punkeado com toques de piano, lembrando muito bem um bom Rockabilly. Mas agora reservo um pouco mais de linhas para escrever minha preferida, " Walk on The Wild Side " é a melhor música que representa a ascensão de Lou Reed. Não tem como se arrepiar com esse clássico do começo ao fim, das linhas de baixo, passando por sua calorosa voz, terminando nos lindos fraseados de violino. Inspiração que tem participação de Andy Warhol, o lendário pintor da banana do Velvet, Lou Reed convivia com o cara e tudo o que envolvia o cenário artístico da época, inclusive travestis. Isso mesmo, " Walk On The Wild Side " relata a vida dos travestis de NY, ou seja, uma singela e bonita homenagem. 

" Make Up ", " Satellite of Love ", " Wagon Wheel " e " New York Telephone Conversation " seguem até os últimos destaques da pérola. " I So Free " é uma canção maravilhosa, sem palavras, mais uma prova que Reed era também grande na guitarra. E para terminar, " Goodnight Ladies ", faz você voltar no tempo das décadas de 40, 50 e toda aquela coisa New York, sabe ?

Transformer é essencial, conhecer Lou Reed não tem preço. Não é tão genial quanto o Velvet Underground, mas ainda sim, é grandioso, como um disco de Rock deve ser.

Clássico...

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sábado, 1 de dezembro de 2012

Brendan Brenson – What Kind Of World



Ainda que seja mais lembrado como membro do Raconteurs, o multi-instrumentista Brendan Brenson está longe de ser uma sombra de Jack White. Dono de uma carreira solo elogiada, ele já foi chamado de um dos maiores compositores americanos da atualidade, e ainda tem no currículo pelo menos uma obra-prima do power pop – Lapalco, de 2002.

Seu quinto álbum de estúdio, What Kind Of World traz toda a síntese de sua carreira: refrões contagiantes, arranjos e melodias bem construídas e guitarras de rock bem amarradas por uma ótima produção, que revela influências de grupos como Big Star, Badfinger e Todd Rundgren.

Acontece que Brenson atingiu um ponto de sua carreira que é prejudicial a qualquer artista: desde seu último disco, My Old Familiar Friend, entrou na zona de conforto e produz seus trabalhos no piloto automático. O álbum ainda tem bons momentos, como belíssima ‘’Bad For Me’’, a soturna ‘’Pretty Baby’’ e o balanço de ‘’Thru the Ceiling’’, e segue agradando durante toda a audição. Mas fica ao final, a sensação de vazio. Tudo é executado com precisão milimétrica, mas falta a faísca para iniciar o incêndio; falta espontaneidade.

Enfim, What Kind Of World é bem executado e bem produzido, mas é artificial, sem vida. É rock de plástico, aliás , um ótimo Rock de plástico.

Recomendadíssimo !

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domingo, 25 de novembro de 2012

Kiss - Monster


O Kiss sempre dispensou comentários de qualquer fã de Rock, até porque a gente tem uma relação profunda com a banda, sendo que o nome do blog foi inspirado no maior clássico do grupo, Destroyer ( 1975 ). Sua discografia grande e ótima marcou gerações, deixando clássicos indiscutíveis da década de 70 e 80. É certo que a banda nunca andou as mil maravilhas. Lançaram alguns discos bem tranqueiras durante esses anos, mas não tem como negar que desses álbuns, duas ou três músicas você acaba adorando. O único erro que o grupo cometeu em sua carreira foi tirar as famosas máscaras na metade da década de 1980.

Isso é o de menos, perto de sua qualidade, os fãs aos poucos foram se acostumando até que o conjunto se tocou da cagada que vinha fazendo e resolveu voltar com elas. Além dos integrantes serem bem feios ( Paul Stanley é o que diga ) não era exatamente o Kiss nos palcos. Estava tudo ali, efeitos pirotécnicos, fumaças, fogo e muito sangue por parte de Gene Simmons, mas não era o verdadeiro Kiss que conhecemos. A essência estava se perdendo.

Águas passadas, certo ? Depois de três anos do bom Sonic Boom, aqui estamos mais uma vez ouvindo o que os norte - americanos estão aprontando. Monster foi lançado recentemente e já guarda uma ótima aceitação de seus fãs, que é o que realmente importa. 

Monster é um disco completamente Hard Rock original. Aqui não se manifesta nenhuma balada, diferente de Music From Another Dimension ( também lançado recentemente ) do Aerosmith. Já ficou até meio chato repetir sempre as mesmas frases, mas fazer o que ? Monster é Rock N ´Roll puro, sem erros.


O show começa com " Hell Or Hallelujah ", contando com um riff poderoso vindo da guitarra de Tommy Thayter.  Assim você já resume o novo álbum da banda. É o Kiss que conhecemos, aquele mesmo, dando um ar de nostalgia e talento, porque fazer um álbum novo com mais de 30 anos de carreira, é para poucos. " Wall Of Sound " e " Freak " são um tanto grudentas, " Back To The Stone Age " , " Shout Mercy " continuam no ritmo e " Long Way Down " e " Eat Your Heart Out " são minhas preferidas, essa última lembrando muito os clássicos " Lick It Up " e " Heaven´s On Fire ", com a voz única de Gene Simmons, misturado aos solos fantásticos de Tommy Thayter, sem esquecer do refrão marcante regado a voz de Paul Stanley e da bateria maravilhosa de Eric Singer.

" The Devil Is Me " e " Outta This World " chegam logo em seguida, abrindo as portas para o novo clássico do Kiss, a elegante " All For The Love Rock N´Roll " onde o grupo não perde a chance de admitir sua paixão pelo Rock. " Take Me Down Below " e " Last Chance " encerram mais uma bolacha do conjunto.

Monster também segue sobre aquele lema. Está longe de ser uma obra - prima, como foi Destroyer ( 1975 ) Love Gun ( 1977 ) e Creatures Of The Night ( 1981 ) mas ainda sim é uma ótima pedida para os fãs e também para aqueles que gostam de um bom Hard Rock. Quem sabe daqui uns 20 anos, ele não vira um clássico ? Tudo pode acontecer. Sem medo de errar, Monster é um belo disco e sem dúvidas vai proporcionar grandes registros ao vivos feitos pela banda.

Para não ficar tão perdido assim, há bastante tempo já tinha uma lista do grupo andando por ai : 5 discos que você deve ouvir do Kiss. Como a lista foi feita a muito tempo, não liguem para os erros de português e sua estrutura, creio que conseguiram curtir o post numa boa.

Abraços !

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quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Aerosmith - Music From Another Dimension



Oito anos depois  de Honkin ´ On Bobo de 2004, o Aerosmith resolve lançar um novo álbum. Music From Another Dimension chegou recentemente e já divide uma boa recepção de seus fãs.

O que falar quando uma grande banda como o Aerosmith resolve lançar um disco ? Mais um de sua carreira consagrada que já passa dos 30 anos de atividade. A resposta é óbvia. Music From Another Dimension não conta com aquele velho Aerosmith, mas a energia, empolgação e atitude de todos esses anos junto, felizmente continua de mãos dadas. O álbum é divertido,  apesar de algumas tranqueiras é Rock N ´Roll como vocês conhecem, por isso, não tem erro.

Quando " Legendary Child " foi lançada antes do disco, eu já tinha uma noção do que o registro seria. A música é excelente, é dos restos ( apenas restos ) do bom Get a Grip de 1993. E quando uma banda dessas resolve resgatar uma faixa de seus anos dourados, a festa fica melhor ainda. Um exemplo disso foi o Van Halen com A Different Kind of Truth, está longe de ser uma obra - prima, mas ta valendo.

O álbum começa freneticamente com " Luv XXX " e " Oh Yeah ". É bom saber que existem músicas totalmente dispensáveis por aqui. Os maiores exemplos são as chatas " Beautiful ",  " What Could Have Been Love " e " Can´t Stop Lovin You " baladas em que a banda insiste em resgatar o público mulherio dos anos 90. Nada contra, até gosto de algumas baladas do grupo, mas a maioria eu não consigo engolir. A única que até que me simpatizei foi " Tell Me ". O compacto termina como começou, em pauladas certeiras como " Freedom Fighter ", " Closer " e" Something ", que certamente os amantes vão gostar.

O que devemos levar de lição é que o Aerosmith já escreveu sua história. O que certamente move o grupo a fazer discos é a paixão pelo Rock. E se tem paixão vindo deles, vale a pena, para os fãs mais revoltados da década de 70 aos mais apaixonados pelos anos 90.

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domingo, 30 de setembro de 2012

Foo Fighters - Wasting Light


Após o fim do Nirvana, Dave Grohl que até então era apenas um grande baterista, estava afim de formar uma nova banda. Um ano depois da morte de seu amigo e músico Kurt Cobain, em 1995 o Foo Fighters nascia. De uma simples banda que não sairia da sombras do Nirvana, hoje, é um dos grupos de Rock mais influentes da atualidade.

Mostrando um som pesado, não tão intenso e marcante quanto sua ex - banda, Dave Grohl se rebelou, tomou a frente do grupo com sua guitarra e voz forte. Foram 6 discos oficialmente lançados, vários sucessos  e uma enorme quantidade de fãs. Não é a toa que com seu último disco lançado no ano passado, Wasting Light, vendeu mais de 250.000 mil cópias na primeira semana. É muita coisa para esse atual cenário musical em que vivemos.

A ideia do álbum estava sendo feita em 2008. Após o final da turnê  Echoes, Silence, Patience e Grace, os americanos já tinham algumas faixas prontas. O disco foi inteiramente gravado na garagem de Grohl, onde acreditaria que fugiria das alterações de computador, deixando o som mais limpo e direto, e não tão artificial.

Abrindo a bolacha, " Bridge Burning " é uma paulada gigante, assim como a estranha " Rope ". " Dear Rosemary " é bem melódica, tendo um ar de Thin Lizzy. Depois de " White Limo ", encontramos com a envolvente " Arlandria ", abrindo as portas para a ótima " These Days ". " Back Forth " e " A Matter Of Time " continuam transmitindo Heavy Metal, Punk, Alternativo e tudo aquilo que o Foo Fighters faz de melhor. Para terminar a bela " I Should Have Know " com a participação do baixo de Krist Novoselic, e o clássico e minha preferida " Walk ".

Com capa de banda grande, Wasting Light é sonzera pura, sem erros. Dave Grohl, Taylor Hawkins, Chris Shiflett, Nate Mendel e Pat Smear conseguiram dar mais motivos para ser uma das melhores bandas da atualidade. 

Recomendadíssimo !

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domingo, 11 de março de 2012

E o Rock se estranhou



Quem diria que o mundo do Rock veria uma das parcerias mais inusitadas dos últimos anos. De um lado temos o Metallica, que todos já conheçem sua tragetória para o topo do Metal. Do outro vemos Lou Reed, grande músico, líder e fundador do Velvet Underground e também dono de ínumeros álbuns ótimos durante sua carreira, tocando desde Folk a Piscodelismo.

Os sinais dessa parceria já vinha acontecendo em alguns shows que ambos vinham realizando, um deles no Rock N Roll Of Fame, mas ninguém saberia que por trás disso havia um disco. Quando foi anunciado, " Lulu ", para mim era até então um dos álbuns mais esperado de 2011, juntamente com " Forevermore " do Whitesnake.

Algumas demos foram mostradas, a capa anunciada e tudo estava pronto para o lançamento. Resumindo a obra ao todo, é o Metallica com Lou Reed como vocalista. Eu confesso que fui um pouco ingênuo e esperava o Metallica tocando Folk, Soul ou se adaptando ao um estilo totalmente oposto ao do grupo, até porque eles sempre deixam uma balada bonita em seus trabalhos. Eu gosto quando bandas ousam e fazem sons inusitados, e já era de se esperar críticas pesadas, como Lars Ulrich disse : " Já esperava " .  Não diria que Lulu quebrou Lou Reed mas o cara sabe o seu faro, mas mesmo assim, se adaptou muito bem ao gênero apresentado e certamente fez a alegria de alguns fãs metaleiros espalhados pelo mundo.

Lulu começou com Reed, que se inspirou em uma peça de teatro. Está longe de ser um disco ruim, pelo contrário, apresenta letras bem trabalhadas e uma pegada única, só que uma ou outra faixa chega a te empolgar, resumindo, ele é fraco. Apesar de soar bem o Metallica, difere bastante da realidade da banda, porque Lou Reed deixa com um toque obscuro e tenso, fugindo da sonoridade tradicional  que eles vem apresentando ao longo dos anos.

Lulu foi pensado para expandir novos horizontes musicais, tanto quanto de Lou Reed quanto do Metallica. Apesar de me simpatizar com " The View " o compacto deixa a desejar, apresenta pelo menos uma temática interessante.

Uma vez Brian Johnson, vocalista do ACDC disse que a crítica acabou com os discos de Rock. De fato, ele leva uma verdade sobre essa afirmação, pois sempre tem alguém que goste daquele álbum negativado mundialmente. Mas isso é o de menos, a verdade é que influência aqueles que seguem o trabalho do crítico. O leitor nem passa perto da obra criticada negativamente, sendo que possa servir seus ouvidos. Eu sempre costumo fazer resenhas de discos bons, mas não poderia passar Lulu.

Você deve ouvi - lo, mesmo que não lhe agrade. Lulu é estranho, muito estranho. Essa parceria vai demorar para ser esqueçida, todos vão lembrar que o único legado deles não deu certo, apesar disso, foi bom ver o Rock N Roll inovando e se estranhando.


Qual será a próxima ?

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domingo, 5 de fevereiro de 2012

Van Halen - A Different Kind Of Truth


O Van Halen anunciou em meados de 2011 que lançaria um novo álbum, trazendo novamente o vocalista David Lee Roth. Seu último trabalho foi 1984, um dos meus discos preferidos, tendo uma importância muito grande para história. Mas antes de lançarem A Different Kind Of Truth a banda fez Van Halen III, o único compacto que não trazia Lee Roth e Sammy Hagar nos microfones, e sim o músico Gery Cherone. 

É bom rever o Halen lançando novamente, apesar do baixista Michael Anthony não estar na história para fazer a formação clássica, Wolfgang, filho de Eddie se mostrou competente. O álbum começa com o single anunciando semanas antes do lançamento, " Tattoo ". A música reluz bem o disco ao todo, esta longe de ser uma obra - prima, mas tem o que o grupo sempre teve, charme, empolgação e aquele bom e velho Rock N Roll.

O barco toca e as faixas seguintes lembram muito a banda em seu ínicio. Os solos de Eddie misturados com os refrões de Lee Roth, sobre o peso da bateria do grande Alex Van Halen. Também me chamou muita atenção foi " Blood E Fire ", instrumental tocada por Eddie. Que bom que ele não esqueçeu de deixar sua parte, não é nada perto de " Eruption " e " Spanish Fly " e sim uma música praticamente só de riffs, típicos do Hard Rock. Sensacional.

E assim vai se alastrando Different Kind Of Truth, como o Van Halen sempre gostou.  É muito bom e recomendo sem dúvidas. Foi tudo o que a banda andou cultivando nos últimos anos, mas antes de ouvir o novo deles, sinta quando eu senti quando ouvi esse clássico abaixo.



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terça-feira, 30 de agosto de 2011

Entrando no mundo de Sufer Rosa



Em 1988 o Pixies estava no seu segundo álbum, que seria mais uma grande pérola do Rock. Sufer Rosa chega e de cara mostra que os Pixies é uma grande banda, e bota grande nisso.

Quando lançado não foi um grande sucesso, mas é amado por muitos e foi super bem critícado, ganhando listas e listas. Kurt Cobain, Billy Corgan e outros artistas afirmavam que o disco sempre foi uma grande fonte de inspiração. Depois do bom e primeiro álbum da banda " Come On Pilgrim " decidiram fazer um trabalho de longa escala, e para isso, contrataram  Steve Albini, que fez uma baita de uma produção, bem típico de bandas ao estilo. Black Francis, Kim Deal, Joey Santiago e David Lovering arrebentaram e trouxeram uma das muitas e ótimas obras do Rock Alternativo.

Começando com a quebradeira de " Bone Machine " que trazia um entrosamento gigante da cozinha da musa Kim Deal e David Lovering, e sem esqueçer  da voz de Black Francis. Ainda na quebradeira, a banda vem com "Break My Body  ", " Something Against You " e " Broken Face ".

Depois dessas  Kim Deal vem a brilhar em sua composição que conquista, " Gigantic " é uma das minhas músicas preferidas do conjunto. A musa em uma voz brilhante detona junto com seu baixo nessa grande música. E não demora para mais um clássico aparecer, depois de " River Euphrates " ( eles sempre costumavam a por em seus álbuns canções com nomes latinos ) a contagiante " Where Is My Mind " chega com tudo, tendo a grande presença e voz de Black Francis. " Cactus " vem logo em seguida e chama atenção pelo seu ritmo pulsante.


" A gata e musa Kim Deal "

" Thony´s Theme " volta a pancadaria relembrando bem um Judas Priest devido a semelhança da voz entre Francis e Rob Halford. Já " Oh My Golly " é mais rápida do que Thoys´s Theme e " Vamos " vem ainda para lembrar a banda com seu jeito latino.  " I'm Amazed " e " Brick Is Head " terminam o compacto, esta última com uma guitarra bem detalhada e ótima de Joey Santiago.

Recomendo todos a ouvirem esse álbum. Quem gosta de uma quebradeira vai adorar, porque ´foi bem produzido e tocado pelo auge do grupo e do bom Rock Alternativo que todos nós conhecemos. O disco seguinte " Doolittle " é tão fiel a esse que vão gostar também.

Sua capa causou bastante polêmica. Uma mulher com os seios mostrados, mas o Pixies sempre foi aquela banda de chamar atenção, indiferente de muitas. A imagem de abertura do post esta censurado por alguns motivos, devido a prêmios e parceiros, mas no Google você terá melhores.

Algumas curiosidades do disco podem ser vistas, na época a distribuição dos Estados Unidos foi feito por uma empresa que errou. Sufer Rosa falhou e o único single a ser posto foi " Gigantic, e "I'm Amazed " começa com uma conversa entre Black Francis e Kim Deal que foi pega durante as gravações.


" Cadê minha mente ? "

Uma boa já citada é que Kurt Cobain tirou inspiração para a jornada do clássico de Nevermind, e não é a toa que contratou o grande produtor Steve Albini para In Utero. Billy Corgan já foi mais adiante e além de pegar o som da bateria para estudar e treinar no estúdio elementos técnicos. Como ele diz : " É Rock sem falhas, me faz mover ".

Sempre gostei dos Pixies, é uma das grandes bandas do bom e famoso Rock Alternativo. Sempre que puder venho aqui e falo mais dessa banda, inclusive um grande especial. O show do grupo no grande festival SWU realizado no ano passao foi brilhante. O peso e a qualidade deles em palco é muito grande, estou sempre disposto a ouvir a banda ao vivo do que sua forma em estúdio.

Até o próximo post e esperem por muitas novidades.


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domingo, 13 de março de 2011

Whitesnake - Forevermore

Para mim um dos discos mais esperados do ano saiu a pouco tempo. Estou falando de Forevermore, o mais recente disco da Cobra Branca.

Para quem esta acustumado a ver o Whitesnake de 87 e de Slip Of The Tongue esta bem enganado. Naquela época Coverdale estava no auge de sua carreira, e é fato que a discografia da banda é sensacional desde os tempos de Ian Paice e Jon Lord. E como toda banda clássica que lança um disco atualmente eu só quero saber de uma coisa, só quero saber se resgata os tempos de ouros.

É bem difícil chegar ao brilhantismo que fez décadas atrás, mas não que seja impossível. Já vi muitas que já conseguiram esse feito. Forevermore é um disco bem pesado, e o Hard Rock fica evidente em quase todas as faixas. Riffs, solos e refrões fazem parte do mundo do Whitesnake.


Em relação ao final da década de 80 o disco é mais pesado, e em relação ao seus primórdios pode se assemelhar -se em alguns aspectos. Posso sentir que é um Rock mais moderno em relação ao antigo, mas não superior.

O destaque fica com a faixa Love Will Set You Free que vira o single do disco. As baladas que como de costume não faltaram e ficaram presentes. Easier Said Than Done e One Of These Days tentam resgatar o que antes era This Is Love.  Já a bela faixa titulo traz belas passagens de violão e depois fica pesada com o tempo, e assim acaba combinando com solos caprichosos. E como disse que o Hard fica evidente, a faixa I Need You faz lembrar aquele tempo em que o grupo era de arrepiar.

O disco é bom, sem sombra de dúvidas, mas chega uma hora que você tem a sensação da base de cada faixa se repetir, para mim deixou o disco meio cansativo. Mas o que posso perceber é que Coverdale e a banda continua sendo fiel, mas não é nem sombra quando Slide It In, Saints e Sinners e entre outros chegavam as lojas. E já que Coverdale e cia é fiel, o álbum também faz jus a história do conjunto.

Vale a pena ouvir um Whitesnake atualmente ?.
Sim, vale a pena ouvir Forevermore assim como seu último disco Good To Be Bad .Vale a pena ouvir a fórmula de se fazer Rock N Roll.

Abraços.

01. Steal Your Heart Away (05:18)
02. All Out Of Luck (05:28)
03. Love Will Set You Free (03:52)
04. Easier Said Than Done (05:12)
05. Tell Me How (04:41)
06. I Need You (Shine A Light) (03:49)
07. One Of These Days (04:53)
08. Love And Treat Me Right (04:14)
09. Dogs In The Street (03:48)
10. Fare Thee Well (05:18)
11. Whipping Boy Blues (05:01)
12. My Evil Ways (04:33)
13. Forevermore (07:22)
14. Whipping Boy Blues (Swamp Mix) (05:59)

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domingo, 20 de fevereiro de 2011

Ação e Emoção

Eai, tranquilos ?.

Hoje vim falar de dois discos lançados no ano passado de dois Mestres da guitarra. Começo falando sobre o último e mais recente disco do grande guitarrista Ronnie Wood, ou Ron para os íntimos. I Feel Like Playing foi lançado em Setembro do ano passado e conta com as participações de Slash, Eddie Vedder ( Pearl Jam ), Billy Gibbons ( ZZ Top ) e entre outros.

Quando entrou nos Stones, muitos pensaram que seria um coadjuvante no papel da banda, deixando seu amigo Keith Richards fazer o trabalho e levar a fama. É certo que Richards é o cara, mas não que Wood também não seja, se eu não me engano Richards fez um trabalho solo, e Ronnie fez inúmeros. É fato que o Stones chegou a empolgar mais ainda com a dupla.

Mas porque a quantidade em vez de qualidade ? Ronnie fez discos bons, por isso que ele é um grande guitarrista que jogou muito bem nesse álbum. A sua verdadeira sacada é demais, o Blues – Rock com Southern Rock bem feito e introduzido deixando o som mais clima e ainda mais legal, afinal, é o que ele sempre fez, não é ?.

Esse trabalho mostra o poder e a competência do cara, e mostra que ele também não se prende a um estilo único do Rock, ele é ótimo, e não devemos deixar os mérito só a ele, os músicos que ajudaram fizeram um belo trabalho. A Feel Like Playing é um disco para relaxar, é um ótimo disco que vale a pena ouvir, e se não fosse bom não estaria aqui. Compra garantida pessoal !.

Agora venho a falar de outro disco sensacional. Mas dessa vez é do grande Jeff Beck, que diferente de Ronnie Wood seguiu carreira solo a maior parte de sua carreira.
Mestre da guitarra que fez grandes discos e solos lançou Emotion E Commotion, um disco suave, calmo e belo. O guitarrista soube trazer a  essência daquele tipo de música para o disco. Belas passagens e belos solos de guitarra que quem gosta de viajar e sentir, vai gostar, sem sombras de dúvidas.

O álbum é bem clássico em relação a música e ao Rock, acho que era isso que Beck queria transmitir, que a música erudita ainda não está morta, mas uma música erudita bem moderna e agradável. E você pensa que ele deixa o Blues de fora e o Rock de fora ? Esta enganado, a faixa Hammerhaed é digna de um bom som.

Posso dizer que será mais uma pérola do Jeff Beck que está em mais de uma de suas coleções. Mais um guitarrista que mostra sua competência em apenas um disco.

Ouçam !





É isso ai pessoal, dois discos que valem a pena. Até a próxima e volto daqui um tempo com mais algumas dobradinhas.

Recado :

Corram e votem na Enquete Rock In Rio pois ela está acabando, siga a gente o Twitter @destroyercity , deixe sua pergunta no Me Pergunte e seu comentário. Também fique atento porque tem muita novidade ainda por vir.

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sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Arriba, Santana !

Santana sempre foi um ótimo guitarrista, fez ótimos trabalhos em torno de sua carreira, mas hoje não vim fazer sua biografia e sim fazer uma resenha de seu disco de covers.

Carlos Santana - Guitar Heaven foi lançado nesse ano e tem um repertório sensacional. Clássicos como Whole Lotta Love, Sunshine Of Your Love do Cream, Photograph do Leppard, Back In Black dos australianos AC/DC, Smoke On The Water do Purple, Dance The Night Away do Van Halen e entre outros chamam a atenção dos rockeiros.

O repertório é de arrepiar, só resta vocês saberem se os músicos que cantam também são. Posso dizer que só tem dois que eu conheço la, Chris Cornell e Joe Cocker. O resto se saiu bem , mas não é nada que se compara a grande nomes.

Ganhei o cd de um amigo meu, não pensei duas vezes e dei play. Achei um disco de covers bom, vale a pena. Santana encrementou os clássicos com sua arte de improvisar, mas o disco não segue a mesma tendência dos clássicos, o que muda é sem duvidas o timbre, não pense que se você comprar esse cd você vai ouvir só maravilhas, nem se compara o timbre de Jimmy Page quando se toca Whole Lotta Love, e Black Magic Woman com Santana, é fato que não vai sair a mesma coisa.

Algumas faixas me decepcionaram, como Photograph, mas também algumas me deixaram feliz. Santana inovou, como em Back In Black, uma mistura de Rap e New Metal que ficou legal. O guitarrista não esqueçeu de por efeitos nas musicas, isso pode ter atrapalhado a execução de algumas, na minha opinião.

Um disco com covers de clássicos para mim é furada, minha tendência é só ouvir discos covers de musicas que não conheço e poucas conhecidas, mas isso não tira a técnica do Santana, um ótimo guitarrista que faz trabalhos excelentes. Espero que curtem, porque eu curti.

Na próxima resenha vou falar do melhor disco de covers que já ouvi, até mais.

Arriba, ¿qué hay de disfrutar de buena música ?

! Esto es en tiozinho !


Setlist :

1. Whole Lotta Love featuring Chris Cornell (Led Zeppelin)
2. Can't You Hear Me Knockin featuring Scott Weiland (The Rolling Stones)
3. Sunshine Of Your Love featuring Rob Thomas (Cream)
4. While My Guitar Gently Weeps featuring india.arie and Yo-Yo Ma (The Beatles)
5. Photograph featuring Chris Daughtry (Def Leppard)
6. Back In Black featuring Nas (AC/DC)
7. Riders On the Storm featuring Chester Bennington and Ray Manzarek (The Doors)
8. Smoke On the Water featuring Jacoby Shaddix (Deep Purple)
9. Dance the Night Away featuring Pat Monahan (Van Halen)
10. Bang A Gong featuring Gavin Rossdale (T. Rex)
11. Little Wing featuring Joe Cocker (Jimi Hendrix)
12. I Ain't Superstitious featuring Jonny Lang (Howlin' Wolf, Jeff Beck Group)
13. Fortunate Son featuring Scott Stapp (Credence Clearwater Revival)
14. Under the Bridge featuring Andy Vargas (Red Hot Chili Peppers) 
15. La Grange featuring Kenichi Asai (Japanese Edition Only)



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sexta-feira, 20 de agosto de 2010

The Final Frontier

Quando El Dorado foi lançado para download no site do Iron Maiden, o primeiro single do álbum The Final Frontier ( A fronteira final ), pensei ,não é que ta pintando álbum novo na área !.

The Final Fontier foi lançado e já está a caminho do topo das paradas em vários países. Depois do single fizeram o clipe da faixa Satellite 15, que por sinal ficou muito bom, e para finalizar fizeram os últimos ajustes para tirar do forno e presentear seus fãs com um álbum fiel .

The Final Frontier é um bom álbum, ficou bem nítido que o Iron Maiden ainda tem a mostrar, assim como suas capas.E é claro que é tudo besteira que muitos andam dizendo por ai, dizem que é o último álbum da banda devido ao seu nome, mas segundo o baixista e compositor Steve Harris "A gente tem muito a mostrar ".

Todos nós vemos que o pessoal da banda tem um entrosamento que poucas bandas de Heavy Metal tem, e esse entrosamento tem data, desde The Number Of The Beast de 85, um dos melhores álbuns da banda.Bruce se saiu muito bem, claro, contando com a ajuda de Harris e seu baixo bem entrosado como eles não sairiam bem ?.Também destaco Murray e Adrian, que fizeram ótimos solos, indispensável não falar deles nessa resenha.

O álbum teve e tem uma grande repercussão, não é a toa que é eleito o álbum mais longo da banda, The Man Who Would Be King tem 10:59 de tempo. The Final Frontier foi lançado em 16 de agosto de 2010 e é o primeiro álbum de estúdio desde o lançamento do A Matter of Life and Death de 2006,  sem esqueçer que a turnê ainda está rolando.Já penso se o décimo quinto álbum da banda passasse aqui no brasil ?.

Veja o setlist :

1. "Satellite 15... The Final Frontier" - 8:40
2. "El Dorado" - 6:49
3. "Mother of Mercy" - 5:20
4. "Coming Home" - 5:52
5. "The Alchemist" - 4:29
6. "Isle of Avalon" - 9:06
7. "Starblind" - 7:48
8. "The Talisman" - 9:03
9. "The Man Who Would Be King" - 8:28
10. "When the Wild Wind Blows"  - 10:59

Deixe seu comentário do que você achou desse grande álbum.E não se esqueça de visitar Área do Rock N Roll

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sexta-feira, 9 de julho de 2010

Ozzy Osbourne - Scream

Nosso querido Madman lançou no dia 11 de junho Scream, seu mais novo álbum que já está a venda. O disco tem uma novidade que é seu novo guitarrista, o grego Gus G.

Ozzy sempre teve uma relação muito boa e amigável com seus fãs, se eu não me engano é a primeira vez que um artista pede para seus fãs escolherem o nome de seu álbum, e eles escolheram um bom nome, para quem queria Soul Sucker, Scream está ótimo. Gosto muito do Ozzy, mas achei o álbum regular, segundo ele, isso é só um aperitivo para o que está por vir.

No meio do ano passado o Madman demitiu Zakk Wylde, o grande guitarrista que é conhecido pelas suas habilidades e timbre. Zakk fez ótimos álbuns com o cantor, mas muitos fãs não foram muito com a idéia do guitarrista sair, pois os dois eram uma dupla em tanto. Zakk saiu e chegou Gus G, é um bom guitarrista pelo que vi, já tinha tocado com bandas de sucesso antes de chegar ao Ozzy, mas sem esqueçer que Scream já estava sendo feito quando ele chegou, mas será que Gus G é um bom compositor ?. Ozzy e os fãs querem ver isso no próximo álbum, assim como eu.

Além de ser marcado pela ausência de Zakk Wylde, também marcou a do baterista Mike Bordin. Depois de No More Tears e Ozzmosis nenhum álbum do Madman chamou minha atenção. Quem sabe o próximo não resgata o auge do vocalista.

Confira o setlist de Scream.

1-"Let It Die"
2-"Let Me Hear You Scream"
3-"Soul Sucker"
4-"Life Won't Wait"
5-"Diggin’ Me Down"
6-"Crucify"
7-"Fearless"
8-"Time"
9-"I Want It More"
10-"Latimer’s Mercy"
11-"I Love You All"
12-"One More Time"
13-"Jump the Moon"

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segunda-feira, 14 de junho de 2010

Slash e Friends

Debaixo de uma cartola esconde um guitarrista talentoso que fez a cabeça dos jovens nos anos 80 e 90 com sua música e sua guitarra. Após sair do Guns N Roses, Slash lançou seu primeiro álbum com o Snakepit, depois entrou na banda Velvet Revolver e fez dois discos, agora o guitarrista lançou seu primeiro álbum solo que conta com convidados especiais como o "Madman" Ozzy Osbourne, Iggy Pop, Lemmy entre outros.

Eu achei o álbum bom, riffs matadores, solos sensacionais, bom, é isso que nosso amigo Slash sabe fazer de melhor. A primeira música vem com seu amigo de data, o guitarrista Izzy Stradlin, depois de Izzy vem Ozzy com Crucify The Dead, a música caiu muito bem com o vocalista, Slash e Ozzy dariam uma bela dupla no auge de suas carreiras.

Quando falaram que By The Sword era a melhor música do álbum, tenho que concordar ,gostei dessa música do Slash com Andrew Stockdale, o vocalista do Wolfmother. E você pensa que as estrelas acabaram por ai ! Não, depois veio Kid Rock, Lemmy ,o grande baterista Dave Grohl e a grande surpresa desse álbum, Fergie, a vocalista da banda Pop Black Eyed Peas soltou os agudos na música Beautiful Dangerous.

Esse álbum que foi lançado no mês de Abril pelo mundo faz um Slash novo, o álbum é bom, mas nada que surpreenda. Slash pode vir para o Brasil ainda nesse ano, é esperar por ver.

"As pessoas querem heróis. O rock é algo heróico porque elas contam com ele para se afastar do estilo de vida que levam no cotidiano" ( Slash )

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quarta-feira, 2 de junho de 2010

Sting In The Tail

Os alemães do Scorpions infelizmente anunciaram o final da banda, mas parece que esse final vai ser prolongado. No dia 19 de Março de 2010 chegou nas lojas o álbum Sting In The Tail, o décimo oitavo e último álbum da banda, as gravações aconteceram em Hanôver e em Estocolmo.

Os fãs da banda já esperavam um ótimo trabalho ,eu achei o álbum muito bom, mas nem se compara com Blackout, Love at First Sting, Lovedrive entre outros álbuns que fizeram a história da banda. O álbum conta com a participação da cantora Tarja Turunen da banda Nightwish, a cantora participa da quarta musica chamada The Good Die Young.O disco também tem suas baladas,de costume o Scorpions adora baladas,e para não ficar feio eles capricham nelas.Klaus Maine,Mathias Jabbs,Rudolf Schenker e cia vão se apresentar no Brasil em Setembro,e claro que todos vão adorar os shows da banda.

Confira o setlist :

"Raised On Rock" - 3:57
"Sting In The Tail" - 3:12
"Slave Me" - 2:44
"The Good Die Young" - 5:14
"No Limit" - 3:24
"Rock Zone" - 3:17
"Lorelei" - 4:31
"Turn You On" - 4:25
"Let's Rock" - 3:21
"Sly" - 5:15
"Spirit Of Rock" - 3:43
"The Best Is Yet To Come" - 4:34

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terça-feira, 4 de maio de 2010

AC/DC : I Am Iron Man 2



AC/DC, grande banda do Hardão dos anos 70,80 e 90 vem com tudo em 2010. A banda lançou no dia 19 de Abril o álbum Iron Man 2, que é gravado pela gravadora Columbia Records, e conta com a colaboração da Marvel Studios. Veja o restante dos detalhes do álbum abaixo, pego do site acdcbrasil.net.

Com 15 clássicos da banda selecionados a partir dos dez álbuns de estúdio, de 1976 à 2008, o álbum conta com notáveis músicas como "Shoot To Thrill", "Thunderstruck", "Let There Be Rock" ,"Highway To Hell","TNT" ,"War Machine" (do recente álbum Black Ice) e entre outros clássicos.

A pré-venda começou no dia 26 de janeiro, e estão a disposição a versão deluxe (CD/DVD e 2 LP's), na qual conta com um livreto de 32 páginas, e na versão DVD que exibe as filmagens dos bastidores, entrevistas exclusivas e clipes da banda.

O filme "Iron Man 2" estreiou mundialmente no dia 28 de Abril, e conta com a trilha sonora da banda australiana. Confira as faixas do álbum.

Faixas :
1. "Shoot to Thrill"
2. "Rock 'n' Roll Damnation"
3. "Guns for Hire"
4. "Cold Hearted Man"
5. "Back in Black"
6. "Thunderstruck"
7. "If You Want Blood (You've Got It)"
8. "Evil Walks"
9. "T.N.T."
10. "Hell Ain't a Bad Place to Be"
11. "Have a Drink on Me"
12. "The Razors Edge"
13. "Let There Be Rock"
14. "War Machine"
15. "Highway to Hell"

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quarta-feira, 24 de março de 2010

Last Man Standing e seus parceiros

Last Man Standing é um álbum lançado em 2006 pelo grande pianista Jerry Lee Lewis. O álbum é composto por parcerias e dentro delas se destacam Jimmy Page, Eric Clapton, Ringo Starr, John Fogerty, Mick Jagger, BB King entre muitos outros artistas. Não deu para perceber que o último homem durável sabe bem escolher seus parceiros ?.

Se você quiser saber da onde vem esse nome, ele se deriva da geração de 1950, entre artistas de estúdios de gravação, como Johnny Cash, Roy Orbison, Rich Charlie, Carl Perkins e Elvis Presley, todos pioneiros e influentes rockeiros até os dias de hoje, eles morreram, deixando Lewis o "último homem".

Veja o tracklist :

"Rock And Roll" (Jimmy Page)
"Before the Night Is Over" (BB King)
"Pink Cadillac" (Bruce Springsteen)
"Evening Gown" (Mick Jagger)
"You Don't Have to Go" (Neil Young)
"Twilight" (Robbie Robertson)
"Travelin' Band" (John Fogerty)
"That Kind of Fool" (Keith Richards)
"Sweet Little 16" (Ringo Starr)
"Just a Bummin' Around" (Merle Haggard)
"Honky Tonk Woman" (Kid Rock)
"What's Made Milwaukee Famous Has Made a Loser Out of Me "(Rod Stewart)
"Don't Be Ashamed of Your Age" (George Jones)
"A Couple More Years" (Willie Nelson)
"Old Glory" (Toby Keith)
"Trouble in Mind" (Eric Clapton)
"I Saw Her Standing There" (Little Richard)
"Lost Highway" (Delaney Bramlett)
"Hadacohl Boogie" (Buddy Guy)
"What Makes the Irish Heart Beat" (Don Henley)
"The Pilgrim Ch. 33" (Kris Kristofferson)

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Todos artigos são publicados por Guilherme M, exceto onde os autores são citados
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