quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

2013

Enfim, chegamos a 2013. Merecendo ou não, vamos entrar de férias, afinal estamos o ano inteiro falando desse tal de Rock N´ Roll. Um sossego é bom, mas não por muito tempo. Fiquem aguardando que tem muita novidade vindo por ai.

Um abraço a todos e um feliz 2013.


quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Feliz Natal

O Destroyer deseja um Feliz Natal com muito Rock N ´Roll a todos os seus leitores.


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Eai ?
Tavam falando por ai que você ia acaba ? Cadê ?


Até logo.


sábado, 15 de dezembro de 2012

Playlist - Teu futuro espelha essa grandeza


Como já havia dito o Brasil teve uma das melhores músicas do mundo e da história. Foram grandes nomes que se foram ou que ainda continuam na estrada. Considerando a voz, a atitude e o talento, essa playlist reúne 20 grandes cantores que honraram ou que honram esse país. Tim Maia e suas declarações de amor, Wilson Simonal apresentando sua nega chamada Tereza, o lindo Baby de Gal Costa, a vida de viajante de Conzaga, a intensidade de Renato Russo e muitos outros. 

O foco não é o Rock N ´Roll como de costume, mas que tal conhecer de perto a verdadeira música brasileira. Com mais de uma 1 hora de duração é só apertar o player e saber que o teu futuro espelha essa grandeza.

domingo, 9 de dezembro de 2012

Caetano Veloso - Alegria, ai eu vou !

“ Alegria, Alegria ” de Caetano Veloso é  uma das músicas, se não a mais, importante da história da música brasileira.  Lançada em 1967, marcou o Tropicalismo e a luta contra a ditadura que se encontrava no auge aqui no Brasil. Inspirado em " A banda " de Chico Buarque,  a música trazia uma sonoridade jamais vista na época, era uma marcha que se encontrava com o uso de guitarras, onde chamou muita atenção. “ Alegria, Alegria “ é um clássico, é Rock ( um dos primeiros ), poesia, livro e filme.

Salve a música brasileira !

sábado, 1 de dezembro de 2012

5 discos que você deve ouvir do Legião Urbana


Aqui está a primeira lista ao bom Rock nacional. Tão rico e fantástico que só agora me toquei que não tinha nenhuma a respeito. Vamos começar com o pé direito, ok ? Hoje quem toma conta é o Legião Urbana, que se tornou a muito tempo uma das melhores bandas de Rock do mundo.

Direto do planalto central, a banda foi uma peça fundamental para uma geração. Era meio que os Beatles brasileiro no sentido filosófico e também um pouco musical. Mas em questão sonora, o grupo levou mais para o Rock Alternativo, como : The Smiths, Jesus And Mary Chain, Pixies, U2 e The Cure, suas principais influencias.

O Legião Urbana foi muito além do imaginado. Não pelo sucesso e loucura dos fãs, mas sim, por uma maneira de pensar, agir, seja politicamente ou religiosamente. Vindo especialmente de uma cabeça pensante chamada Renato Russo. O músico não iria gostar, mas infelizmente o Rock aqui no Brasil virou uma religião.

" Vocês são a verdadeira Legião Urbana "


Legião Urbana - 1985




O primeiro disco da banda saiu em 1985 mas demorou para emplacar. O clássico começa com " Será ", que na minha opinião conta com uma visão patriota de Renato Russo, ao declarar a situação do Brasil durante os anos, de ser explorada e de ser uma pais tão especial e importante. " Petróleo do Futuro ", " Ainda é Cedo " e " Geração Coca Cola " dispensam comentários. O álbum termina na melancólica " Por Enquanto ", uma bela canção que retrata como nenhuma outra a sensação de estar apaixonado. Era um começo digno de uma grande banda, começando sua jornada para entrar para a história da música brasileira.

Dois - 1986



Dois na verdade seria um álbum duplo até com nome determinado. A gravadora na época não fui muito com  a ideia e a banda acabou optar por lançar apenas um disco. Dois só reforçou a popularidade e a ascensão do Legião Urbana. Vendeu mais de 1 milhão de cópias e colocou definitivamente o grupo na história. Uma das mais bonitas histórias de amor estava lançada com " Eduardo e Monica ", a marcante " Tempo Perdido " com uma bela performance de Dado Vila Lobos emociona qualquer um, sem esquecer do drama de " Índios " que Renato Russo compôs em sua fase deprimida. 

Que  país é esse ? - 1987


Que pais é esse não trazia nada de novo, pois como a banda estava excursionando e contando com toda aquela rotina de um grupo de Rock, a gravadora estava pressionando para que lançassem um novo trabalho, imediatamente. O quarteto entrou em estúdio e pegaram as faixas mais antigas, compostas por Renato Russo quando ainda estava no Aborto Elétrico. " Que pais é esse ? ", " Tédio " e " Química " são exemplos dessas. " Faroeste Caboclo " é épica, assim como " Eu Sei " e " Mais do Mesmo ". É um dos discos que você deve ouvir antes de morrer, sem dúvidas.

Obs : O último disco do baixista Renato Rocha.

As quatros estações - 1989



As quatros estações quebrou um paradigma no grupo. Naquela época todos integrantes estavam sendo pais, inclusive Russo, que apesar de sua sexualidade assumida teve relações com uma fã, deixando seu herdeiro. Sendo assim, a banda mudou completamente a postura. De um grupo de Rock revoltado, a simplesmente músicos " adequados " e calmos, que queriam passar outra mensagem conforme o tempo foi passando. Tá certo que a loucura e gênio difícil de Renato Russo continuava, mas era um Legião Urbana de certa forma diferente. " Há Tempos " é fantástica, assim como a linda " Pais e Filhos " onde trouxe momentos inesquecíveis durante as apresentações da banda.

V - 1991


Para terminar V. Como disse anteriormente, a postura do conjunto mudou. Renato Russo estavam mais romântico e poeta do que nunca, e isso resultou em mais belas músicas. " Metal contra as Nuvens ",  " Teatro dos Vampiros " e " Vento no Litoral " guardam um disco completamente lirico, tranquilo e bonito.

Agora, um apelo. Muitos dizem que o Legião Urbana só foi por causa de Renato Russo, mas tenho que discordar. Tá certo que o vocalista foi a alma do grupo, mas Dado Vila Lobos tem uma importante função. O guitarrista criou ótimos riffs em sua guitarra que são a base da estrutura dos sucessos do conjunto, a exemplo de : " Tempo Perdido ", " Há Tempos ", " Indios ", " Pais e Filhos " e muitas outras faixas. Destaque também para o baterista Marcelo Bonfá.

Menção Honrosa :

O descobrimento do Brasil ( 1993 ) e A tempestade ( 1996 ) são bons registros, estão longe de ser obras - primas como os primeiros discos da banda, mas são indispensáveis.

O Legião Urbana aparece em nossas duas listas especiais : Menção Honrosa com Que Pais é esse ? em 50 discos que você deve ouvir antes de morrer, e MTV Acústico com um lugar entre os 50 discos ao vivo que você deve ouvir antes de morrer.

Se pudesse faria uma playlist da banda, mas não consegui. Por isso, deixo a melhor música que representa o Legião Urbana. Esse incrível fenômeno.

Abraços !


Brendan Brenson – What Kind Of World



Ainda que seja mais lembrado como membro do Raconteurs, o multi-instrumentista Brendan Brenson está longe de ser uma sombra de Jack White. Dono de uma carreira solo elogiada, ele já foi chamado de um dos maiores compositores americanos da atualidade, e ainda tem no currículo pelo menos uma obra-prima do power pop – Lapalco, de 2002.

Seu quinto álbum de estúdio, What Kind Of World traz toda a síntese de sua carreira: refrões contagiantes, arranjos e melodias bem construídas e guitarras de rock bem amarradas por uma ótima produção, que revela influências de grupos como Big Star, Badfinger e Todd Rundgren.

Acontece que Brenson atingiu um ponto de sua carreira que é prejudicial a qualquer artista: desde seu último disco, My Old Familiar Friend, entrou na zona de conforto e produz seus trabalhos no piloto automático. O álbum ainda tem bons momentos, como belíssima ‘’Bad For Me’’, a soturna ‘’Pretty Baby’’ e o balanço de ‘’Thru the Ceiling’’, e segue agradando durante toda a audição. Mas fica ao final, a sensação de vazio. Tudo é executado com precisão milimétrica, mas falta a faísca para iniciar o incêndio; falta espontaneidade.

Enfim, What Kind Of World é bem executado e bem produzido, mas é artificial, sem vida. É rock de plástico, aliás , um ótimo Rock de plástico.

Recomendadíssimo !

domingo, 25 de novembro de 2012

Kiss - Monster


O Kiss sempre dispensou comentários de qualquer fã de Rock, até porque a gente tem uma relação profunda com a banda, sendo que o nome do blog foi inspirado no maior clássico do grupo, Destroyer ( 1975 ). Sua discografia grande e ótima marcou gerações, deixando clássicos indiscutíveis da década de 70 e 80. É certo que a banda nunca andou as mil maravilhas. Lançaram alguns discos bem tranqueiras durante esses anos, mas não tem como negar que desses álbuns, duas ou três músicas você acaba adorando. O único erro que o grupo cometeu em sua carreira foi tirar as famosas máscaras na metade da década de 1980.

Isso é o de menos, perto de sua qualidade, os fãs aos poucos foram se acostumando até que o conjunto se tocou da cagada que vinha fazendo e resolveu voltar com elas. Além dos integrantes serem bem feios ( Paul Stanley é o que diga ) não era exatamente o Kiss nos palcos. Estava tudo ali, efeitos pirotécnicos, fumaças, fogo e muito sangue por parte de Gene Simmons, mas não era o verdadeiro Kiss que conhecemos. A essência estava se perdendo.

Águas passadas, certo ? Depois de três anos do bom Sonic Boom, aqui estamos mais uma vez ouvindo o que os norte - americanos estão aprontando. Monster foi lançado recentemente e já guarda uma ótima aceitação de seus fãs, que é o que realmente importa. 

Monster é um disco completamente Hard Rock original. Aqui não se manifesta nenhuma balada, diferente de Music From Another Dimension ( também lançado recentemente ) do Aerosmith. Já ficou até meio chato repetir sempre as mesmas frases, mas fazer o que ? Monster é Rock N ´Roll puro, sem erros.


O show começa com " Hell Or Hallelujah ", contando com um riff poderoso vindo da guitarra de Tommy Thayter.  Assim você já resume o novo álbum da banda. É o Kiss que conhecemos, aquele mesmo, dando um ar de nostalgia e talento, porque fazer um álbum novo com mais de 30 anos de carreira, é para poucos. " Wall Of Sound " e " Freak " são um tanto grudentas, " Back To The Stone Age " , " Shout Mercy " continuam no ritmo e " Long Way Down " e " Eat Your Heart Out " são minhas preferidas, essa última lembrando muito os clássicos " Lick It Up " e " Heaven´s On Fire ", com a voz única de Gene Simmons, misturado aos solos fantásticos de Tommy Thayter, sem esquecer do refrão marcante regado a voz de Paul Stanley e da bateria maravilhosa de Eric Singer.

" The Devil Is Me " e " Outta This World " chegam logo em seguida, abrindo as portas para o novo clássico do Kiss, a elegante " All For The Love Rock N´Roll " onde o grupo não perde a chance de admitir sua paixão pelo Rock. " Take Me Down Below " e " Last Chance " encerram mais uma bolacha do conjunto.

Monster também segue sobre aquele lema. Está longe de ser uma obra - prima, como foi Destroyer ( 1975 ) Love Gun ( 1977 ) e Creatures Of The Night ( 1981 ) mas ainda sim é uma ótima pedida para os fãs e também para aqueles que gostam de um bom Hard Rock. Quem sabe daqui uns 20 anos, ele não vira um clássico ? Tudo pode acontecer. Sem medo de errar, Monster é um belo disco e sem dúvidas vai proporcionar grandes registros ao vivos feitos pela banda.

Para não ficar tão perdido assim, há bastante tempo já tinha uma lista do grupo andando por ai : 5 discos que você deve ouvir do Kiss. Como a lista foi feita a muito tempo, não liguem para os erros de português e sua estrutura, creio que conseguiram curtir o post numa boa.

Abraços !

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Unindo Rock e Cinema ( 4 )


Depois de um longo tempo, estamos de volta com Unindo Rock e Cinema edição número 4. Caso tenha perdido algum : Unindo Rock e Cinema ( 1 ),  Unindo Rock e Cinema ( 2 ) e Unindo Rock e Cinema ( 3 )

Tenacious D : A palheta do destino ( 2006 )


Para quem não sabe, Tenacious D é muito mais que um filme. Sim, é uma verdadeira banda. Composta pelos atores Jack Black ( famosão ) e Kyle Gass, a dupla mostra sua raiz roqueira nessa comédia. O filme se baseia na formação do grupo e sua aventura para pegar a palheta do destino. O roteiro é completamente dispensável, mas é um filme que você tem que ver, pois já virou um clássico da nação roqueira. A trilha sonora fica por conta da banda, levando o Rock N ´Roll mais a comédia. Apesar de não gostar muito, tenho que admitir que os dois atores levam jeito pra coisa. Destaque para as participações especiais do baixinho James Dio, Dave Ghrol ( como capeta ) e Ben Stiller.

" Fuck, Fuck and Fuck "

Rock Star ( 2001 )


Izzy ( Markhalberg ) é mais um jovem fanático pelos Steel Dragon. O sonho do cara sempre foi em se tornar um cara reconhecido mundialmente no mundo do Rock. Ele se vê perto de seu sonho quando sobe no palco de sua banda favorita substituindo o vocalista principal, que já muito tempo se desentendia com os outros integrantes. Izzy arrebenta e assume o vocal do Steel Dragon. A história gira em torno do jovem, o sucesso e seu sonho realizado. Mas nem tudo sai como planejado, sendo que o músico ainda se encontra em atrito com sua música e uma mulher ( a maravilhosa Jennifer Aniston ) a qual ele vive apaixonado. Steel Dragon e Izzy tomam conta da trilha do filme, ou seja, Hard Rock puro. Rock Star segue mais a linha de filme sério, não diria um drama, mas alternando entre momentos engraçados, sérios e empolgantes.

Obs : Inspirado na real história do vocalista  Tim "Ripper" Owens, que substituiu Rob Halford após sua saida do Judas Priest.

O roqueiro ( 2008 )


O roqueiro traz a história de Robert Fish, ex - baterista de uma grande banda de Rock. Fish foi traído pelo seus ex - companheiros e vive em busca de uma nova banda para recomeçar. Assim o coroa entra para o A.D.D junto com seu sobrinho e amigos dele. O filme é de fato uma comédia. Fish, tem que se adaptar a uma nova época, mas prefere resgatar o tempo que perdeu durante a turnê do grupo. Apesar do cara ser completamente maluco, todos a sua volta gostam e sentem que pode confiar no baterista. A trilha sonora é da banda do filme, o A.D.D, que não chega a te empolgar tanto, porém, estão presentes alguns hinos do Rock que não deixarão vocês na mão. Assim como Tenacious D e Rock Star, O roqueiro não é nenhum grande filme, mas é um ótimo passa - tempo que certamente proporcionara divertimento.

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E no final de cada texto, deixo para vocês um momento marcante do cinema, seja com Rock ou não. Uma cena que marcou muito a geração oitentista foi sem dúvidas De Volta para o Futuro II ( 1989 ). No segundo filme, o protagonista Marty Mcfly executa " Johnny Be Good ", clássico do grande Chuck Berry.

Até a próxima !

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

3 anos de blog


Até hoje eu me pergunto porque estamos durando tanto. Completamos três anos recentemente, na verdade eu não sei o dia de fundação desse blog, mas sei que foi em Agosto ( HAHA ). É isso mesmo, eu consegui esquecer o aniversário de três anos do Destroyer. Mas estou aqui, mais de dois meses depois, tentando se redimir.

Não tem muito o que falar. Agradeço a todos aqueles que nos acompanham desde o inicio  e também aqueles que estão começando a nos acompanhar. Esperamos transmitir Rock N ´Roll para vocês por muitos anos, mesmo que mude de mãos. Agora que começamos, porque parar ? Querendo ou não, merecemos respeito.

A ideia de mais uma promoção de aniversário não foi descartada, mas vai ser difícil coloca - la em funcionamento esse ano, quem sabe o ano que vem premiaremos mais um de vocês. E peço desculpas também por não estarmos participando do Prêmio Top Blog, onde muita gente pediu para que entrasse no concurso mais uma vez.

Obrigado !

Rock N ´Roll sempre !

Abraço a todos !



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Twitter : @destroyercity
Facebook : Destroyer 

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

The Tallest Man On Earth


Kristian Matsson mais conhecido como The Tallest Man On Earth ( O homem mais alto da terra ) já tem 3 discos gravados. O último There´s No Leaving Now, lançado em Junho de 2012, está sendo um sucesso de público.

Sua semelhança com Bob Dylan é inevitável. O músico atua só com seu violão, uma voz bem marcante e um tanto quanto rasgada. Kristian Matsson sem dúvidas tem como influencia e inspiração o mestre Dylan. O estilo dos dois são os mesmo, porém , Matsson não tem uma The Band em suas costas. Como não gosto de comparações, vamos pular essa parte. Bob Dylan foi um nome importantíssimo para o Rock, The Tallest Man, ainda está começando sua caminhada, mesmo que não chegue a ter a mesma e merecida de seu ídolo.

O seu primeiro álbum, Shallow Grave  ( 2008 ) é excelente. Com um Folk - Rock bem elaborado a crítica  o adorou. O destaque fica com a elegante faixa " The Gardener ". O segundo, The Wild Hurt ( 2010 ) conta com a mesma fórmula de seu primeiro registro, ai que entra aquele famoso ditado que time que ganha não se mexe. Ganhou mais prestigio do que Shallow Grave e teve seu lugar como um dos melhores discos de 2010. 

Nesse ano, foi lançado Theres´s No Leaving Now, o meu preferido por enquanto. Uma das preocupações de Tallest Man era fazer um disco lírico, frágil, bonito, que não soasse uma banda de Rock e que fosse bem fiel ao seus antigos discos. Esse álbum é mais leve do que os anteriores, consequentemente mais bonito. " 1904 " é excelente, mas a minha preferida é " Revelation Blues ".

Kristian Matsson é um ótimo artista. É uma das provas concretas que a música boa sendo feito pelos quatros cantos do mundo. Apesar de não ser nenhum recorde de vendas, um estrondo por onde passa e muito menos um cara alto, The Tallest Man On Earth anda fazendo sua parte.

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Aerosmith - Music From Another Dimension



Oito anos depois  de Honkin ´ On Bobo de 2004, o Aerosmith resolve lançar um novo álbum. Music From Another Dimension chegou recentemente e já divide uma boa recepção de seus fãs.

O que falar quando uma grande banda como o Aerosmith resolve lançar um disco ? Mais um de sua carreira consagrada que já passa dos 30 anos de atividade. A resposta é óbvia. Music From Another Dimension não conta com aquele velho Aerosmith, mas a energia, empolgação e atitude de todos esses anos junto, felizmente continua de mãos dadas. O álbum é divertido,  apesar de algumas tranqueiras é Rock N ´Roll como vocês conhecem, por isso, não tem erro.

Quando " Legendary Child " foi lançada antes do disco, eu já tinha uma noção do que o registro seria. A música é excelente, é dos restos ( apenas restos ) do bom Get a Grip de 1993. E quando uma banda dessas resolve resgatar uma faixa de seus anos dourados, a festa fica melhor ainda. Um exemplo disso foi o Van Halen com A Different Kind of Truth, está longe de ser uma obra - prima, mas ta valendo.

O álbum começa freneticamente com " Luv XXX " e " Oh Yeah ". É bom saber que existem músicas totalmente dispensáveis por aqui. Os maiores exemplos são as chatas " Beautiful ",  " What Could Have Been Love " e " Can´t Stop Lovin You " baladas em que a banda insiste em resgatar o público mulherio dos anos 90. Nada contra, até gosto de algumas baladas do grupo, mas a maioria eu não consigo engolir. A única que até que me simpatizei foi " Tell Me ". O compacto termina como começou, em pauladas certeiras como " Freedom Fighter ", " Closer " e" Something ", que certamente os amantes vão gostar.

O que devemos levar de lição é que o Aerosmith já escreveu sua história. O que certamente move o grupo a fazer discos é a paixão pelo Rock. E se tem paixão vindo deles, vale a pena, para os fãs mais revoltados da década de 70 aos mais apaixonados pelos anos 90.

sábado, 3 de novembro de 2012

Slash - Rio de Janeiro ( 2012 )


Dentro os fãs do Guns N ´Roses, Slash sempre foi o mais querido e o preferido da turma. Seu carisma, figura e seu talento, fazem um homem artisticamente abençoado por deus. É um ícone da guitarra, fez parte de uma das bandas que mais marcaram o Rock, e ainda consegue levar o Brasil ao delírio com um espetáculo que sempre buscou oferecer. 

O objetivo de lançar um disco solo era planejado desde os tempos do Guns N ´Roses, porém, o guitarrista conseguiu esse feito só em 2010, com Slash e Friends. Contendo a participação especial de grandes artistas, incluindo o madman Ozzy Osbourne, o disco foi muito bem aceito, tanto pela crítica quanto pelos fãs. Em 2011 saiu Apocalyptic Love, mais uma prova que o guitarrista tem muita lenha para queimar. Um ótimo álbum,  recheado de Rock N ´Roll e solos frenéticos vindo de sua humilde Les Paul.

E já estamos aqui, no final de 2012. Slash, formando sua banda com Miles Kennedy ( Voz ), Todd Kerns ( Baixo ), Brent Fitz ( Bateria ) e um guitarrista base, se apresentaram na Fundição Progresso no Rio de Janeiro ( 2/11/12 ).

Abrindo o show com " Halo " de seu recente disco, começava ali para aqueles que estavam presentes uma noite que ficará difícil de esquecer. Logo em seguida, uma música bastante famosa de sua ex - banda ( Guns N Roses ), " Nightrain ". Depois de mais algumas de sua carreira solo, mais duas do Guns, " My Michelle " e " Rocket Queen ". A excelente " Not For Me " de Apocalyptic Love traz adiante uma ótima voz de Miles Kennedy, junto com  a ótima " Starlight ", que abriria portas para " Anastasia ", intercalando uma pequena passagem de Godfather ( Poderoso Chefão ).


O momento mais esperado sem dúvidas era " Sweet Child O Mine ", que quando o cabeludo andou para o meio do palco e as luzes apagaram, todos já estavam gritando. Então não preciso nem dizer quando ele começou a executa - la, os gritos entraram até em mim, que estava em casa assistindo pelo Multishow. Após o clássico, Slash, aproveitou para deixar uma do Velvet Revolver. " Slither " era a última do setlist.

O bis era óbvio. " Welcome The Jungle " cantada pelo baixista Todd Kerns, injetou mais uma dose de adrenalina nos presentes. E para finalizar a noite com chave de ouro, outro clássico. " Paradise City " deixou os fãs satisfeitos, com direito a uma ótima produção em seu final.

Não era o Guns N ´Roses. Era Slash que estava matando a saudade e promovendo seu bom estado musical. Vale cada centavo, cada esforço para ver esse gigante da seis cordas.

As únicas baixas do show foram a ausência da grande " By The Sword " de seu primeiro trabalho, e a bandeira do Flamengo que jogaram no palco e o músico pegou ( risos ).



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E saiu nossa mais nova lista especial :

50 discos ao vivo que você deve ouvir antes de morrer ( 2012 )

Veja também :

50 discos que você deve ouvir antes de morrer ( 2011 )

domingo, 28 de outubro de 2012

50 discos ao vivo que você deve ouvir antes de morrer


Depois do sucesso de 50 discos que você deve ouvir antes de morrer, muita gente já estava se coçando para o que poderia vir. Essa lista está entre os posts mais vistos da história do blog, durante esses três anos de existência, com cerca de 7000 mil views ( fora as não contadas ). Listamos 50 clássicos essenciais  ( ou não ) feitos em estúdio. Mas hoje, a história é outra.

Algumas pessoas já diziam que uma boa banda só se confirma através de seus shows. Em lugar cheio de equipamentos de última geração e com produtores a disposição, é fácil afinar a voz, instrumentos e todos aqueles erros que aparecem. Em uma apresentação ao vivo e a cores, não. Mas essa não é a questão e a proposta da lista. Não importa se desafinam, se a guitarra estava alto demais, a plateia impaciente e entre outros. O que importa é atitude, qualidade, emoção, fãs, ou seja, Rock N´Roll. Por isso, está começando nossa nova grande lista. 

Há tantos discos ao vivos bons, fantásticos, maravilhosos que andam por ai, mas como na outra lista, esses são a bola da vez. Para faze - la, contei com aquela velha ajuda. Gabriel Albuquerque também selecionou alguns para complementar com a nossa.

Confira também : 50 discos dos anos 80 que você deve ouvir antes de morrer.

Sabendo que as ordens são aleatórias e não existindo classificação do melhor. Que tal saber quais são os 50 discos ao vivo que vocês devem ouvir antes de morrer ?

Rory Gallagher  - Irish Tour 74 ( 1974 )



Depois de seu maior disco, Tattoo ( lançado um ano antes) Rory Gallagher celebra seu auge com esse puta álbum ao vivo. Gravado na Irlanda ( seu pais ) Irish Tour 74 traz uma guitarra maravilhosa de Gallagher.  A brilhante “ Cradle Rock “ junto com minha preferida “  A Million Miles Awaymarca um blues – rock carregado de intensidade em uma fender stratocaster no último volume.
Rory Gallagher é um monstro. Basta comprovar.

Thin Lizzy - Live And Dangerous  ( 1978 )


O Thin Lizzy estava em seu maior momento.  Live And Dangerous foi gravado nos Estados Unidos, Inglaterra e Canadá, durante a turnê de Johnny the Fox e do ótimo Bad Reputation.  É fantástico ver como Phill Lynott e Cia estavam entrosados. “ Dancing In The Moonlight “ é sencacional, mas as atenções ficam com o clássico “ The Boys Are Back In Town “. Logo depois, Live And Dangerous se tornou o álbum ao vivo mais prestigiado de todos os tempos.

 Os garotos estavam com tudo.

Led Zeppelin  - The Song Remains The Same ( 1976 )


Um dos raros registros do Zeppelin em palco, por que hoje em dia, por tudo o que a banda representa é obrigatório ter qualquer show dos ingleses. Gravado em Nova York no antológico Madison Square Garden, The Song Remains The Same deixa grande parte de seus clássicos fora, mas mesmo assim sua qualidade é inegável. “ Black Dog “ tocada ao vivo é de arrepiar, mas “ Stairway To Heaven “ é genial.
O quarteto fantástico tinha se superado.

Free – Free Live ( 1971 )


Esse é o mais raro de você encontrar. Tanto mídia física quanto em internet, normalmente você encontra mais em vinil. Mesmo assim, é um dos discos ao vivos mais belos feitos pelo homem.  Paul Rogders e Paul Kossoff juntos são uma dupla histórica. Não tem como não vibrar com a bela “ Fire And Water “ e o hino “ All Right Now “.

Deep Purple - Made in Japan ( 1972 )


Made In Japan é tudo o que um fã do Deep Purple pediu a deus. Um álbum ao vivo com seus maiores sucessos,  “ Highway Star “, “ Child In Time “, “ Smoke On The Water “ e “ Lazy “. Tem mais alguma coisa para eu falar ? Há sim, meses antes eles só lançaram Machine Head, um dos maiores discos da história do rock.

The Who - Live At Leeds ( 1970 )


Conhecidos por ter um guitarrista que não parava de girar os braços, um baterista que quebrava sua bateria, um baixista que parecia que não tocava e um vocalista que tacava seu microfone para o alto, o The Who se tornou em 1970 uma das maiores bandas de Rock de todos os tempos. Embalado pelo sucesso de Tommy ( Ópera Rock ), Live At Leeds é brilhante do começo ao fim. Da grande “ My Generation “ até a maravilhosa “ Magic Bus “. Ouça essa última música no último volume, e sente o baque.

Pink Floyd – PULSE ( 1995 )



Esse álbum é uma pérola para o Rock. O Pink Floyd tinha voltado depois de 7 anos separados, lançaram The Division Bell um ano antes e estavam se preparando para um futuro álbum ao vivo. PULSE é fantástico e foi gravado na Europa e Estados Unidos, durante a turnê de seu mais recente trabalho. Quem pode acompanhar um de seus shows naquela época, sem dúvidas foi abençoado, por que depois nunca mais viriam nada igual.

Supetramp - Paris ( 1980 )


Gravado em Paris, depois do mega – sucesso Breakfeast In America, o Supertramp se tornou uma das maiores bandas de Rock Progressivo. A quem diga que é aquele Pop da década de 70 e 80, sendo que o grupo passa muito, mas muito longe disso. “ School “, “ The Logical Song “ são algumas das varias pérolas dos ingleses.

Guns N Roses – Live Era ( 1999 )


Esse é um disco indispensável. Live Era foi lançado em 1999, anos depois da dissolução do grupo. Mesmo assim, foi um recorde de vendas. Traz todos os clássicos do Guns N Roses em diversos shows gravados na turnê do duplo Use Your Illusion e Appetite For Destruction. Tem mais o que falar ?

Jethro Tull – Bursting Out ( 1978 )


Bursting Out celebrou o auge dessa grande banda progressiva. Eles tinham lançado anos antes seus dois maiores discos, Aqualung e Thick as a Brick. Ian Anderson estava completamente fantástico no disco. É totalmente essencial para aqueles que gostam de Rock Progressivo, das belas canções até o potente Rock presente em algumas faixas. “ Thick As a Brick “ é emocionante.

Talking Heads – Stop Making Sense ( 1984 )



De todos os discos que citamos aqui, esse é um dos que eu guardo com mais carinho. Stop Making Sense é um dos álbuns ao vivos mais emblemáticos da história, e o Talking Heads foi culpado por isso. Lançado em 1984, esse é o disco perfeito para vocês gostarem da banda, a não ser por chamarem eles de grande. Os destaques ficam com “ Psycho Killer “ tocada calorosamente por David Byrne, e o clássico “ Once In Lifetime “, música que é a cara dos anos 80, em todos os sentidos.

Kiss - Alive ( 1975 )



Em 1975, “ Rock N Roll All Night “ já havia dado sua contribuição. Com a melhor formação da história do Kiss : Gene Simmons, Paul Stanley, Ace Frehley e Pete Criss lançaram Alive. Com o baita sucesso do primeiro, Alive ganhou mais algumas edições anos depois, uma delas com a fase sem máscara. Clássico dos clássicos.

Ozzy Osbourne – Live A Budokan ( 2002 )



Live A Budokan foi o último álbum ao vivo de nosso querido madman. Gravado em 2002 na cidade de Tóquio, Ozzy Osbourne ainda contava com Zakk Wylde e sua banda competente, tendo Robert Trujillo no baixo e Mark Bordin na bateria. Não preciso nem dizer. Ozzy tem um dos melhores shows do Rock porque já tive a oportunidade de presencia – ló ao vivo. “ Crazy Train “, “ Mr. Crowley “ e os sucessos do Black Sabbath fazem você o fã mais feliz do mundo.

Legião Urbana - Acústico MTV Legião Urbana ( 1994 )


Realizado em 1994, o acústico MTV do Legião Urbana é um dos maiores da história da emissora mundial. Era a melhor banda de Rock do Brasil, desfilando seus grandes clássicos. “ Há Tempos “, “ Eu Sei “, “ Pais e Filhos “, “ Faroeste Caboclo “ e outras grandes fizeram desse show um marco na época. Além disso, Renato Russo canta algumas músicas de Rock britânicas. 

Maravilhoso.

Radiohead - I Might Be Wrong: Live Recordings ( 2001 )


I Might Be Wrong é um dos discos mais raros e fantásticos. Feito pela banda Radiohead em 2001, o disco nunca foi tão prestigiado quanto seus antigos álbuns ao vivo. Pode ser que não contêm nem um sucesso do grupo, como o clássico melancólico “ Creep “ ou a grudenta “ Ok Computer “. Na verdade I Might Be Wrong soa mais como uma viagem sonora e experimental dessa ótima banda americana.

Peter Frampton - Frampton Comes Alive ( 1976 )


Sem dúvidas o melhor disco de Peter Frampton, superando todos os seus de estúdio. Frampton Comes Alive não trazia nenhuma música de seu repertório antigo, era tudo inédito. Sua guitarra é fantástica, e esse álbum foi uma grande influência para aqueles guitarristas que queriam fazer um disco ao vivo um dia. “ Show Me The Way “, “ Baby, I Love Your Way “ e “ Do You Feel Like We Doo “ são excelentes.


Queen - Live at Wembley '86 ( 1986 )



Não quero perder muitas linhas com esse álbum. No auge de Freedie Mercury, Brian May, Roger Taylor e John Deacon, com mais de 100.000 mil pessoas no Wembley Stadium, sem esquecer de seus maiores clássicos.

Para de ler e vai ouvir. Agora !


Iron Maiden - Live After Death ( 1985 )


Live After Death é o melhor registro ao vivo do Iron Maiden. Gravado durante a turnê da World Slavery Tour, os fãs da Donzela não perdem o álbum de jeito nenhum, assim como sua famosa camiseta. “ Ace Highs “  abre o show acompanhada da euforia de seus fãs, “ The Number Of The Beast “ foi o ápice da noite, e nos acrécimos, mais um clássico do Maiden, “ Run To The Hills “.



Genesis – Three Sides Live ( 1982 )


Depois da era Peter Gabriel o Genesis entrou completamente na onda Pop/Progressivo dos anos 80. Three Sides Live conta com o melhor momento de Phill Collins na banda, claro, com ajuda do grande Tony Banks  e Mike Rutherford. O maior destaque fica com “ Abacab “, minha música preferida do conjunto.

U2 - U2 Go Home: Live from Slane Castle ( 2001 )


Não tem como deixar o U2 de fora. De volta para casa ( Irlanda ) Live Slane Castle marca uma das bandas que tem os shows mais emocionantes do Rock. “ With our Without You “ já diz tudo, da clássica introdução do guitarrista Edge até os gritos de Bono.

And you give yourself away “

Nirvana – Unplugged Nova York ( 1994 )


Recebemos aqui um Nirvana completamente diferente. Acostumados com guitarra, baixo e bateria no último volume, os americanos se aventuraram e passearam com suas músicas de uma forma acústica. Foi a partir desse show que Kurt Cobain se mostrou um talentoso músico, dos momentos mais calmos até os furiosos. Você não pode morrer sem escutar esse clássico.

AC/DC – Live ( 1992 )


Esse disco é obrigatório para qualquer fã do AC/DC. Lançado em 1992, Live, mostra os maiores clássicos da banda, como “ Back In Black “, “ Highway To Hell “, “ Hell Bells “ e entre outras. Com um dos shows mais arrasadores e seu sumiço dos palcos ultimamente, esse álbum é uma ótima pedida para fazer sua casa balançar.
Dire Straits – Alchemy ( 1984 )


Alchemy foi o segundo disco ao vivo da lenda Dire Straits. Você não encontrará um disco repleto de sucessos, também porque Brother In Arms só foi lançado um ano depois, mas sim, um álbum completamente excelente. A única baixa é a ausência de “ Sultans Of Swing “ , que a banda adorava deixar a peça de fora em alguns de seus shows. Mark Knoplfer é um monstro diante a guitarra.

Black Sabbath – Live Evil ( 1982 )


Esse disco teve seu aspecto positivo e negativo. O positivo era que marcou uma das melhores fases do Black Sabbath. O negativo é que foi um dos fatores que levou Dio a sair do grupo e seguir sua carreira solo. Live Evil é um prato cheio, além de conter os clássicos do fantástico Heaven And Hell ( 1980 ) tinha uma rara performance de Dio com as músicas de Ozzy. Curiosamente foi lançado no Reino Unido um ano depois.

Metallica - S&M ( 1999 )


Apresentando duas músicas inéditas, “ Minus Human “ e “ No Leaf Clover “ o Metallica se consolidou como a melhor banda de Metal nos últimos anos. A banda se reinventou e conseguir fazer baladas metaleiras sem perder seu público e o mais importante, sua essência. Com uma Orquestra competente, S&M é paulada atrás de paulada. Da pegada de “ Master Of Puppets “ á linda “ Nothing Else Matters “.


Rick Wakeman – Journey To The Centre Of The Earth ( 1974 )



Rick Wakeman estava com tudo musicalmente naquela época. Tinha feito os melhores álbuns com o Yes e estava embarcando em um disco ao vivo. Era o Viagem ao centro da Terra, nome inspirado a obra de Julio Verne. Divido em duas partes, e apenas quatro músicas, o disco é puro Rock Progressivo. Wakeman consegue emocionar muito fácil com sua habilidade nos teclados. No Brasil é muito famoso e considerado uma importante obra. Chegou a pegar disco de ouro por aqui.




Rush – Exit..Stage Left ( 1981 )



Apesar de gostar mais da fase Hard Rock do Rush no inicio dos anos 70, Moving Pictures, é sensacional. lançado em 1980, é um disco completamente experimental e progressivo.  Exit Stage Left foi gravado durante a turnê do álbum, começando com uma das minhas preferidas “ The Spirit Of Radio “ terminando com o clássico “ Tom Sawyer “. Faltou ali uma tal de “ Fly By Night “, mas tudo bem.



Motorhead - No Sleep 'Til Hammersmith ( 1981 )


No Sleep Til Hammersmith é a quebradeira perfeita do Motohead. Gravado em 1981, sobre seis dias diferentes na Inglaterra e na Irlanda, “ Ace Of Spades “ e “ Overkill “ contava com Lemmy, Eddie Clarke e Philthy Taylor detonando e entrando para a história do Rock.

Whitesnake - Live in the Heart of the City ( 1980 )


Como explicamos a discografia quase fantástica do Whitesnake ? A reciclagem de músicos ? ou o talento nato ?. Fico com a segunda opção. Heart Of The City foi gravado durante os anos de 78 e 80 e conta com a primeira fase da banda. Ian Paice, Jon Lord e David Coverdale estavam com tudo. 


Rolling Stones – Flashpoint ( 1991 )


É difícil selecionar a melhor apresentação do Rolling Stones sendo que a banda sempre se mostrou impecável encima dos palcos. Flashpoint, lançado em 1991, conta com praticamente quase todos os clássicos dos caras e um público totalmente eufórico.


Ramones - It´s Alive ( 1979 )


O primeiro álbum dos pioneiros do Punk Rock foi gravado em 1977, mas lançado dois anos depois. 28 músicas com cerca de 2 minutos cada, passam como um vento perto da rebeldia da banda. Apesar de gostar mais da segunda fase dos caras, " Blitzkrieg Bop “, “ Sheena Is A Punk Rocker “ e “ Judy Is A Punk “ são memoráveis.


Judas Priest – Unleashed In The East ( 1979 )


Um ano antes de lançar o maravilhoso British Steel, o Judas Priest fez uma grandiosa noite regada a Heavy Metal em Tóquio. O disco marcou o primeiro do produtor Tom Allom, que a partir daquele momento, produziria todos da banda até 1988. Indispensável para aqueles que gostam de um bom Metal.


 Red Hot Chilli Peppers - Live In Hyde Park ( 2004 )


O Red Hot ao vivo, realmente é algo fora de série. Ainda com o lendário ( alma da banda por muito tempo ) John Frusciante na guitarra, Live Hyde Park junta uma das melhores fases do grupo. Anthony Kieds é muito bom vocalista, Chad Smith é um baita de um baterista e Flea é um gênio do baixo. “ Can´t Stop “ ao vivo já basta. 


BB King – Live In Cook County Jail ( 1971 )


O que falar de BB King no auge de sua carreira ? Cook County Jail traz Lucille, como sempre, emocionante. Sua guitarra chora, junto com a voz poderosa de King. “ The Thrill Is Gone “ é a minha preferida desse gigante bluseiro. Mais do que essencial.


UFO – Strangers In The Night ( 1979 )


Sempre gostei mais da fase oitentista do UFO, sendo que os fãs idolatram os anos 70 da banda. Stangers In The Night se despede de  “ Rock Bottom  “, “ Doctor Doctor “ ( suas duas maiores influentes obras da década ) e também do grande guitarrista Michael Schenker, que seguiu seu rumo tão glorioso e conhecido por nós. Maravilhoso.


Rainbow – On Stage ( 1977 )


On Stage do Rainbow é um disco duplo ao vivo. Gravado na Alemanha, o álbum apresenta a surpreendente dupla Ronnie James Dio e Ritchie Blackmore. Rock N ´Roll clássico sem erros. Um dos melhores registros ao vivo da década de 70, sem dúvidas.


Jerry Lee Lewis – Live At Starclub ( 1964 )


De todos que estão aqui, esse é uma relíquia. Live At Starclub de um dos pioneiros do Rock, Jerry Lee Lewis, é contagiante do começo ao fim. Quando começar a ouvi – ló você certamente saíra com  a sensação que isso é Rock N ´Roll. Gravado em Hamburgo ( Alemanha ), At Starclub é um dos melhores discos do Last Man.


Uriah Heep - Live 1973 ( 1973 )


Uriah Heep se encontrava mais alto do que nunca. Um ano antes lançaram o aclamado Demons And Wizards e o bom The Magician´s Birthday. Esse álbum ao vivo é uma pegada inconfundível do Hard Rock setentista. “ Easy Livin “, “ Gypsy “, “ Sweet Lorraine “ e “ Sunrise “ são os destaques dessa ótima banda inglesa.


Allman brothers band – At Fillmore East ( 1971 )


O melhor álbum do Allman Brothers, ao vivo e duplo. At Fillmore East é um das referencias quando se fala em Southern Rock. E sem esquecer que os irmãos Allman formarão uma das duplas mais empolgantes da história do Rock. 

Clássico.


Beck, Bogert e Appice - Live In Japan ( 1973 )


Beck, Bogert e Appice para quem não sabe é um super grupo formado em 1972 por Jeff Beck ( guitarra ), Tim Borget ( baixo ) e Carmine Appice ( bateria ). Foi o segundo e último álbum do trio, o mais raro, pois foi disponibilizado em poucas edições no Japão. Mas sobre o disco, é um encontro perfeito entre o Blues e o Rock. Jeff Beck saiu do grupo meses depois e dois anos depois lançou o grande Blow By Blow.


Mutantes – Mutantes Ao Vivo ( 1976 )


O Mutantes foram uma das primeiras banda de Rock do Brasil, e nessa obra apresenta mais uma vez uma banda completamente PROG e Piscódelica. Sérgio Dias assumiu as rédeas do grupo e conseguiram ganhar o posto de um dos discos que vocês devem ouvir antes de morrer. Prêmio, não ?


Johnny Cash - At Folsom Prison ( 1968 )


Johnny Cash teve uma das vozes mais marcantes dos anos 60. At Folsom Prision é um de seus clássicos. Com cerca de 20 músicas no total, o músico te emociona, alegra, entristece, empolga. É um disco carregado de sentimentos.

Yes – Yessongs ( 1972 )


O Yes ainda se encontrava em sua melhor fase. Haviam lançado o ótimo Fragile e também Closer to The Edge. Estava na hora de fazer um álbum ao vivo, porque uma banda PROG que se preze tem que ter um show de respeito. Yessongs nunca foi um dos meus preferidos, mas sim, é um grande disco ao vivo.

Asia – Fantasia ( 2007 )



O Asia tinha ganho o mundo em 1980 com os clássicos que marcaram o inicio da década. Nesse fantástico show, gravado em Tokio ( 2007 ) trazia mais uma viagem incrível de Geoff Downes, Steve Howe, Carl Palmer e John Wetton. 

Muito bom.
Caetano Veloso e Chico Buarque – Ao vivo ( 1972 )


Marcando um encontro maravilhoso da música brasileira, Caetano Veloso ( mais conhecido como gênio ) se encontra com o talento de Chico Buarque. Gravado em Salvador, no teatro Castro Alves, atire a primeira pedra quem discorda que a música nacional ( antiga ) sempre foi uma das melhores do mundo.

Miles Davis – Miles In Berlin ( 1965 )


Miles Davis foi um monstro no trompete. Assim como Louis Armstrong, o Jazz nunca foi tão grande. Depois do Live in Tokio, o músico se aventurou em Berlim. Vale muito a pena escutar esse registro.

Slade -  Alive ( 1972 )


O Slade foi responsável por alguns clássicos que ficaram mais famosos em outras mãos, do que nas próprias. Primeiro " Cum On Feel The Noize " que por muito tempo acreditei que fosse do Quiet Riot, apesar que a versão do Riot é simplesmente incrível, e a outra, " Mama Weer All Craaze Now ", conhecida mundialmente pelas musas Runaways. Está na hora de tirar toda aquela falta de conhecimento e correr para ouvir e se deliciar com Alive de 1972. Apesar de não contar com nenhum desses sucessos, ele é ótimo.

David Gilmour - Live In Gdansk ( 2008 )


David Gilmour está aqui por tudo o que representa sua apresentação. De longe, foi o membro que se deu melhor após a dissolução do Pink Floyd. Sua voz é extremamente intensa, e sua guitarra, soa muito linda. Além de alguns sucessos de sua carreira solo, o músico aproveita e executa grandes clássicos do Pink Floyd.

Velvet Underground - Live ( 1969 )


Esse álbum traz nada mais nada menos do que uma das melhores performance do Velvet Underground. Depois do extraordinário ( já perdi tantos adjetivo nessa lista que não sei mais o que colocar ) Velvet Underground And Nico, esse disco é uma pérola. O único defeito dele é não trazer ao vivo o maior clássico da banda e minha preferida " Sunday Morning ", mas o resto ta valendo, e muito. 

Precisou também de uma bunda brasileira na capa.

Bob Dylan e The Band - Before The Flood ( 1974 )


Para encerrar, esse clássico dos clássicos de Bob Dylan e sua fiel escudeira banda The Band. Não tinha como deixar Dylan de fora dessa, é um show a parte. " Like A Rolling Stone ", " Lay Lady Lay " e " Knockin' on Heaven's Doors " marcam uma apresentação histórica e linda de Robert Allen Zimmermman e The Band, juntos mais uma vez. A olhar pela capa, já da para ter uma noção do que aconteceu naquela noite.


Menção Honrosa :

Woodstock - 1969
Rock In Rio – 1985
Monterey Festival - 1967

Os três maiores festivais da história do Rock ficam com nossa menção honrosa. Cada um com sua importância em sua respectiva época. Subiram durante esses eventos os maiores nomes do Rock N ´Roll, então, não tem mais o que falar.





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Até a próxima !
Todos artigos são publicados por Guilherme M, exceto onde os autores são citados