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sábado, 3 de novembro de 2012

Slash - Rio de Janeiro ( 2012 )


Dentro os fãs do Guns N ´Roses, Slash sempre foi o mais querido e o preferido da turma. Seu carisma, figura e seu talento, fazem um homem artisticamente abençoado por deus. É um ícone da guitarra, fez parte de uma das bandas que mais marcaram o Rock, e ainda consegue levar o Brasil ao delírio com um espetáculo que sempre buscou oferecer. 

O objetivo de lançar um disco solo era planejado desde os tempos do Guns N ´Roses, porém, o guitarrista conseguiu esse feito só em 2010, com Slash e Friends. Contendo a participação especial de grandes artistas, incluindo o madman Ozzy Osbourne, o disco foi muito bem aceito, tanto pela crítica quanto pelos fãs. Em 2011 saiu Apocalyptic Love, mais uma prova que o guitarrista tem muita lenha para queimar. Um ótimo álbum,  recheado de Rock N ´Roll e solos frenéticos vindo de sua humilde Les Paul.

E já estamos aqui, no final de 2012. Slash, formando sua banda com Miles Kennedy ( Voz ), Todd Kerns ( Baixo ), Brent Fitz ( Bateria ) e um guitarrista base, se apresentaram na Fundição Progresso no Rio de Janeiro ( 2/11/12 ).

Abrindo o show com " Halo " de seu recente disco, começava ali para aqueles que estavam presentes uma noite que ficará difícil de esquecer. Logo em seguida, uma música bastante famosa de sua ex - banda ( Guns N Roses ), " Nightrain ". Depois de mais algumas de sua carreira solo, mais duas do Guns, " My Michelle " e " Rocket Queen ". A excelente " Not For Me " de Apocalyptic Love traz adiante uma ótima voz de Miles Kennedy, junto com  a ótima " Starlight ", que abriria portas para " Anastasia ", intercalando uma pequena passagem de Godfather ( Poderoso Chefão ).


O momento mais esperado sem dúvidas era " Sweet Child O Mine ", que quando o cabeludo andou para o meio do palco e as luzes apagaram, todos já estavam gritando. Então não preciso nem dizer quando ele começou a executa - la, os gritos entraram até em mim, que estava em casa assistindo pelo Multishow. Após o clássico, Slash, aproveitou para deixar uma do Velvet Revolver. " Slither " era a última do setlist.

O bis era óbvio. " Welcome The Jungle " cantada pelo baixista Todd Kerns, injetou mais uma dose de adrenalina nos presentes. E para finalizar a noite com chave de ouro, outro clássico. " Paradise City " deixou os fãs satisfeitos, com direito a uma ótima produção em seu final.

Não era o Guns N ´Roses. Era Slash que estava matando a saudade e promovendo seu bom estado musical. Vale cada centavo, cada esforço para ver esse gigante da seis cordas.

As únicas baixas do show foram a ausência da grande " By The Sword " de seu primeiro trabalho, e a bandeira do Flamengo que jogaram no palco e o músico pegou ( risos ).



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E saiu nossa mais nova lista especial :

50 discos ao vivo que você deve ouvir antes de morrer ( 2012 )

Veja também :

50 discos que você deve ouvir antes de morrer ( 2011 )

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domingo, 25 de setembro de 2011

A marca de uma geração



Quando há vinte anos atrás o Rock já estava crucificado por muitos, Nevermind um disco de uma banda bem " tímida " chega ao mundo da música. Foi um dos poucos álbuns que marcou uma geração, não a geração Coca Cola que o Legião dizia mas sim a geração anos 90. Nesse post falo de dois discos especiais . Come On !

O Nirvana foi formado por Kurt Cobain e o baixista Krist Novoselic, e mais tarde o grande baterista Dave Grohl. Nevermind foi o segundo álbum do grupo que fez o termo Grunge, que na minha opinião é ressureição do Punk, e a quebradeira que gostamos de ver, só que banda surgidas em Seattle, uma cidade muito famosa nos Estados Unidos. Para que vocês entendam bem o Nirvana e tão o chamado Grunge o Pixies é uma ótima pedida. Há umas semanas atrás fiz um post de Sufer Rosa, um ótimo disco da banda que serviu de inspiração ao Nirvana.

Nevermind foi lançado em 1991 e logo de cara conquistou e vendeu mais de 20 milhões de cópias nos Estados Unidos. No começo percebemos a segunda coisa que chama atenção sem ser as músicas, estou falando de sua capa. O tão famoso bebê que faz arte de uma das capas mais legais que já vi.

Falando em suas músicas eu começo com o clássico Smells Like Teen Spirit, é impossível algum cidadão que gosta de uma boa música nunca ter escutado o clássico, contagiante e pesada como a bateria de Dave Grohl. Logo em seguida vem a ótima In Bloom e mais um clássico, só que dessa vez a minha preferida, Come As You Are com seu timbre inconfúdivel composta pelo ótimo compositor, músico e louco Kurt Cobain. Nevermind ainda guarda bastante surpresas e termina com classe.

Breed vem acompanhado por Lithium e Polly, duas músicas excelentes. A Polly tem um clipe maravilhoso feito pela banda, no qual eles sempre souberam transmitir com clareza e intensidade o Rock. Nesse meio tempo Kurt Cobain se afundava e dividia sua solidão com as drogas, triste que resultou três anos depois, em 1994 sua morte. É engraçado que depois de uma morte de um bom artista ainda jovem eles são endeusados. Paul MacCartney não causaria o mesmo impacto caso morresse como a morte de seu amigo John Lennon, mas enfim, Kurt Cobain foi um músico muito bom que se perdeu.

Nevermind foi um disco que causou um impacto tão grande naquela época que chega a ser absurdo. Hoje ele esta completando 20 anos de grande histórias e acima de tudo, um bom Rock N Roll. Feito e produzido genialmente.


" O disco que começa uma geração com pé direito "

Obs : Nevermind faz parte dos 50 discos que você deve ouvir antes de morrer

Mudando um pouco a data, vamos de 1991 para 1993 onde o Nirvana produziu um dos melhores shows acústico, o famoso Unplugged Nirvana, realizado em Nova York. A banda já estava consagrada e a ideia de o grupo realizar um acústico sempre foi equivocado, mas porque não ?

Esse acústico sem dúvidas mudou a história da banda, dos fãs e da série. Trouxe um Nirvana muito além do que costumamos a ver. Para fechar essa dobradinha eu recomendo muito ver e ouvir esse show ao vivo acústico da banda que é muito bonito do começo ao fim.

O detalhe é que as gravações e ensaios da banda teve um ar de despedida, que fora foi gravado cinco meses antes da morte de Cobain. Todos estavam esperando grandes clássicos e uma das coisas que surpreendeu foi que a banda não cantou nenhuma de seu primeiro álbum Bleach e cantou só três clássicos que seria About Girl, Come As You Are e Polly. Sem dúvidas faltou Smell Like Teen Spirit, mas concordo e estou de acordo com a desição do grupo em deixa - la de fora assim como outros . Primeiro não ia cai bem e eles queriam mostrar novos sons. Outra coisa que surpreendeu foi o ensaio, em que eles o fizeram em muito pouco tempo, assustando os organizadores e produtores.

Também ouve uma suposta parceria também estaria a rolar, todos esperavam Eddie Vedder do Pearl Jam, mas chegou aos palcos os irmãos Meat Puppets que a banda sempre foi grande fã.

" Uma das melhores apresentações de Kurt Cobain deixando todos de boca aberta "

Enquanto ao seu repertório eu achei fantástico. Com seus três clássicos citados ouve muito cover, com a ótima Jesus Doesn´t Want Me For A Sunbeam dos Vaselines, The Man Who Sold The World do mestre David Bowie, três dos Meat Puppet com os irmãos, incluindo a sensacional Lake Of Fire e uma do Leadbelly. Fora as da banda que forão muito bem tocadas e interpretadas.

Foi um show bem bonito mesmo, e a prova do talento de Kurt Cobain esta nesse espetáculo. Quem costumava a desafinar e babar nos microfone a cada apresentação em que o conjunto subia ao palco, Kurt dava show. Pondo sentimento de amor, ódio e saudade em cada música, dos momentos calmos até os de explosão, mesmo sendo mínimo. Maravilhoso.

O Nirvana foi uma banda excelente e esses dois álbuns são indispensáveis. Marcou muito mais do que uma época, entrou para a história definitivamente e abalou o mundo da música. Os anos 90 nunca seriam os mesmos sem o Nirvana para o mundo do Rock.


Abraços, participem de nossa promoção valendo dois grandes prêmios do Metallica, um cedido por nós e o outro pela loja Alquimia Rock Shop, nosso grande parceiro.

Entrem e comprem sua camiseta, mas antes disso vote no Destroyer para o prêmio Top Blog.

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quarta-feira, 25 de maio de 2011

Eagles - Hell Freezes Over.


Falando um pouco de nossa categoria Ao Vivo, um dos discos que não poderia faltar aqui é o ótimo Hell Feezes Over dos americanos Eagles. A banda foi excelente, e fazia seu som ao ritmo de Country Rock e Soul. Os Eagles namorou por muito tempo com o Rock e devido a essa aliança ganhou seu posto de clássico.

O grupo surgiu em 1971, formado por Glenn Frey, Don Henley, Bernie Leadon e Randy Meisner, todos ótimos músico. Depois de um tempo recebeu outros grandes como Don Felder, Joe Walsh e Timothy B. Schmit. O Eagles faz um som que eu particularmente gosto muito, e dentre seus grande discos o grupo acabou encerrando suas atividades em 1980.

O conjunto voltou em 1994 em um show espetacular que mais tarde viraria Hell Freezes Over. O grupo trazia uma apresentação formal, nada de fumaças e alegorias como o Kiss costuma fazer, todos os integrantes sentados e tudo o que um som acústico merece ter, exceto em determinadas músicas. Ótimo para ouvir com o tempo.

Reunindo todos os clássicos de uma grande carreira, o Eagles começa sua apresentação com Get Over It, uma contagiante música que não deixa ninguém parado. Logo  mais, depois de grandes músicas como Tequila Sunrise, Love Will Keep Us Alive, Learn to Be Still e The Girl from Yesterday, um clássico do Rock aparece, e você que já conhece a banda deve saber. Hotel In California concretiza o entrosamento e a qualidade do Eagles. Grandioso como é o dueto em que Don Felder e Joe Walsh fazem com seus violões.

O disco chegou ao topo das paradas e entrou na lista dos 200 álbuns definitivos do Rock N Roll Hall Of Fame, e para terminar, Take It Easy e mais outras grandes músicas fecham esse belo compacto dessa grande banda.

Indispensável.

1."Get Over It" (Don Henley, Glenn Frey) - 3:31
2."Love Will Keep Us Alive" (Pete Vale, Jim Capaldi, Paul Carrack) - 4:03
3."The Girl from Yesterday" (Frey, Jack Tempchin) - 3:23
4."Learn to Be Still" (Henley, Stan Lynch) - 4:28
5."Tequila Sunrise" (Henley, Frey) - 3:28
6."Hotel California" (Don Felder, Henley, Frey) - 7:12
7."Wasted Time" (Henley, Frey) - 5:19
8."Pretty Maids All in a Row" (Joe Walsh, Joe Vitale) - 4:26
9."I Can't Tell You Why" (Henley, Frey, Schmit) - 5:11
10."New York Minute" (Henley, Danny "Kootch", Jai Winding) - 6:37
11."The Last Resort" (Henley, Frey) - 7:24
12."Take It Easy" (Jackson Browne, Frey) - 4:36
13."In the City" (Walsh, Barry De Vorzon) - 4:07
14."Life in the Fast Lane" (Henley, Frey, Walsh) - 6:01
15."Desperado" (Henley, Frey) - 4:17

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segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Frampton Comes Alive !


Olhando para traz, Peter Frampton tem uma carreira vitoriosa cheio de discos e clássicos. Começando ainda na década de 70 ele chegou ao sucesso comercial depois de um disco muito bom, um compacto ao vivo de 76 chamado Frampton Comes Alive. O disco que não demorou para chegar ao topo e conquistou 6 vezes a platina e foi o álbum ao vivo mais vendido da história. Frampton sempre foi um guitarrista que gosto muito, um guitarrista conhecido como o cara que foi pioneiro da guitarra falada, e assim posso defini - lo em cinco palavras, um gigante da seis cordas. 

Antes de entrar em carreira solo fez trabalhos com o injustiçado e ótimo Humble Pie e a banda The Herd, e é inevitável falar que Frampton Comes Alive caiu como uma luva, foi gravado nos Estados Unidos e é um disco completo. Riffs ótimos, solos, baladas, toques de pianos e tudo mais, ou seja, um verdadeiro show que o músico proporcionou para o mundo.

O primeiro CD tem músicas empolgantes, dentre delas o clássico Show Me the Way que mostra a inovação de sua guitarra que acaba cantando junto com ele. Já o segundo é bem mais balada, a mais famosa Baby, I Love Your Way das as caras e guarda muitas lembranças das mãezonas atualmente. O terceiro disco segue a mesma risca dos primeiros, e pode se dizer que é uma mistura dos dois, começa com uma intro de violão de Penny for Your Thoughts muito boa e depois com a pesada I'll Give You) Money. Shine On, o clássico que se destaca do Humble Pie aparece, e depois um cover de Jumping Jack Flash do Stones que para mim não caiu bem. Para finalizar o álbum termina com Lines on My Face e o clássico Do You Feel Like We Do, e sem esquecer que o vocalista se saiu bem nos vocais, mas de fato não é aquele que impressiona.

O som de Frampton é bem diversificado, desde Blues, Rockabilly a um som mais pesado. Quem gosta de alguma coisa mais Light e calma em relação ao Hard Rock e ao Rock o cara é uma ótima pedida. Posso dizer que ele se assemelha - se mais ao Eric Clapton em relação a suas músicas, acho que mais agitado do que Clapton, bom, é só vocês tirarem suas dúvidas.
E voltando ao assunto do álbum, deu ao guitarrista um sucesso inesperado, abriu as portas do cara para o mundo do Rock, e como gostei de Frampton Comes Alive eu comecei a ouvir seus discos anteriores que também são bons, e não é só esses, alguns de seus futuros álbuns também depois de Comes Alive arrancam aplausos, músicas como a balada I'm In You e a contagiante  Breaking All The Rules fazem a cabeça do povo nos anos 70 e 80. Inclusive fez Frampton Comes Alive II que virou uma espécie de coletânea de seus shows, o disco tem seus maiores clássicos, além de algumas feitas especialmente.
Enfim, Frampton Comes Alive é um discasso, e não podia de lembrar que vários anos depois a gravadora e o músico lançaram uma versão deluxe bem legal, e essa versão inclui músicas deixadas de fora, mas separei o setlist da versão original lançado em 76. Vejam.

CD 1

"Something's Happening" – 5:41

"Doobie Wah" – 5:28

"Show Me the Way" – 4:42

"It's a Plain Shame" – 4:21

CD 2

"All I Want to Be (Is by Your Side)" – 3:27

"Wind of Change" – 2:47

"Baby, I Love Your Way" – 4:43

"I Wanna Go to the Sun" – 7:02

CD 3

"Penny for Your Thoughts" – 1:23

"(I'll Give You) Money" – 5:39

"Shine On" – 3:35

"Jumping Jack Flash" ( Rolling Stones ) – 7:45

CD 4

"Lines on My Face" – 7:06

"Do You Feel Like We Do?" – 14:15

É isso ai pessoal, deixo uma prévia de um clássico de Comes Alive e um que não é do disco, afinal, não só estou divulgando o disco ao vivo, em geral, ele também, então por isso vejam os vídeos. E pra quem gosta, pode deixar que eu faço mais posts dele.

Comentam e deixam suas opiniões.Valeu ! 



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domingo, 18 de julho de 2010

Live After Death


Live After Death é um álbum ao vivo do Iron Maiden que foi lançado em 1985, e hoje vou compartilhar com vocês que gostam da banda, e claro, já ia me esquecendo " Vocês não podem perder ".

A banda estava em sua melhor fase. Antes eles tinham lançados discos como Killers, The Number of the Beast, Piece of Mind e Powerslave. Não faltou clássicos desses quatros álbuns nos shows, e também não faltou Heavy Metal.

A turma do Eddie dividiu em 2 lados ao longo dos anos. Em 98 realizaram o lado 2, que tem as músicas Wrathchild, 22 Acacia Avenue, Children of the Damned, Die With Your Boots On e The Phantom of the Opera. Mas antes, em 95 já tinham disponibilizado faixas bônus como Losfer Words (Big Orra), Sanctuary e Murders in the Rue Morgue. Live After Death chegou ao disco de platina duas vezes, e tem seu méritos por ganhar esses prêmios.

O show foi um registro da turnê mundial World Slavery Tour. Essa turnê foi histórica para a banda e para o Rock N Roll, um dos shows foi no memóravel Rock In Rio de 85. As primeiras 13 faixas foram gravadas no Long Beach Arena na California, depois a banda fez suas gravações no Hammersmith Odeon ( onde nomes como Black Sabbath pisou lá ) e terminou nada mais nada menos que em em Londres. Confira as faixas desse clássico.

Faixas :

1- Aces High 5:29
2- 2 Minutes to Midnight 6:06
3- The Trooper 4:29
4- Revelations 6:11
5- Flight of Icarus 3:49
6- The Rime of the Ancient Mariner 13:12
7- Powerslave 7:34
8- The Number of the Beast 4:37
9- Hallowed be Thy Name 7:30
10- Iron Maiden 4:21
11- Run to the Hills 3:53
12- Running Free 3:24

Valeu e comprem, porque vale a pena !

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