quarta-feira, 30 de março de 2011

Riffs, uma arma poderosa.


Afinal, qual é o verdadeiro poder de um Riff ?.

Para quem não sabe um bom Riff é um grande caminho para uma ótima música. Eu sempre adorei ouvir diversos deles, e uma das coisas que mais me agrada em um guitarrista é certamente um Riff.

Para quem não sabe e vai aprender agora, Riff é uma progressão de acordes, intervalos ou notas musicais, que são repetidas no contexto de uma música, formando a base ou acompanhamento. Riffs geralmente formam a base harmônica de músicas de Jazz, Blues e Rock.

Um grande Riff tem que entrar por dentro e te fazer sentir emoção, adrenalina, tristeza e outros sentimentos. Nesse post citarei meus preferidos, mas antes disso entraremos um pouco em sua história.

Podemos dizer que um verdadeiro Riff começa quando o Blues chega ao nosso cenário. Seus primeiros passos são tímidos, mas muitos guitarristas vejam que repetir frases na guitarra pode ser muito melhor do que um solo. Passando de escala em escala um dos primeiros a se consagrar com um Riff foi sem dúvidas Hendrix que inovou e arrebentou com a emblemática Voodo Child. Um Riff com uma pegada única, com uma pegada de Jimi Hendrix.


É certo que muitos outros também criaram grandes Riffs depois ou até mesmo antes de Jimi, mas um dos nomes mais idolatrados do Rock quando se fala de um Riff é Jimmy Page, o lendário guitarrista que brilhou no Zeppelin.

Page foi dono de Riffs desafiadores como Rock N Roll do quarto disco do Led, na ótima Black Dog, nas lindas passagens de Stairway To Heaven e até grandes momentos em um clássico perdido do Led, que é Over The Hills And Far Away. Mas um Riff que se destaca nas mãos de Page é Whole Lotta Love. Pesada em um ritmo quente, no ritmo do Led Zeppelin.

O cara era fera, e do seu lado também nascia Rtichie Blackmore que sabe como ninguém fazer um Riff de Rock N Roll. É o que diga a inesquecível Smoke On The Water que é tocada por qualquer menininho que tem uma guitarra. Mas para mim Smoke On The Water não é essa bolacha toda, e muitos Riffs conseguem atrair muito mais com a banda ajudando, que para mim é o caso de Smoke On The Water. Não sei se seria o mesmo sem Ian Paice e Roger Glover, mas com Burn a história é outra.

Mas um dos pontos que queria ressalvar é que nem todos os Riffs de guitarras para ser bons precisam ser coisas mirabolantes como Eddie Van Halen. Não é o caso de Eddie que cria coisas geniais, mas basta três notas e você já tem em mãos um clássico do Rock N Roll. Ou seja, as vezes a simplicidade é tudo, como de exemplo Satisfaction tocado por Keith Richards, outro Mestre do mundo dos Riffs. E por isso levamos desse clássico dos Stones que as vezes as coisas mais simples, podem ser as coisas mais perfeitas.

Satisfaction é simples, criativo, dançante e elegante. É aquele que mexe com qualquer um.


A pergunta de nosso post é Afinal, qual é o poder de um verdadeiro Riff ?.

A resposta é bem difícil, mas eles tem poderes imensos. E para mim um guitarrista completo é aquele que além de acompanhar a banda e fazer solos geniais, sabe mostrar seus objetivos em grandes Riffs. Esse Universo é muito grande ainda para ser finalizado. Os acordes por exemplo são ferramentas que dão grandes Riffs. Angus Young e Tony Iommi, duas lendas vivas do Rock sabem do que estou falando.

Highway To Hell é uma prova viva que um simples acorde pode virar um Riff eletrizante e contagiante como o clássico é. Já do outro lado, Iron Man passa de acorde em acorde pelas mãos do grande Tony e vira mais um clássico da seis cordas. E não é só Iron Man, sabe aquele começo viciante de uma música chamada Paranoid ? .

É dele, assim como Heaven And Hell, War Pigs e outros grandes momentos para o Heavy Metal.


Muitos guitarristas tem sua caracteristica de tocar e fazer um Riff. A muitos Riffs excelentes por ai que será impossível citar todos.

Eu particularmente gosto de muitos. O primeiro a me tocar foi sem dúvidas Sweet Child O Mine do Slash, que além da balada, o guitarrista leva na bagagem outros grandes Riffs consagrados como Paradise City, Welcome The Jungles e entre outros. Whole Lotta Love já citado, é um que sempre gostei muito, assim como Sunshine Your Love do Cream, tocado por Eric Clapton. E falando no nele, ele foi dono de grandes Riffs e solos, mas o insuperável ficou com Sunshine, sensacional.

Não é com um clássico do Cream que a gente termina. All Right Now tocado por Paul Kossoff é um dos mais fodas que já vi. Ele não pode ser essa bolacha toda para muitos, mas o Riff entra em sua cabeça e demora para sair. E como All Right Now nunca sai de minha cabeça, não é diferente com Photograph do Leppard, tocado pelo ótimo guitarrista Steve Clark.

Kossoff executa com maestria suas frases, deixando eles crus e secos. Muitos adotam esse estilo, na pose de Hardão dos anos 70. Já falando em cru, o Thin Lizzy mostra Riffs como ninguém.

São inúmeros Riffs de diversas bandas que adoro. A grandes nomes como : Randy Rhoads destruindo a guitarra com Crazy Train, o entrosamento de James Hetfield e Kirk Hammet na clássica Enter Sandman, na pegada de Mark Knopfler em Money For Nothing, na adrenalina de Panama de Eddie Van Halen, na histórica Came As You Are do perdido e talentoso Kurt Cobain, no grandioso mundo de Seven Nation Army do White Stripes, e até aonde o Rock não esta. Beat It do astro Pop Michael Jackson traz um Riff bem legal e interessante.

Um Riff representa muito a um guitarrista, ou até a um músico que não precisa ter uma guitarra em seu colo para se fazer um grande Riff. Mas que seja, de uma forma ou de outra, muitos estão ai para mostrar o que sabem de fazer de melhor. Mas o que sabemos mesmo, é que cada palavra é de ouro. Ousar mais, e ter criatividade é tudo para um guitarrista, e certamente para um Riff de ROCK N ROLL isso não é diferente. Cada um tem sua razão, inesquecível ou não.

Abraços.

quarta-feira, 23 de março de 2011

Mamonas e suas lembranças


Um momento que abalou muito nosso Brasil foi a morte do grupo Mamonas Assasinas. Uma morte fria e cruel que ninguém nunca ousaria falar que acontecesse.

O Mamonas surgiu em 1990 em Guarulhos na cidade de São Paulo. De imediato a banda era para ser séria que nem seus ídolos, mas só foi quando Dinho subiu ao palco em um show da banda em um bar e começou a tirar risadas do povo. Mas porque ? O público pedia nada mais nada menos que Guns N Roses, uma das bandas mais famosas daquela época. E como ninguém sabia cantar, chamaram um cara que gostava de Rock da plateia, era Dinho, que mal sabia a letra e acabou improvisando tudo na hora.

Essa era a atmosfera que atinge e atingiu milhares de fãs brasileiros. A atmosfera da alegria do Mamonas, que em 95 lançou seu único disco, significando um clássico do nosso Rock para muitos.

Aquele disco não só mostrava um novo Rock, mas sim uma porção de influência. Se você ver hoje muitas bandas com aquele Rock cómico é devido ao Mamonas que inovou. Seus hits fizeram muito sucesso também com a criançada, eu fiquei cansado de ouvir Sabão Cra Cra naquela época.

Muitos adolescentes e adultos sentiram e entraram naquele jeito de balancar o corpo em Robocop Gay, Vira Vira, Mundo Animal, Pelado em Santos e entre outros sucessos do grupo. O Mamonas soube juntar tudo o que a música brasileira vinha trazendo e fazer Rock N Roll. Marcou época, sem sombras de dúvidas.

Eu particularmente nunca fui muito fã do som dos caras, mas depois de um certo tempo eu comecei a gostar deles. É inegavelmente a sua criatividade e inteligência. Por ser moda na época, podia ser tão discriminado quanto Restart. Mas quem não pagaria para dar boas risadas com eles ? Além do mais tem músicas que são bem legais.

Não que o Mamonas seja um momento triste no Rock, pelo contrário, foi um momento feliz, que foi jogado fora em um destino nada esperado. Em 2 de Março de 96 o Mamonas se encerra com uma morte cruel e inexplicável. Dinho, Bento Hinoto, Júlio Rase, Samuel Reoli e Sérgio se foram em um mero acidente de avião, na época em que a banda vinha fazendo sucesso e ganhando público e mais público.

Vai saber ?

sexta-feira, 18 de março de 2011

Um disco além dos limites.


Como um bom Rockeiro eu já rejeitei os Beatles pelo menos uma vez na vida. Eu particularmente nunca fui muito fã da banda até quando eu dei play em um ótimo disco chamado Abbey Road de 69.

As coisas mudaram a partir dali, e logo em seguida ouvi Revolver, um disco sensacional que é marcado quando os Beatles deixam de lado a fase bobinha que vinha fazendo desde Please Please Me.

Não que essa fase seja ruim, pelo contrário, foi boa e fez vários clássicos que jovens cantam até hoje, mas a banda tinha muito a mostrar. E hoje não vim falar de Abbey Road e Revolver, e sim de um disco que quando se trata de Rock é um dos primeiros que vem a mente.  Eu sempre queria saber o que faz de Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band um dos discos mais idolatrados e criticados do mundo, e você ?.

O que posso falar de Sgt. Pepper´s ?

Um disco maravilhoso que quando eu ouvi fiquei extasiado e perplexo. Agora que sou fã da banda, já posso dizer que o quarteto é muito mais do que talento.

Em uma época em que a banda mergulhava de cabeça nas drogas, o grupo começou a gravação de Sgt. Pepper´s em oito canais, que no momento era uma inovação. A idéia central de Paul MacCartney era fazer um disco conceitual e experimental, que quebrasse todas as barreiras. E quebrou mais do que isso, foi um disco que além de inovar mostrou ao mundo que o Rock era mais forte do que muitos pensavam.


O disco começa com a faixa titulo Sgt. Pepper´s, e de imediato ficou sensacional. A voz rasgada e cheia de atitude de Paul te faz entrar junto na música, e com a companhia de George e John Lennon nas guitarras nem se fala.

Logo em seguida chega With a Little Help from My Friends que traz Ringo Starr no microfone. A música é bem legal e Ringo foi mais do que fiel. Sua voz envolvente apesar de não ser cantor marcou o clássico que fala sobre amizade e como os amigos podem ajudar uns aos outros para transpor as dificuldades da vida.

A emblemática Lucy in the Sky with Diamonds vem para te levar junto na viagem dos Beatles. Muitos alegam até hoje que a faixa foi composta sobre a alusão do LSD. Se foi ou não, Lucy In The Sky é um clássico em que o grupo se superou. A voz mansa de John começa junto com um Riff matador que não sai de sua cabeça e te leva a fantástica viagem em que os Beatles terminou a 40 anos atrás.

Não terminamos ainda e a gente encontra pelo caminho para fechar o lado A as belas faixas She's Leaving Home, Getting Better, Fixing a Hole e Being for the Benefit of Mr. Kite!.

O álbum vendeu mais de 11 milhões só nos EUA, e é um disco que para época era muito avançado. Um clássico que qualquer um deve ouvir ou apenas respeitar aqueles que revolucionaram.

Começando com o lado B, chegamos em Within You Without You, uma música sensacional que leva na bagagem gaitas, bandolins e violinos, tudo misturado em passagens orientais. E depois falam que Harrison não era um bom músico, o cara era gênio.

Depois de When I'm Sixty-Four vem a animada Lovely Rita que é muito legal. A música é para quebrar o gelo, assim como Good Morning Good Morning que faz lembrar que o grupo continua animando. E para fechar esse belo disco, A Day in the Life arrepia e faz emocionar com a bela voz de Lennon. Se você ouvi - la inteiramente, é genial como a banda se despede do disco. Um acorde de piano profundo que fica na cabeça por um bom tempo.

Com chave de ouro Sgt. Pepper´s é um disco além dos limites que foi superior em tudo. Até na produção de George Martin no inesquecível Abbey Road. Quebrou todas as barreiras desde a sua enigmática capa até um ato simples de se cantar um refrão.

“Pense globalmente e atue localmente".



Abraços e até a próxima !

domingo, 13 de março de 2011

Whitesnake - Forevermore

Para mim um dos discos mais esperados do ano saiu a pouco tempo. Estou falando de Forevermore, o mais recente disco da Cobra Branca.

Para quem esta acustumado a ver o Whitesnake de 87 e de Slip Of The Tongue esta bem enganado. Naquela época Coverdale estava no auge de sua carreira, e é fato que a discografia da banda é sensacional desde os tempos de Ian Paice e Jon Lord. E como toda banda clássica que lança um disco atualmente eu só quero saber de uma coisa, só quero saber se resgata os tempos de ouros.

É bem difícil chegar ao brilhantismo que fez décadas atrás, mas não que seja impossível. Já vi muitas que já conseguiram esse feito. Forevermore é um disco bem pesado, e o Hard Rock fica evidente em quase todas as faixas. Riffs, solos e refrões fazem parte do mundo do Whitesnake.


Em relação ao final da década de 80 o disco é mais pesado, e em relação ao seus primórdios pode se assemelhar -se em alguns aspectos. Posso sentir que é um Rock mais moderno em relação ao antigo, mas não superior.

O destaque fica com a faixa Love Will Set You Free que vira o single do disco. As baladas que como de costume não faltaram e ficaram presentes. Easier Said Than Done e One Of These Days tentam resgatar o que antes era This Is Love.  Já a bela faixa titulo traz belas passagens de violão e depois fica pesada com o tempo, e assim acaba combinando com solos caprichosos. E como disse que o Hard fica evidente, a faixa I Need You faz lembrar aquele tempo em que o grupo era de arrepiar.

O disco é bom, sem sombra de dúvidas, mas chega uma hora que você tem a sensação da base de cada faixa se repetir, para mim deixou o disco meio cansativo. Mas o que posso perceber é que Coverdale e a banda continua sendo fiel, mas não é nem sombra quando Slide It In, Saints e Sinners e entre outros chegavam as lojas. E já que Coverdale e cia é fiel, o álbum também faz jus a história do conjunto.

Vale a pena ouvir um Whitesnake atualmente ?.
Sim, vale a pena ouvir Forevermore assim como seu último disco Good To Be Bad .Vale a pena ouvir a fórmula de se fazer Rock N Roll.

Abraços.

01. Steal Your Heart Away (05:18)
02. All Out Of Luck (05:28)
03. Love Will Set You Free (03:52)
04. Easier Said Than Done (05:12)
05. Tell Me How (04:41)
06. I Need You (Shine A Light) (03:49)
07. One Of These Days (04:53)
08. Love And Treat Me Right (04:14)
09. Dogs In The Street (03:48)
10. Fare Thee Well (05:18)
11. Whipping Boy Blues (05:01)
12. My Evil Ways (04:33)
13. Forevermore (07:22)
14. Whipping Boy Blues (Swamp Mix) (05:59)

terça-feira, 8 de março de 2011

Phil Collins, o nosso mago.


Philip David Charles Collins é um grande talentoso músico. Fez seu cenário no Rock N Roll com a sensacional banda Genesis, banda no qual mostrou que o Rock ganhava mais uma lenda. Ganhava Phil Collins.

Quando chegou ao grupo, Collins lançou dois discos que foram muito bem aceitos. Além de segurar a bateria, instrumento em que ele manda muito bem, ele soltava a voz rouca e poderosa nos microfones. O Genesis não só tava ganhando um ótimo músico mas uma outra cara.

É fato que o Genesis ficou mais “pop” com Phil na liderança, mas não quer dizer que foi inferior ao Peter Gabriel, para mim foi superior. Collins soube trazer aquela essência que estava faltando ao conjunto. O último disco que ouvi do grupo foi um dos melhores, Abacab é um Rock em alto e bom som. Para falar a verdade, foi a melhor era do Genesis, uma era em que o bom gosto do Rock ainda reinava.

O bom Rock não ficou de fora, e foi uma era do Genesis sensacional. Em 2006 a banda anunciou seu fim, e assim foi representada no ano passado pelo Hall da fama do Rock N Roll. Assim como o conjunto é assunto e sempre será, Collins recentemente declarou publicamente que pendurou as chuteiras. " Vou partir numa viagem misteriosa de bicicleta e nunca mais vou voltar. Era uma grande maneira de acabar a história, não era?". Sem dúvidas o músico deixará saudades.

Ainda com o Genesis, Collins sai em carreira solo. Seu primeiro disco é bom, Face Value é recebido muito bem pela crítica e pelos fãs. Esse álbum assim como sua discografia é bem diversificado, sempre procurando o bom Rock Progressivo, Soul, Folk e entre outros.

Phil foi muito importante para o Rock e a música em si. Se juntou a grande músicos ao longo da carreira que englobam o quarteto de Liverpool até Robert Plant. Sua aparição na televisão aconteceu, e fez também trilhas sonoras para filmes.

Essa era é hora de fazer um post do cara, em forma de homenagem a ele que deixou a música recentemente. Pode parecer exagero, mas não vamos ver mais Collins lançando um disco, e lembrando que seu último disco lançado no ano passado foi Going Back. Ele pode ter acabado, mas sua música não.

Um gigante da música que sempre lembrarei. Valeu Collins.

“Além de certo ponto, a música não é mais minha. É sua”

quarta-feira, 2 de março de 2011

Hard no ritmo do Rock - Parte 6


Fala pessoal. Depois de uma semana sem post, eu arranjei uma brecha para poder por o Blog em continuação. Então hoje teremos Hard no ritmo do Rock.

Quando se fala de uma banda, todos querem conhecer suas melhores músicas. Para aquela época o famoso termo “HIT” era tudo para uma banda de Hard Rock. Quem não queria dar um grande passo e alcançar a famosa parada na Billboard ?

Certamene eram todas as bandas. Existem bandas de uma música só, que no Hard Rock era normal, e existem aquela banda sem aquele famoso Hit mas com ótimas músicas. Mas para a consagração de uma banda, o “clássico” não pode faltar.


" Clássico do Hard Rock. Autograph foi uma banda pouco conhecida mas que deixou Turn Up The Radio balancar muitos jovens naquela época. Um banda sensacional que mereceu muito mais, em breve falarei mais dela "

Os frutos do Hard .....

Um dos frutos do Hard foi sem dúvidas o Glam Metal, ou aquele Metal Farora traduzindo para o português.O lema do Glam é visual demais e Rock de menos, ou até não, mas eu particulamente não gosto de bandas Glam, com exceções de algumas. Tem aquelas que usam uma postura e visual Glam e aquelas que usam no Rock, na postura e no visual.

Podemos dizer que o lance vem dos anos 70, que quem ficou famoso com aquilo foi o Twisted Sister, já citados nos posts anteriores. O seu vocalista Dee Snider se entupia de maquiagem, deixando a banda mais chamativa do que era. Outros caras que influênciaram e que são mestres quando se trata na arte do Rock foram o David Bowie, Alice Cooper e o Queen, e claro, outros se destacaram.

Na década de 80 o Glam foi ganhando público e mais público. O Poison misturou Country Rock com muito Rock N Roll e Hard Rock, e assim, chegou a empolgar muito pelo mundo. New York Dolls pois Punk, mas também pois Hard com um visual e uma postura a lá Glam Metal, mas nada que seja farofa. M

Muitas outras bandas também deixaram sua marca, e o gênero varía bastante do Heavy Metal, deixando o som mais pesado. Quem ouvir Ratt, uma boa banda que varía bastante do Heavy Metal saberá do que estou falando.

Uma das bandas que eram consideradas Glam, o Motley Crue chegou ao sucesso comercial na metade da década de 80, mas eles chegaram mesmo no final da década. Uma boa banda de Califórnia que merece ser citado aqui. Nikki Sixx, Tommy Lee, Mick Mars e Vince Neil venderam mais de 80 milhões de cópias em todo mundo.

O Motley Crue dividia Drogas, Groupies e Rock N Roll. Tenho alguns discos do Grupo como os famosos e recomendáveis Girls, Girls, Girls, o clássico Shout At The Devil e Dr. Feelgood, ambos ótimos discos.

Outro grande fruto foi o AOR, um tipo de som bem legal e mais calmo em relação ao Rock. É aquele bom e famoso Rock Melódico que conquistou fãs e fãs pelo mundo.

É difícil falar especificamente uma banda de AOR, pois são tantas, e como você menos espera a banda que você mais gosta já fez um bom Rock Melódico. Um dos caras que fazem muito bem é o Journey, outro que me vem a cabeça é a banda Giant que não é tão famosa assim. O AOR merece sua atenção porque ele é mais do que um conceito.

Mas agora, o que seria desse post sem o Guns N Roses ?

Uma das bandas mais famosas de Rock de todos os tempos sempre passou por sérios problemas desde sua chegada.
O Guns N Roses foi uma das bandas mais influêntes da história. Mesmo depois demais de 20 anos de sua existência continuou a mostrar o melhor caminho aos jovens para o mundo do Rock. Axl Rose, Slash, Izzy Stradlin, Duff Mckagan e Steven Adler fizeram a formação clássica da banda. E em 1987 já chegava nas lojas Appetite For Destruction, um disco que qualquer Rockeiro e fã de Hard deve ouvir.

E não é só Appetite. Guns Lies e os duplos Use Your Illusion mostra que a banda não só de um disco.Mostra que é puro talento.

O Guns acabou por brigas, mas hoje, todos esperam que eles venham a se juntar novamente e fazer que nem nos velhos tempos. Ainda a banda tem a pendência de se resolver. Uma novela que parece que não tem fim, mas tenho certeza que um dia eles se juntarão, daqui a trinta anos ou não.



Até a próxima.
Todos artigos são publicados por Guilherme M, exceto onde os autores são citados