domingo, 30 de janeiro de 2011

Quem disse que só os homens sabem fazer Rock N Roll ?

Quem disse que só os homens sabem fazer Rock N Roll ?

Muitas mulheres no Rock tiveram para mostrar o contrário, as famosas Musas gritaram e sacudiram muito. As gatas que andam e andaram por ai recebem muitos fãs no mundo inteiro, da bluseira Janis Joplin ao nosso nacional com Cassia Eller e até o presente com a matadora Tarja Turunen. Mas hoje eu não vim falar só delas, outras mulheres e musas que brilharam a 30 anos atrás merecem ser representadas mais do que nunca. Come ON marmanjos! Vamos ver algumas rockeiras clássicas !.

Começamos com a Bluseira Janis Joplin, que leva em sua garganta uma guitarra distorçida. Ela já passou por aqui em um post no qual eu reconheço seus trabalhos, vale a pena conferir,  ótimo trabalhos que anos mais tarde foram jogados fora por uma overdose. Agora Suzi Quatro, outra musa que fez muitos singles durante sua carreira é uma verdadeira musa, seu primeiro disco que e muito bom,  é considerado o melhor para muitos. Também na década, Cass Elliot soltava a voz e ainda vale a pena também dar uma conferida em Grace Slick, líder e vocalista do piscodelismo do Jefferson Airplane.


Nos anos 70, se destacavam as Runaways que foi formada em 75, sempre gostei das garotas, e seu primeiro disco saiu no ano seguinte, em 1976. As glamurosas Joan Jett no baixo e na voz principal tinha ao lado Lita Ford guitarrista que mandava ver na bagaça. Para terminar a banda conta ainda com as presenças de Cherie Currie, Jackie Fox e Sandy West. Começando a abrir para o Van Halen, Ramones e entre outras grandes bandas elas chegam ao sucesso comercial.

Depois de dois discos elas voltam sem a vocalista Cherie Currie que ficou sendo uma oportunidade a Joan Jett que mais tarde estouraria nas paradas. Mas mesmo sem Cherie Currie as Runaways continuou e lançou quatros álbuns bons  e continuou com seu sucesso que tinha conquistado a uns anos atrás com seus primeiros discos, inclusive um compacto ao vivo no Japão.

A banda terminou com algumas brigas entre as integrantes, mas isso não impediu de cada uma continuar em frente. Joan Jett continuou com o sucesso ao lado dos Blackhearts , a gata Lita Ford gravou discos solos e fez um dueto com o Madman, Sandy West ficou apagada posteriormente e acabou morrendo em 2006 por câncer, Cherie Currie fez um álbum e virou atriz e para terminar a formação clássica das Fugitivas, Jackie Fox tornou se uma advogada bem sucedida.

Lembrando que não era só as Runaways, Patti Smith fazia Rock naquela época com quatros discos já lançados, a musa também conhecida como a poeta do Punk continua na ativa, mesmo com seus 64 anos. E para seu vo que com 64 anos de idade não sai de casa e mal levanta para fazer xixi, ta ai a rockeira Patti Smith como um exemplo de vida. Além de Patti, Sheila Hynd dava também as suas caras no mundo do Rock.

Nos anos 80 a garotas do Heart já citadas na última edição da série  Hard no ritmo do Rock assim como as Runaways, mandaram bem também, já na metade dos anos 90 Tarja Turunen movimentou o Heavy Metal com atitude e garra.



Na nossa terra...

Rita Lee a musa mais famosa do rock no Brasil brilhou nos Mutantes e em carreira solo, com seus cabelos avermelhados, roxos, alaranjados, que seja, a vovózona, o Ozzy em forma de mulher comemora seus triunfos. Álem de Lee, Cassia Eller deixou sua marca com suas músicas e loucuras. Malandragem, Segundo o Sol e muitas outras, marcaram a adolescência de muita gente, e acabou fazendo parte da minha também.

É isso ai pessoal, o objetivo é mostrar as musas que algumas pessoas nem pensavam que existiam, ou seja, que nem sabiam que tinha Rock N Roll antigo e de qualidade feito pelas mulheres. Pode ser que eu venha com mais um ou dois posts falando das mulheres no Rock, e se transformar em uma Mini - Série que vai ser bem legal de se fazer assim como Hard, mas cada post termina em uma lição. Essas e muitas outras girls, no final das contas conseguiram mostrar o que realmente sabem fazer. Rock N Roll.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Hard no ritmo do Rock - Parte 5


Eai pessoal. Hoje vim fazer Hard no Ritmo do Rock, e como disse no post anterior os anos 80 foi a explosão do Hard Rock, bandas que vinham apagadas nos anos 70 se destacaram naquele tempo. Grupos como o Boston, o Status Quo liderando as paradas, o Montrose de Sammy Hagar e entre outras, tem também bandas apagadas da década que só chegaram ao sucesso comercial em 90, como o ótimo conjunto The Black Crowes, mas podemos falar que foi muito diferente com a famosa Cobra Branca.

O Whitesnake foi fundado pelo grande vocalista David Coverdale, e logo no ínício da banda teve os ex – purples Jon Lord e Ian Paice, dois reforços de peso que viriam a calhar em grandes discos no ínício da carreira do conjunto, fazendo um som mais pesado. O sucesso era, mas não era tão, só veio com o sensacional Slide In It de 84, embalando com seus hits.

Depois a banda ficou parada alguns anos e voltou em 87 com força total. Com o disco auto – intulado o Whitesnake retoma as paradas do mundo, e em 89 a banda continua, mas dessa vez com a parceria de Coverdale/Vanderberg/ Steve Vai bem sucessida.

Adoro a cobra branca, um Rock do caralho.


Em 1980 o movimento do Heavy Metal chegava ao topo, e uma das bandas que fizeram o Hard crescer foi o Def Leppard. O seu primeiro disco tinha um "que" de Heavy Metal, assim como seu segundo. Não é de esconder que seus primeiro discos são ótimos, mas Pyromania mostrou o que a banda realmente era. Pyromania era um disco no momento certo na banda certa, aquela era a hora de fazer, o grupo em sua forma mais rebelde, no seu auge.

O quarto disco Hysteria também é bom, mas um pouco mais pop em relação a Pyromania, e também não chega a resgatar a essência do anterior pois contém a morte do ótimo Steven Clark e a tragédia de Rick Allen, ou seja, Pyromania é um disco "único" do grupo.

Era a banda que enganava a si mesmo.



Várias bandas merecem destaque e vou citando o nome delas aos poucos, como ando fazendo.

O Europe, banda que brilhou nos anos de 85, 86 e 87 com os cássicos "The Final Countdown" , " Rock Night"  e entre outros deixou sua história, nem que seja um pouquinho dela, assim como o Bon Jovi banda e fui perdendo o gosto ao longo do tempo. O seu começo foi excelente, mas conforme o tempo vai passando a
banda deixa aquele essência de Rock N Roll para algo mais " adocicado ". Infelizmente grandes bandas chegaram a perder sua essência.

Essas e quase todas as bandas que citamos são consideradas bandas de Arena, que fazem um show encima de outro nos palcos. Assim como eles, músicos chegariam a se destacar, um grande exemplo é o Ozzy, que não é só Heavy Metal e Black Sabbath, Blizzard Of The Ozz já diz tudo. Journey, Frampton e entre outros faziam também arenas lotarem.

Enquanto isso na mulheres.....

Heart foi uma banda de mulheres de Hard Rock formada em 76. Fez um sucesso na década mas se consagrou mesmo na década de 80. Ann e Nancy Wilson segundo relatos venderam mais de 25 milhões em todo mundo.

Vale a pena dar uma conferida no som das garotas.


Naquela época o Hard Rock crescia muito, bandas como o pesado Ratt, a pesada Cinderella, o Hard do Cheap Trick, Hanai Rocks, o Boston vinha a fazer um disco em 86, o Nazareth sempre na luta, o Tyketto no final dos anos 80, o Glam Metal vinha se consolidando, o AOR ganhando seu espaço, ou seja, foi uma década pura para o Hard.

É pessoal, vou indo embora, e na próxima vez vou fazer um especial do Glam e AOR e falar mais de algumas bandas que brilharam naquele tempo. E não podia deixar de lembrar que vou fazer posts especiais.

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sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Life, não é apenas uma vida

Biogafias sempre despertam interesses dos leitores, ainda mais como um astro do Rock N Roll e da seis cordas, e assim sendo, não consegue ser diferente com Keith Richards, o guitarrista que a 50 anos atrás fazia o Stones junto com seu parceiro Mick Jagger. Life é mostrada em 600 páginas, e nelas, mostra a tragetória de Richards : Drogas, álcool, prisão, mulheres, família, Stones e Mick Jagger marcaram a Life desse grande e influente guitarrista. Um coisa eu garanto, histórias não vai faltar.

Todos nós conhecemos algumas de sua histórias, aquela em que ele cheira as cinzas do pai, aquela que ele cai de uma bananeira e entra em coma, e entre muitas outras. A primeira segundo ele é verdadeira, se for, é ridícula e absurda, essa última eu não sei, mas que é idiota, ela é. Mas eu não vim aqui falar de suas histórias, Life é um grande livro, bem interessante, e muitos levam acreditar Keith como uma "ameaça a sociedade", mas para mim é só mais um grande músico gente boa, pai de família e engraçado pra caramba.

Aos 67 anos Keith está mais vivo do que nunca, é fato que o cara morreu e nasceu de novo, acredito eu que foi assim sua vida inteira. Desde quando um garotinho dava seus primeiros passos, quando fazia pose quando era escoteiro, quando criou seus riffs memoráveis, quando criou seu disco solo Talk is Cheap, enfim, uma biografia de prato cheio que segundo ele é mais façil fazer 10 discos do que faze- la.

Life foi lançado em outubro do ano passado e já faz muito sucesso no mundo inteiro, assim como muitos, eu recomendo.

"Você tem o dom, você tem a lua, e você tem os Rolling Stones".

Keith Richards

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Frampton Comes Alive !


Olhando para traz, Peter Frampton tem uma carreira vitoriosa cheio de discos e clássicos. Começando ainda na década de 70 ele chegou ao sucesso comercial depois de um disco muito bom, um compacto ao vivo de 76 chamado Frampton Comes Alive. O disco que não demorou para chegar ao topo e conquistou 6 vezes a platina e foi o álbum ao vivo mais vendido da história. Frampton sempre foi um guitarrista que gosto muito, um guitarrista conhecido como o cara que foi pioneiro da guitarra falada, e assim posso defini - lo em cinco palavras, um gigante da seis cordas. 

Antes de entrar em carreira solo fez trabalhos com o injustiçado e ótimo Humble Pie e a banda The Herd, e é inevitável falar que Frampton Comes Alive caiu como uma luva, foi gravado nos Estados Unidos e é um disco completo. Riffs ótimos, solos, baladas, toques de pianos e tudo mais, ou seja, um verdadeiro show que o músico proporcionou para o mundo.

O primeiro CD tem músicas empolgantes, dentre delas o clássico Show Me the Way que mostra a inovação de sua guitarra que acaba cantando junto com ele. Já o segundo é bem mais balada, a mais famosa Baby, I Love Your Way das as caras e guarda muitas lembranças das mãezonas atualmente. O terceiro disco segue a mesma risca dos primeiros, e pode se dizer que é uma mistura dos dois, começa com uma intro de violão de Penny for Your Thoughts muito boa e depois com a pesada I'll Give You) Money. Shine On, o clássico que se destaca do Humble Pie aparece, e depois um cover de Jumping Jack Flash do Stones que para mim não caiu bem. Para finalizar o álbum termina com Lines on My Face e o clássico Do You Feel Like We Do, e sem esquecer que o vocalista se saiu bem nos vocais, mas de fato não é aquele que impressiona.

O som de Frampton é bem diversificado, desde Blues, Rockabilly a um som mais pesado. Quem gosta de alguma coisa mais Light e calma em relação ao Hard Rock e ao Rock o cara é uma ótima pedida. Posso dizer que ele se assemelha - se mais ao Eric Clapton em relação a suas músicas, acho que mais agitado do que Clapton, bom, é só vocês tirarem suas dúvidas.
E voltando ao assunto do álbum, deu ao guitarrista um sucesso inesperado, abriu as portas do cara para o mundo do Rock, e como gostei de Frampton Comes Alive eu comecei a ouvir seus discos anteriores que também são bons, e não é só esses, alguns de seus futuros álbuns também depois de Comes Alive arrancam aplausos, músicas como a balada I'm In You e a contagiante  Breaking All The Rules fazem a cabeça do povo nos anos 70 e 80. Inclusive fez Frampton Comes Alive II que virou uma espécie de coletânea de seus shows, o disco tem seus maiores clássicos, além de algumas feitas especialmente.
Enfim, Frampton Comes Alive é um discasso, e não podia de lembrar que vários anos depois a gravadora e o músico lançaram uma versão deluxe bem legal, e essa versão inclui músicas deixadas de fora, mas separei o setlist da versão original lançado em 76. Vejam.

CD 1

"Something's Happening" – 5:41

"Doobie Wah" – 5:28

"Show Me the Way" – 4:42

"It's a Plain Shame" – 4:21

CD 2

"All I Want to Be (Is by Your Side)" – 3:27

"Wind of Change" – 2:47

"Baby, I Love Your Way" – 4:43

"I Wanna Go to the Sun" – 7:02

CD 3

"Penny for Your Thoughts" – 1:23

"(I'll Give You) Money" – 5:39

"Shine On" – 3:35

"Jumping Jack Flash" ( Rolling Stones ) – 7:45

CD 4

"Lines on My Face" – 7:06

"Do You Feel Like We Do?" – 14:15

É isso ai pessoal, deixo uma prévia de um clássico de Comes Alive e um que não é do disco, afinal, não só estou divulgando o disco ao vivo, em geral, ele também, então por isso vejam os vídeos. E pra quem gosta, pode deixar que eu faço mais posts dele.

Comentam e deixam suas opiniões.Valeu ! 



quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Dando umas entrevistas por ai..

Ha um tempo fui abordado por uma mensagem do blog Musicólatras a dar uma entrevista a eles via email, e como não sou bobo nem nada acabei aceitando. Para quem quiser saber o que eu penso da blogosfera, algumas curiosidades do blog e entre outras coisas, essa entrevista pode tirar suas dúvidas. A entrevista foi bem curta, mas posso dizer que ficou bem legal, e em breve colocarei na categoria entrevistas.

Clique aqui para ver a entrevista e aproveitem e vejam o blog deles que é bem legal e eclético , espero que gostem Guys !.

domingo, 9 de janeiro de 2011

5 discos que você deve ouvir do Kiss

Bom, atendendo a pedidos, vou fazer mais uma lista, e dessa vez faço a lista do Kiss, uma das bandas mais notáveis da história do Rock com sua marca registrada, as suas máscaras. Mas antes diferente do que igual a todo mundo, não é ?.

O Kiss foi formado em 1973 e até hoje faz seu sucesso merecido. Além do sucesso no mundo do Rock, a banda é grande também no sucesso comercial, vendendo produtos com seu nome. Se você quiser tem até a camisinha do Kiss para alegria dos casais, pena que você vai ver a cara feia do Paul Stanley. E antes de começar ouçem em alto e bom som, porque é Kiss e Rock N Roll.

Dressed To Kill - 1975

Começo com um grande disco da banda que marca o começo do Kiss. O disco é bem parecido com seu primeiro trabalho e merece estar aqui por causa de seu maior Hit e um dos Hinos do Rock, I Wanna Rock N Roll All Night, And party Everyday.
 Destroyer - 1976

Para mim o melhor álbum do Kiss, um disco sensacional que começa com o clássico Detroit Rock City. O álbum não demora muito para chegar ao topo das paradas, e não é Detroit Rock City que faz a cara do disco, a pesada e contagiante God Of Thunder da suas caras, e não parou por ai, as alegres Flaming Youth e Shout It Out Loud vieram para esquentar mais ainda. Um verdadeiro show de Rock e diversão.

Love Gun - 1977

Um ótimo álbum da banda que também vale a pena ouvir. Naquela altura o Kiss estava com um som mais de qualidade em relação ao seus primórdios, um exemplo é o toque suave de piano no Hit Christine Sixteen que ficou muito bom. O maior clássico desse disco e uma das músicas mais idolatradas e pedidas pelos fãs, é a faixa - título Love Gun. Ouçam.
Dynasty - 1979

Fiquei em dúvida entre esse e Animalize, mas acabei ficando com Dynasty. O disco é bom, tem um dos maiores clássicos da banda que é a sensacional I Was Made for Lovin' You. Esse trabalho marca a volta do Kiss depois que seus integrantes fizerem seus discos solos no ano de 1978.

Creatures Of The Night - 1982

E para finalizar, recomendo outro discão do Kiss, o álbum é a banda em seu mais puro Hard Rock que mais tarde é representado por Animalize. Começando com a excelente faixa - título o álbum já pode mostrar que não é de brincadeira, ou seja, um trabalho ameaçador e sem frescuras. E como um bom disco, clássico não pode faltar, I Love It Loud vira um hino e se torna obrigatória em cada show da banda, música sensacional. Isso é para fechar com chave de ouro, veja a Menção Honrosa.

Menção Honrosa :
 
Animalize - 1984 e Kiss - 1974
 
O primeiro disco marca a chegada da banda, marcando uma era de muito Rock e Sucesso. Um compacto que muitos queriam ver na lista, mas deixei espaço para outros. Para quem quiser ver o início triunfante é uma ótima pedida.
Já Animalize é um dos discos subestimados do Kiss. O álbum é bom, um Hard adequado pra época, o Rock de Heaven's on Fire é o destaque representando os integrantes sem a máscara.

É isso ai, espero que tenham gostado, não esqueçam de deixar sua opinião. Até a próxima.

Rock N Roll To You, Baby !

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Elvis morreu, mas sua música não

Em 1977 um dos maiores ícones da cultura Pop, Gospel e Rock morre em sua casa por uma parada cardíaca.É inevitável falar de sua influência para o mundo do Rock, o cara era fera, lançou mais de 40 discos em sua carreira com um sucesso ininterrupto.

Elvis era um showmen, com suas roupas extravagantes, com seu jeito de cantar e interpretar conquistavas as mulheres e influênciava outro talento chamado Robert Plant, ou seja, era um revolucionário da música. Se ele estivesse vivo ele completaria 75 anos de vida no próximo dia 8, assim sendo, e eu deixo minha pequena e humilde homenagem para ele.

Elvis Presley nasceu em 1935 em Memphis nos Estados Unidos e começou a tocar desde cedo violão. Acompanhado pelo guitarrista Scotty Moore e pelo baixista Bill Black ele foi um dos fundadores de um os gêneros mais famosos da época, o Rockabilly. Vejam uma de suas músicas mais legais :


Depois de muitos discos e muito sucesso em 1960 ele retorna do exército depois de 2 anos, aceitando o convite para participar em um show com Frank Sinatra. Além de ter feito bastante duetos muitos acreditam que ele já tocou com John Lennon, um feito raro que muitos queriam ter o registro ou pelo menos uma amostra da Jam dos cara. Ouvindo aqui uma versão dos sucessos de That's The Way It Is e Aloha from Hawaii ( primeiro show exibido ao vivo para o mundo inteiro, tendo 14 milhões de expectadores ) eu faço esse post com sua música.

Elvis não saia das paradas naquela época, mesmo depois de morto os seus sucesso eram descobertos, um deles é A Little Less Conversation. Suas musicas eram resumidas nas batidas como a empolgante Fever, baladas feita pelo musico também não faltaram, um exemplo é May Way. Lembrando que teve até uma suposta homenagem para gente com Bossa Nova Baby, canção que caiu na boca do povo naquela época.

Além de músico ele atuava como ator, fez filmes de Faroeste, Drama, Comédia e entre outros. Elvis não é meu músico preferido, mas eu sempre o admirei por sua importância e influência  no mundo da música e do Rock.

Vou ficando por aqui e até o próximo post. Valeu Elvis.
Elvis não morreu ? Infelizmente sim, mas sua música de jeito nenhum !.

Todos artigos são publicados por Guilherme M, exceto onde os autores são citados